terça-feira, 28 de abril de 2015

Dom Bertrand de Orleans e Bragança: um grande defensor da agricultura e da livre iniciativa

A Monarquia segue como única alternativa para salvar o Brasil do caos político, econômico e social.

Em 27 de abril, S.A.I.R, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, esteve presente na abertura da AGRISHOW, na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo. 

Ao contrário do governo atual, Dom Bertrand é um incansável defensor da agricultura, da pecuária, da propriedade privada e da livre inciativa, defendendo os verdadeiros interesses dos Brasileiros e encarnando o modelo ideal de governante.

No registro, os monarquistas Marcus Falleiros e Pedro Lemos apresentam ao Príncipe Dom Bertrand, as mais recentes tecnologias do agronegócio Brasileiro:

Dom Bertrand defende e prestigia a agricultura brasileira
Imagem: Marcus Falleiros  


A diferença entre o Presidente da república e o Monarca é simples: enquanto o primeiro governa para os interesses de grupos e de partidos - sempre a favor da corrupção, o segundo governa para o Brasil e os Brasileiros, pois não depende de conluios e nem é vinculado a grupos de interesse. 

sábado, 18 de abril de 2015

Portal "Brasiliana fotográfica" foi lançado no Rio de Janeiro

Dom Pedro II, Imperador do Brasil, 1883. Fotografia platinotipia por Joaquim Insley Pacheco, que estará disponível no portal
Acervo FBN, Coleção Dona Teresa Cristina Maria


Acaba de ser lançado no Rio de Janeiro, o portal "Brasiliana fotográfica", página da internet que "concentrará o melhor dos acervos do século XIX aos anos 1920". Um "Acordo de Cooperação Técnica" foi assinado pelo presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Renato Lessa, e o superintendente executivo do Instituto Moreira Salles, Flávio Pinheiro, marcando o início da parceria.

Os internautas poderão ter acesso a 2.000 fotografias selecionadas nas coleções das duas instituições. A disposição da população, através do computador, estarão a Coleção Dona Teresa Cristina Maria, grande arquivo doado a Biblioteca Nacional por Dom Pedro II e considerado um dos patrimônios da Memória do Mundo pela UNESCO, a Coleção Pedro Corrêa do Lago, constando de inúmeros registros da Família Imperial e do Rio Antigo, os arquivos fotográficos de Dom João Henrique de Orleans e Bragança, que originaram a exposição "Retratos do Império e do Exílio", além de fotografias de Marc Ferrez e Joaquim Insley Pacheco e colotipias de A. Ribeiro e esterogramas de Revert Henrique Klumb e de outros grandes fotógrafos da Casa Imperial.

As coleções podem ser acessadas em http://brasilianafotografica.bn.br/.  

Dom Francisco de Orleans e Bragança comemora seu aniversário de 60 anos

Em 11 de abril, S.A.R., o Príncipe Dom Francisco de Orleans e Bragança, irmão de S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil, comemorou seu aniversário de 60 anos.

Homenageado pelo casal Lenise e Omar Resende Peres, que abriram a sede da Fazenda Guaritá, em Rio da Flores, no Rio de Janeiro, Dom Francisco comemorou a data ao lado de amigos e familiares. Da Europa, vieram o Príncipe Michel e Princesa Dona Eleonora de Ligne, compareceram também os Príncipes Dom Antonio e Dona Christine de Orleans e Bragança.

Dona Maria Eleonora e Dona Maria Elisabeth observam o bolo comemorativo, encimado pela Coroa Imperial de Dom Pedro II, Dom Francisco é recebido por Omar Resende Peres
Imagem: Armando Araujo

A Princesa e o Príncipe de Ligne
Imagem: Armando Araujo

Dom Francisco com os irmãos Dom Eudes, Dom Fernando e Dom Pedro de Alcântara, ao centro o anfitrião, Omar Resende Peres
Imagem: Armando Araujo  

Dona Maria Elisabeth e o marido, Dr. Pablo Trindade
Imagem: Armando Araujo

Os anfitriões organizaram um recepção que contou com decoração impecável, onde se podia visualizar quadros e mobilhas da época do Império. Para o jantar, o renomado Chef Laurent Suaudeau, ajudado pelo especialista em sobremesas Dominique Guerin, executou finos pratos do recém lançado livro  sobre receitas dos banquetes oferecidos pelo Imperador Dom Pedro II, trisavô do aniversariante.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Monarquistas comparecem as manifestações contra o governo da república e a corrupção

As manifestações contra o governo da república e a corrupção levaram centenas de monarquistas para as ruas no dia 12 de abril de 2015.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, verdadeiro estandarte da dignidade, foi destaque na manifestação do Rio de Janeiro
Imagem: Facebook Catalisadores da Real
Professor Natan Oliveira

Presença ilustra foi a do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, que compareceu aos protestos no Rio de Janeiro. Imediatamente identificado, foi abordado pelos manifestantes, conversou com jovens e posou para fotografias. 

