sábado, 30 de agosto de 2014

XXIV Encontro Monárquico do Rio de Janeiro

Será realizado no dia 6 de setembro de 2014, no Rio de Janeiro o XXIV Encontro Monárquico que reúne monarquistas de todo o Brasil.

No domingo, 7 de setembro – dia da Independência do Brasil, haverá Santa Missa pelo centenário de nascimento da Princesa Dona Maria (1914-2012), de jure Imperatriz do Brasil, e pelo aniversário de 76 anos do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil.    



PARTICIPE

Entre em contato através do endereço
Rua Itápolis, 873 / Pacaembu / 01245-000 São Paulo - SP
(11) 2361-3214 / 2368-1028 / 3822-4764

Dom Bertrand de Orleans e Bragança em Frederico Westphalen

S.E.R., Dom Antonio Carlos
 Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen
No último dia 28, Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança visitou a cidade gaúcha de Frederico Westphalen e foi recebido pelo Bispo Dom Antonio Carlos Rossi Keller.

Dom Bertrand concedeu entrevista à emissora de rádio Luz e Alegria e conheceu as obras empreendidas pela diocese local. Dom Antonio destacou a presença do Príncipe e a importância da visita para a cidade.

Do Rio Grande do Sul, Dom Bertrand partiu para Santa Catarina, alcançando, durante o final de semana, o Paraná, onde lança seu livro Psicose Ambientalista e se encontra com jovens universitários.

Na primeira semana de setembro, o Príncipe Imperial retorna a São Paulo para cumprir agenda e no final de semana (06 e 07/07) participa do XXIV Encontro Monárquico do Rio de Janeiro.

“Uma entrevista exclusiva com a família real de Portugal: sem assuntos proibidos”

S.A.R., a Duquesa de Bragança com os filhos em Copacabana
Imagem: Glamurama

Dona Isabel, Duquesa de Bragança, acompanhada dos filhos, que veio ao Brasil para assistir o casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman, concedeu entrevista a Michelle Licory, do site Glamurama, em http://glamurama.uol.com.br/uma-entrevista-exclusiva-com-a-familia-real-de-portugal-sem-assuntos-proibidos/

domingo, 24 de agosto de 2014

Imagens do casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman

O Blog Monarquia Já viabiliza aos leitores as imagens de Geraldo Valadares, publicadas na coluna de Marcia Peltier, no “Jornal do Commerico”, de 19 e 20 de agosto de 2014, sobre o casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman:


O Instituto Pró Monarquia também divulgou, através de sua página no “Facebook”, o missal do casamento:







domingo, 17 de agosto de 2014

O Casamento de Dona Amélia de Orleans e Bragança e Alexander James Spearman

Os noivos na saída da igreja, ao fundo, Dona Christine e Dom Antonio admiram o casal
Foto: divulgação 


Celebrou-se em 16 de agosto de 2014, às 17h, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, a Capela Imperial, no Rio de Janeiro, o casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman.

A antiga Capela Imperial ficou lotada pelos convidados, dentre os quais a Duquesa de Bragança, a Senhora Dona Isabel, acompanhada dos filhos Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira e Herdeiro do Trono de Portugal, a Infanta Dona Maria Francisca e Dom Dinis, Duque do Porto, bem como a Princesa Maria Laura da Bélgica, Arquiduquesa da Áustria-Este - filha do Arquiduque Lorenz e da Princesa Astrid da Bélgica -, a Arquiduquesa Alexandra da Áustria e o marido, o Embaixador Héctor Riesle Contreras, a Família Principesca de Ligne - completada pelos irmãos da Princesa Senhora Dona Christine e do Príncipe Michel -, dos Condes de Nicolaÿ, e d'Ursel de Bousies, além do Príncipe Dom Casimiro de Bourbon Duas-Sícilias e, de sua esposa, Dona Maria Cristina, nascida Princesa de Savoia, acompanhado dos filhos - o Padre Alessandro e Dom Luis Alfonso. Presentes ainda inúmeros amigos e parentes do noivo, vindos do Reino Unido da Grã-Bretanha e trajando o típico kilt. Os Príncipes da Família Imperial estiveram também reunidos durante a celebração, destacando-se a figura de Sua Alteza Imperial e Real, o Senhor Dom Bertrand de Orleans e Bragança, que na qualidade de Príncipe Imperial do Brasil, representou a S.A.I.R., o Senhor Dom Luiz.