Na rede social Facebook, as páginas Catalisadores da Real, Causa Imperial, Diga Sim à Monarquia Parlamentar, Sala do Trono, Princesa Isabel do Brasil, entre outras, numa excelente cobertura, trouxeram atualizações em tempo real para os leitores. 

Brasilia
Imagem: Facebook Princesa Isabel do Brasil

Minas Gerais
Imagem: Facebook Catalisadores da Real

Maranhão
Imagem: Facebook Diga Sim à Monarquia Parlamentar

Rio de Janeiro
Imagem: Facebook Sala do Trono

Paraná 
Imagem: Facebook Causa Imperial

"Tratoraço" em São Paulo
Imagem: Facebook Causa Imperial/Marcus Falleiros 


Acompanhe as páginas monarquistas no Facebook:

Faleceu o Dr. Paulo Brossard

O eminente jurista, professor, político e agropecuarista foi um defensor do Parlamentarismo Monárquico. 

Dr. Paulo Brossard
Imagem: divulgação 
Paulo Brossard de Souza Pinto nasceu em Bagé, em 23 de outubro de 1924. Formou-se em direito, especializando-se na área de Direito Civil e Constitucional, vindo a ser professor na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Na década de 50 e 60 foi eleito deputado estadual e, depois, federal, respectivamente. Em 1974 foi eleito Senador e em 1978 foi escolhido candidato a vice-presidente da república na chapa do General Euler Bentes Monteiro (derrotados). José Sarney o nomeou consultor-geral da república e posteriormente Ministro da Justiça, sendo depois escolhido, em 1989, para integrar o Supremo Tribunal Federal. Em 1992, foi eleito presidente do Superior Tribunal Eleitoral e comandou a realização do célebre plebiscito de 1993 sobre a forma e o sistema de governo adotados no Brasil.

Em 1993, assumindo a defesa dos ideais da Monarquia Parlamentar, escreveu inúmeros artigos para jornais e revistas, proferiu palestras e fez declarações favoráveis a Causa Monárquica. 

O Blog Monarquia Já, transcreve, portanto, o interessante artigo deste grande jurista, intitulado "O centenário da morte de Pedro II", publicado em 9 de dezembro de 1991, pelo jornal "Zero Hora":
O centenário da morte de Pedro II
Paulo Broassard, Ministro do STF
Semana passada, dia 5, transcorreu o centenário da morte de Dom Pedro II, segundo e último Imperador do Brasil; seu reinado se estendeu por 49 anos, de 1840, quando decretada sua maioridade, a 1889, quando proclamada a república.   Ao iniciar o reinado, o País estava convulsionado e foi entrando na posse da paz interna, vários problemas externos tiveram seu desenlace no prélio das armas, com desfecho sempre favorável ao nosso país; estradas de ferro foram assentadas; o telégrafo aproximou o Brasil; os brasileiros se conheceram nas escolas jurídicas do Recife e de São Paulo; a marinha se expandiu de maneira a corresponder a uma necessidade fundamental num país batido pelo oceano em milhares de quilômetros de costa; a escravidão foi sendo abatida, até sua eliminação; foi introduzido o trabalho livre e incrementada a imigração; afirmou-se a diplomacia brasileira; instituições culturais foram surgindo, ao lado do Instituto Histórico, o Instituto dos Advogados; alto grau de moralidade foi a regra na administração; o sistema eleitoral aperfeiçoou-se; leis importantes foram elaboradas, como o Código Comercial, e se iniciou o labor no sentido da codificação civil; o sistema parlamentar se foi estabelecendo, progressivamente, peça por peça, despersonalizando-se o poder, quer dizer, democratizando-se as instituições; uma plêiade de homens públicos , verdadeiramente excepcional, ilustrou o Parlamento e a administração, enfim, o Brasil cresceu em todos os sentidos; o Brasil de 1889 era muito diferente do Brasil de 1840.
Durante esse largo período, o menino do “quero já” se cobriu de cãs, sendo o mais atento, o mais constante, o mais desvelado servidor da pátria.  Na sua “Fé de Ofício”, escrita no ano de sua morte, pôde dizer – “sempre procurei não sacrificar a administração à política.  (...)  O meu dia era todo ocupado no serviço público, e jamais deixei de ouvir e falar a quem quer que fosse.”  Embora o governo efetivo se fosse deslocando de suas mãos, institucionalizando-se, para as do presidente do Conselho de Ministros, e esta é uma das glórias do seu reinado, no uso do poder moderador exerceu onímoda vigilância sobre tudo quanto dissesse respeito ao Brasil e ao seu bom nome.  A despeito da simplicidade de sua vida e da distância dos grandes centros culturais, foi granjeando reputação internacional, pelo saber, sua curiosidade intelectual era insaciável, pela tolerância, que era ilimitada, pela moderação com que reinava, pela justiça que buscava praticar; fez-se amigo de grandes homens, sábios e artistas e estadistas tornaram-se seus correspondentes; sua bolsa se abriu amiúde para muitos brasileiros estudarem na Europa; deposto, poucos meses antes de completar meio século de reinado, procedeu com dignidade impecável, até que a morte o colhesse em um quarto de hotel, o modesto Hotel Bedford, a madalena colhesse seus restos para o ofício fúnebre e eles atravessassem as ruas de Paris em meio a honras excepcionais patrocinadas pela França republicana, em demanda da igreja de S. Vicente de Fora, onde repousavam os restos de seu pai Dom Pedro I e de seus antepassados.
Exilado viveu dois anos.  A despeito dos anos e da doença, que minava seu organismo, dedicou-se a estudar e estudar, convivendo com sábios e artistas, freqüentando museus, a Academia Francesa, o Instituto de França, o Instituto de Belas-Artes, a Academia de Inscrições.   Alguns de seus críticos mais contundentes – foi chamado de César caricato e de órfão do absolutismo -, curiosamente, tornaram-se seus amigos fiéis e devotados.  É impressionante que o desterrado monarca de um país longínquo, morrendo em terra estranha, sem coroa, sem fortuna, sem uma casa onde morasse e pudesse morrer, tenha recebido homenagens extraordinárias, oficiais e populares.  Lá também havia brasileiros, menos a representação diplomática do Brasil, que do fato não tomou conhecimento; um deles era André Rebouças; na coroa de flores enviada escreveu: “Um negro brasileiro, em nome da sua raça”.  Outro, Gaspar Silveira Martins, o famoso tribuno, conhecido pela independência de suas opiniões, e então exilado, traduziu sua homenagem nestas palavras: “Os rio-grandenses ao rei liberal e patriota.”
Cem anos se passaram da morte do Imperador em terra estranha, sem coroa, sem fortuna, sem casa sequer.  Sob muitos aspectos um exemplo pungente.  Inventariados os seus erros e decuplicados os seus defeitos, permanece sua memória como a de inexcedível servidor do Brasil, enquanto rei e enquanto exilado.