O Padre Jorge Luiz Pereira das Neves celebrou o casamento, sendo auxiliado pelos concelebrantes Padre Alessandro de Bourbon Duas-Sicílias, primo da noiva, e pelo Padre Silmar Alves Fernandes, pároco da igreja. Todos os convidados acompanharam atentamente, através do livreto composto especialmente para a data, a celebração feita em português e inglês. O Coral dos Canarinhos de Petrópolis e o Quinteto de Cordas da Orquestra Filarmônica também daquela cidade, sob a regência do Maestro Marco Aurélio Lischt, abrilhantaram a cerimônia. Os pequenos Samuele Bridge, Eduardo de Orleans e Bragança de Carvalho Moreira, Pedro de Orleans e Bragança Mendes, Matilde Figuerola-Ferreti, Maria Sofia de Orleans e Bragança Moreira, Maria de Orleans e Bragança Ratto e Stella Schrader, foram, respectivamente, pajens e damas de honra dos noivos. A noiva se vestiu conforme a tradição católica e o noivo vestiu o característico fraque com calças que caracterizam a tradição escocesa, sendo àqueles quadriculados exclusivos da família Spearman.  

Do Vaticano, Sua Santidade, o Papa Francisco enviou sua benção ao casal, que foi lida pelo Padre Jorge. Após a benção final e a assinatura dos padrinhos como testemunhas do sacramento, seguiu-se recepção no Palacete do Conde Modesto Leal, no bairro das Laranjeiras. O grande solar, que foi ricamente ornamentado com telas executadas pela tia da noiva, a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança, serviu de palco para a festa que homenageou Dona Amélia e James Spearman.

De acordo com o Pró Monarquia, a Princesa Dona Amélia assinou seu ato de renúncia por si e por seus descendentes, em 15 de agosto de 2014.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman movimenta o Rio de Janeiro

Ocorrerá amanhã, 16 de agosto de 2014, na Antiga Sé de São Sebastião do Rio de Janeiro e Capela Imperial, o casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman.

Convite de casamento divulgado pela página oficial da Pró Monarquia no Facebook


A celebração marcada para às 17h, será oficiada pelo Padre Jorge Luiz Pereira das Neves, que acompanhou a juventude de Dona Amélia. Os convidados serão recebidos no Palacete Modesto Leal, no bairro das Laranjeiras.  

A antiga Capela Imperial

Interior da Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé

Palacete dos Condes Modesto Leal, onde irá ocorrer a recepção para os convidados


Inúmeros parentes, membros das Casas Reais e Nobres da Europa, já chegaram ao Rio de Janeiro para as comemorações.

Em 25 de julho de 2013, depois do anúncio do noivado pelo jornal inglês “The Times”, Dom José Palmeiro Mendes e Dionatan da Silveira Cunha elaboraram um interessante estudo genealógico do noivo, esclarecendo o parentesco próximo com nobres britânicos, da cepa dos Barões Ashburton, dos Barões e Conde de Northbrook, dos Condes de Cromer, dos Viscondes Baring, dos Barões Howick de Glendale e dos Condes, depois Duques, de Fife, além dos nobres espanhóis como os Marqueses de Garrigues e os Marqueses de la Granja de San Saturnino, bem como dos Barões Garel-Jones, da Inglaterra. O estudo genealógico pode ser acessado através da postagem “Noivado da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman”, de 15/09/2013.

As felicitações aos noivos podem ser enviadas ao endereço constante no lado inferior esquerdo do convite.  

domingo, 10 de agosto de 2014

Revista Época: casamento da Princesa dona Amélia com Alexander James Spearman

Apesar de conter erros, o Blog Monarquia Já transcreve a notícia dada pela revista "Época" sobre o casamento da Princesa Dona Amélia com Alexander James Spearman:

Conto de fadas: princesa brasileira vai se casar com barão escocês

Os noivos
Imagem: Sipapress


09/08/2014 13h00 - Atualizado em 09/08/2014 13h10 - epoca.globo.com

Uma cerimônia carregada de simbologia histórica vai acontecer no Rio de Janeiro no próximo sábado. A princesa Amélia de Orleans e Bragança, filha do príncipe e aquarelista d. Antonio e da princesa belga Christine de Ligne, vai se casar com o jovem barão escocês Alexander James Spearman. O local é a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, antiga catedral do Rio de Janeiro. O último casamento imperial que aconteceu ali foi o da princesa Isabel com o conde d’Eu, 150 anos atrás. A festa acontece no Palacete Modesto Leal.

Amélia é irmã do jovem príncipe Pedro Luís, que morreu no trágico acidente do voo Air France 447, em maio de 2009. Entre os 300 convidados, são aguardados membros de várias casas reais e nobres da Europa, sobretudo da Bélgica. Os noivos vivem em Londres, onde ela trabalha para um escritório de arquitetura, e ele, para um fundo de investimentos.

O roubo centenário e a injustiça brasileira

Um dos processos mais antigos do Brasil, que trata do roubo do Paço Isabel pelo governo republicano, iniciado logo após o golpe republicano, sofre com uma manobra suja da “justiça” brasileira.

Paço Isabel, atual Palácio Guanabara, propriedade da Família Imperial do Brasil

Tal processo pode encontrar fim favorável à União, pois o STJ alega que os advogados, procuradores da Família Imperial, recolheram valores errados relativos às custas judiciais de um dos capítulos do processo, em 1996, o  equivalente a 200 reais à Justiça.

O que já um verdadeiro despautério – a desapropriação de um bem particular, torna-se ainda mais absurdo pela ameaça de ganho de causa em virtude de valores irrisórios que não foram supostamente recolhidos. É o desrespeito aos direitos, à propriedade privada, desde o início da república.

Sobre o assunto, Lauro Jardim, da revista “Veja”, publicou matéria: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/tag/conde-deu/.

Príncipe do Brasil agora é sete-lagoano

Câmara Municipal de Sete Lagoas – Minas Gerais


Em solenidade concorrida na noite desta segunda-feira (04), Sua Alteza Imperial Real Dom Bertrand de Orleans e Bragança se tornou o mais novo cidadão sete-lagoano, através da honraria do Título de Cidadão Honorário oferecido pela Câmara Municipal de Sete Lagoas, no plenário Dep. Wilson Tanure. De autoria da Mesa Diretora da Casa, a concessão da honraria foi feita através do Projeto de Decreto Legislativo nº 20/2014 e a Reunião Solene, pelo Requerimento nº 1214/2014.

Na ocasião, o príncipe proferiu palestra sobre Dom João VI e sobre os princípios monárquicos. Para ele, a exemplo de outros países monárquicos como Inglaterra e Austrália, a Monarquia é uma alternativa à República. “Se compararmos a estabilidade política, honestidade e progresso que tivemos durante o período monárquico com nossos vizinhos republicanos sul-americanos, vimos o quanto o Brasil ganhou com isso”, frisou.

“Agradeço as homenagens e essa recepção em Sete Lagoas. A família imperial foi exilada pela República. Quando me perguntam aonde eu nasci, digo que nasci no exílio, mas sou brasileiro. De onde? Agora posso dizer que sou sete-lagoano e me sinto muito honrado por isso”, brincou Dom Bertrand.

Antes da homenagem, Dom Bertrand participou de missa na Catedral de Santo Antônio, de entrevista em uma rádio local e de audiência no gabinete do prefeito Márcio Reinaldo - quando recebeu um diploma e a Grande Medalha do Mérito de Sete Lagoas - seguida de plantio de uma muda de Ipê Amarelo no jardim do Museu Histórico Municipal. O príncipe, que participa do ciclo de visitas do VII Encontro Monárquico de Minas Gerais, também esteve em Belo Horizonte e segue agora para Santa Luzia, Santa Bárbara e Caeté.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Márcio Paulino (PMN), agradeceu a presença do príncipe. "Hoje é um dia histórico para nós. A passagem de Vossa Alteza por Sete Lagoas será lembrada por muitos anos", enfatizou. Entre o público presente, estavam o prefeito Márcio Reinaldo, secretários municipais e os vereadores Ismael Soares (PSOL), Dalton Andrade (PT), Milton Saraiva (PP), Renato Gomes (PV) e João Evangelista (PSDB).

Sobre
Dom Bertrand de Orleans e Bragança nasceu em Mandelieu (França), em 1941. Conforme a constituição brasileira de 1824, é o atual príncipe imperial do Brasil desde 1981, quando seu irmão mais velho, D. Luís Gastão, assumiu o posto de Chefe da Casa Imperial Brasileira, herdado do pai. É o terceiro filho homem de D. Pedro Henrique de Orleans e Bragança, então Chefe da Casa Imperial Brasileira, e de D. Maria Isabel da Baviera. Bertrand faz parte da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP) e é o presuntivo imperador no Brasil em caso da restauração do regime monárquico no país. Como não é casado e não tem filhos, tem como herdeiro imediato o seu irmão Antônio João de Orleans e Bragança.

Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança visita e recebe homenagem em Sete Lagoas

Terça-feira, 5 de agosto de 2014 - 10h15 - da Redação (http://metropolionline.com.br/)


O prefeito Marcio Reinaldo recebeu nesta segunda-feira (4), Sua Alteza príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, por ocasião do VII Encontro Monárquico de Minas Gerais. O presidente da Câmara Municipal, Márcio Paulino da Silva Torres, acompanhou a importante visita. Logo em seguida, o prefeito Marcio Reinaldo conduziu o Príncipe Dom Bertrand para solenidade em seu gabinete, na qual Sua Alteza recebeu o “Diploma” e a grande “Medalha de Mérito Cidade de Sete Lagoas”, em conformidade com a Lei nº 5.464/97, como reconhecimento público pelos relevantes serviços em defesa da cidadania do meio ambiente e da segurança nacional.


Ainda pela manhã, Dom Bertrand, participou de Missa na Igreja Santana e São Joaquim, Bairro Boa Vista, presidida pelo padre Robertinho, e às 10 horas, do programa “Sinal de Alerta” da Rádio Eldorado. Após a solenidade na Prefeitura Municipal, foi realizado no Museu Histórico Municipal, o ato simbólico do plantio do “Ipê Amarelo”, que recebeu a definição de “árvore da amizade”. No local foi descerrada pelo príncipe Dom Bertrand, o prefeito Marcio Reinaldo, e o presidente da Câmara Márcio Paulino, a placa comemorativa alusiva à este importante acontecimento.

Cabe ressaltar que Sua Alteza príncipe Dom Bertrand é o atual príncipe imperial do Brasil desde 5 de julho de 1981, quando seu irmão mais velho, D. Luís Gastão, assumiu o posto de Chefe da Casa Imperial Brasileira, herdado do pai. É o terceiro filho homem de D. Pedro Henrique de Orleans e Bragança, então Chefe da Casa Imperial Brasileira, e de D. Maria Isabel da Baviera. Bertrand faz parte da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP) e é o presuntivo imperador no Brasil em caso da restauração do regime monárquico no país. Além de príncipe imperial do Brasil, conforme a constituição brasileira de 1824, é o comendador-mor da Imperial Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo e grão dignitário-mor da Imperial Ordem da Rosa, além de grã-cruz de todas as outras ordens brasileiras e Bailio Grã-Cruz da Ordem Constantiniana de São Jorge, da Realeza Napolitana. Como não é casado e não tem filhos, tem como herdeiro imediato o seu irmão Antônio João de Orleans e Bragança.

O príncipe Dom Bertrand agradeceu a homenagem recebida e afirmou: “Hoje posso dizer que sou sete-lagoano!” Ele continuou: “Toda a nossa formação política foi municipalista. E o Brasil continua municipalista. Eu costumo insistir que pelo fato de sermos filhos de Deus, somos livres e inteligentes.” Ele também reafirmou a importância da família, da tradição e da propriedade. “E nesse sentido, a integridade é fundamental”, enfatizou. Para ele, governar não é fundamentalmente administrar, “mas orientar e coordenar, e aí sim, em outro aspecto, também administrar”. De acordo com Dom Bertrand, o que mais nos toca é a bondade do povo brasileiro. “Agradeço o contato com o prefeito Marcio Reinaldo e a força viva de Sete Lagoas”, exclamou.

O prefeito Marcio Reinaldo disse que Sete Lagoas sente-se lisonjeada com a presença do príncipe Dom Bertrand e sua comitiva. “De fato, nossa cidade ganha notoriedade regional, quando temos a honra de receber aquele que, se o nosso regime fosse monárquico, seria a maior autoridade do país. Portanto, Sete Lagoas lhe entrega de coração aberto e com alegria as suas chaves. Sentimos enobrecidos hoje pela presença de Sua Alteza.”, manifestou. O prefeito também lembrou que o município deixou de ser voltado especificamente para a pecuária para dar lugar à indústria. “De qualquer maneira, temos que estar atentos e abertos para a nossa história e nossa vocação, e sobretudo, para aqueles que fizeram essa história. E Sua Alteza Dom Bertrand nos deixa com relevância, sua marca.”, ressaltou.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Pró Monarquia lança página no Facebook

A Pró Monarquia, secretariado da Casa Imperial do Brasil, conta agora com uma página oficial no Facebook.


Segundo a postagem de boas-vindas, na página “além do histórico da Casa Imperial do Brasil, que ainda está em construção, serão fornecidas informações e curiosidades sobre os Imperadores, Imperatrizes, Príncipes e Princesas do Brasil, os eventos que serão realizados, a opinião dos Príncipes sobre os assuntos atuais, assim como suas agendas e pequenos artigos sobre o sistema monárquico, atualizados semanalmente”.

A página pode ser acessa em https://www.facebook.com/promonarquia

Point de Vue: l’agenda des mariages

O nº 3441 da revista francesa “Point de Vue” destaca o casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman.




O casamento ocorrerá em 16 de agosto na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, a Antiga Sé – Capela Imperial, templo que serviu a coroação de Dom João VI, Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves; do Imperador Dom Pedro I e do Imperador Dom Pedro II, além de ter sido local da celebração dos batizados e casamentos imperiais - lá se casaram os Imperadores Dom Pedro I e Dom Pedro II e as Princesas Dona Isabel e Dona Leopoldina. O casamento será celebrado pelo Padre Jorge Luiz Neves Pereira da Silva e aguarda-se a presença dos parentes vindos da Europa: a família Principesca de Ligne, os Conde de Nicolaÿ, a família Spearman, bem como os Marqueses de la Granja de San Saturnino - da Espanha, os Barões de Garel-Jones - da Inglaterra, entre outros membros da realeza e da nobreza aparentados com os noivos. 

IPCO adverte sobre importante passo, dado pelo governo petista, rumo ao modelo venezuelano

Instituto Plínio Corrêa de Oliveira lança importante comunicado sobre o decreto presidencial nº8243, que planeja transformar o Brasil numa sucursal da Venezuela:

Perigo para a América Latina: os comunistas Maduro e Dilma reverenciam Hugo Chávez 


COMUNICADO

Importante passo rumo ao modelo venezuelano

O País atravessa momentos de turbulência político-social, inéditos e perplexitantes. Tensões, boa parte delas induzidas, marcam o dia a dia do noticiário. A atmosfera psicológica do Brasil está saturada e nem sequer o clima, habitualmente distendido que cerca uma Copa do Mundo, ainda mais realizada em território nacional, escapou a tais deletérias influências.

A população tem assistido, estupefata, à realização de greves em serviços essenciais, muitas delas declaradas abusivas pela própria Justiça, que impõem graves inconvenientes e perturbações aos brasileiros ordeiros, que labutam e produzem nos grandes centros urbanos; tais greves têm gerado insegurança, que se traduz em depredações de bens públicos e privados e até em saques.

Grupos de chamados “sem-teto”, altamente treinados e organizados, inclusive com a presença de estrangeiros, invadem terrenos e prédios urbanos, sendo recebidos, após seus atos criminosos, por autoridades – até mesmo pela Presidente da República – tornando assim o poder público e a sociedade refém de seus desígnios ideológicos.

Marchas do MST e de reais ou fictícios indígenas, manipulados por ONGs ou instituições como o Conselho Indigenista Missionário-CIMI ou similares, fazem encenações de enfrentamentos com policiais, registradas em fotografias que percorrem o mundo, transmitindo a falsa idéia de um Brasil que se contorce em estertores sociais e raciais.

Por outro lado, grupos extremistas anti-sistema, estilo “Black Bloc”, promovem atos de protesto – por causas poucos definidas – espalhando a violência urbana, planejada e calculada, de modo a lançar o caos e atacar símbolos do capitalismo, no exercício do que qualificam como “ilegalidade democrática”.

Por fim, diante do alastrar-se de fatores de incompreensão e de indignação, nas camadas profundas da população, em relação ao governo da Presidente Dilma Rousseff e ao Partido dos Trabalhadores, vozes como a do ex-Presidente Lula tentam disseminar um clima de luta e de ódio de classes, tão avesso ao sentir do brasileiro comum.

*  *  *

É neste contexto tumultuado que surge um gravíssimo ataque às instituições e à ordem constitucional vigente, perpetrado através do Decreto presidencial nº 8.243, cuja efetivação poderia ser qualificada com uma tentativa de golpe de Estado incruento.

Editado pela Presidência da República no dia 23 de maio p.p., e publicado no Diário Oficial três dias depois, estabelece ele a “Política Nacional de Participação Social” e o “Sistema Nacional de Participação Social”.

Sob o disfarce de tratar da organização e funcionamento da administração pública – invocando para tal até dispositivos constitucionais – e alegando que o sistema representativo contém falhas, o governo do Partido dos Trabalhadores, via decreto, tenta implementar um novo regime de organização do Estado, o qual visa “consolidar a participação social como método de governo”.

Manejando habilmente sofismas e falácias sobre a “democracia direta”, valendo-se de definições e disposições vagas, o Decreto submete a Administração Pública, em seus diversos níveis, aos “mecanismos de participação social”.

Os “conflitos sociais”, como, por exemplo, invasões de terras, de imóveis urbanos, de demarcação de terras indígenas, – tantos deles gerados artificialmente – serão mediados por elementos do governo e setores da sociedade civil, controlados por “coletivos, movimentos sociais, suas redes e suas organizações”.

E a Secretaria-Geral da Presidência da República dirigirá uma burocrática e coletivista estrutura de conselhos, conferências, comissões, ouvidorias, mesas de diálogo, etc.

O Decreto 8.243 – que já chegou a ser comparado a um decreto bolivariano ou bolchevique – torna obsoletas as instituições do Estado de Direito, criando organismos informais (ou quase tanto) que condicionarão o Judiciário, o Legislativo ou o próprio Executivo.

Como é de conhecimento público, em grande medida tais “movimentos sociais”, “coletivos” ou grupos da dita sociedade civil são influenciados, orientados e financiados pelo Partido dos Trabalhadores, pela “esquerda católica”, bem como pelo próprio governo.

Fica assim instituído um sistema paralelo de poder, que consagra na prática uma ditadura do Executivo, na pessoa do Secretário-Geral da Presidência da República, atualmente o ex-seminarista Gilberto Carvalho, quem habitualmente faz a ponte entre o governo e a CNBB.

*  *  *

 A Presidente da República tenta desta forma impor ao País metas político-ideológicas do PT – alimentadas nos Fóruns Sociais Mundiais – e sempre repudiadas pela maioria dos brasileiros.

Desde há muito, certo tipo de esquerda – e sobremaneira a esquerda petista no poder, influenciada em maior ou menor grau pelo progressismo católico – tenta subverter o exercício do regime “democrático”. Fiel a suas velhas convicções socialo-comunistas, eriça-se contra as instituições do que qualifica de “democracia burguesa”, tentando vender a idéia de uma democracia direta e participativa, como mais autêntica e popular.

Já no primeiro mandato do Presidente Lula, enquanto o País estava embalado pela pseudo-moderação do projeto político de mudança do Brasil, expresso na Carta ao Povo brasileiro, o programa “Fome Zero” fazia uma primeira tentativa de instaurar no Brasil “conselhos populares” que, como alertaram certas vozes na época, mais não eram de que uma reedição dos conselhos da revolução cubanos ou dos coletivos chavistas.

Mais à frente veio a tentativa de controlar a imprensa pelo mesmo mecanismo de conselhos, manipulados por “movimentos sociais”.

O PNDH3, baseado numa vaga e abrangente política de Direitos Humanos, constituiu nova tentativa de impor ao País um controle da sociedade e das instituições do Estado, por conselhos.

Por ocasião das manifestações de junho de 2013, a Presidente Dilma Rousseff em discurso televisionado a todo o País, voltou a acenar com o tema da democracia direta e a “voz das ruas”. Veio, logo em seguida, a tentativa de impor ao País uma Constituinte específica para a reforma política.

*  *  *

De todos os quadrantes da sociedade se têm erguido vozes que apontam o grave perigo criado ao futuro político do Brasil pelo Decreto presidencial nº 8.243. No Congresso Nacional há movimentos pronunciados para inviabilizar ou derrubar o referido Decreto. Outros setores ensaiam movimentos para recorrer ao Supremo Tribunal Federal, reclamando da inconstitucionalidade de tal Decreto.

O governo veio a público defender a medida, sempre baseado em subterfúgios e, segundo informa a imprensa, não está disposto a recuar. Aproveitando-se do período em que as atenções de muitas pessoas estão voltadas para a Copa do Mundo, contando ainda com já tão próxima campanha eleitoral, Dilma Rousseff e seus assessores no Planalto e no PT, parecem decididos a apostar no golpe institucional.

*  *  *

Quando dos trabalhos da Constituinte de 1988, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira publicou a obra “Projeto de Constituição angustia o País”. Nele alertava para o fato de que elementos de nossa classe política, divorciados dos verdadeiros anseios do Brasil profundo, iriam arrastando inexoravelmente o Brasil para o esquerdismo radical.

E admoestava ainda que cada vez mais raros seriam os partícipes da farândola reformista da esquerda, “ganhos gradualmente pelo sentimento de inconformidade e apreensão nascido, a justo título, das camadas mais profundas da população”.

O Decreto nº 8243 é, por certo, um grave exemplo dessa obstinação ideológica. A inconformidade, ainda que silenciosa, é também uma realidade que cresce, apesar das máquinas de propaganda tentarem menosprezá-la ou distorcer-lhe o sentido.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira faz um apelo às forças vivas da Nação para que, num concerto geral dos espíritos clarividentes, alertem para o perigoso rumo ao qual nos encaminha o Decreto 8.243, obstruindo-lhe legalmente o caminho.

Caso não seja derrubado, o Decreto nº 8.243 terá operado uma transformação radical nas instituições do Estado de Direito, esvaziando o regime de democracia representativa, deixando o País refém de minorias radicais de esquerda e de ativistas, abrindo as portas para a tão almejada fórmula do atropelo e do arbítrio, típica dos regimes bolivarianos.



Adolpho Lindenberg

Presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

O fracasso da campanha petista

O jornal “O Globo”, de 05/08/2014, destaca, em reportagem, o fracasso de Lula e do candidato a governador de São Paulo, Alexandre Padilha, na campanha com metalúrgicos do ABC Paulista. Acompanhe em http://oglobo.globo.com/brasil/mesmo-com-lula-padilha-nao-consegue-atrair-atencao-de-metalurgicos-em-fabrica-do-abc-13501861.  

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