Dr. Paulo Brossard faleceu em 12 de abril de 2015, em Porto Alegre. 

O Blog Monarquia Já presta condolências a família, através da viúva Sra. Lúcia Alves Brossard de Souza Pinto.    

terça-feira, 7 de abril de 2015

Dr. Pablo Trindade e Dona Maria Elisabeth: exemplos de competência e caridade

Um grupo de médicos estão fazendo a diferença na cidade de São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro. Numa parceria do Instituto Ivo Pitanguy com o a prefeitura local, cirurgiões plásticos de umas das mias conceituadas instituições levam dignidade a vida de pacientes com câncer e sobreviventes de acidentes.

Segundo noticiou o jornal "Extra"  (30.03), o foco dos trabalhos é reduzir lesões da pele, principalmente as malignas. A taxa de cura das cirurgias de remoção de câncer de pele ultrapassa 90%. 

Os médicos Leandro Ventura, Tiago Lyrio, Alexandre Peres e Pablo Trindade
Imagem: Prefeitura Municipal de São Gonçalo


No Complexo Hospitalar Luiz Palmier, local onde a equipe atua, pacientes aguardavam na fila de espera para cirurgia desde 2013. A função do grupo foi minimizar a espera e atualmente os médicos conseguem atender 16 cirurgias a cada semana, dobrando o número de atendimentos. 

Severino da Silva, pedreiro, de 72 anos, vítima do descaso do SUS e agora beneficiado pelos atendimentos, declara: “Eu dei entrada há um mês no Pronto Socorro de Alcântara. Além dos machucados no nariz, tem um grande perto do meu olho. Fui a um hospital antes, em outra cidade, faz dois anos. Nunca resolveram e eu sei que o problema é sério. Sou casado, tenho cinco filhos e tanto neto que nem sei. E quero continuar caminhando aqui nessa terra. Vou entrar na sala de cirurgia e sair de lá bom, pronto para poder seguir em frente”. 

A equipe médica, formada pelos Doutores Leandro Ventura, Tiago Lyrio, Alexandre Peres e Pablo Trindade, foi elogiada pela Prefeitura Municipal de São Gonçalo, que em sua página no Facebook, menciona: "Essa é a equipe de cirurgiões e anestesista que está acabando com a fila de cirurgias plásticas reparadoras do Pronto Socorro Central. Eles fazem parte do Instituto Ivo Pitanguy - uma das unidades mais conceituadas no mundo. Entre as cirurgias mais realizadas estão as de câncer de pele facial, reparadora da orelha e úlcera de pressão (escaras)". 

Dr. Pablo e a Princesa
Dona Maria Elisabeth
Imagem: divulgação 
O Dr. Pablo Trindade é marido da Princesa Dona Maria Elisabeth de Orleans e Bragança, filha de Dom Francisco e Dona Claudia de Orleans e sobrinha do Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz. Casados desde 2011, também têm em comum a prática da caridade. Conforme noticiado pelo Blog Monarquia Já, em 2009, a Princesa,  também médica, especializada em pediatria, enfrentou 85 horas de trabalho árduo por semana, vendo e ouvindo histórias de uma população em que 25% das pessoas estão contaminadas pelo vírus da Aids, como voluntária pela organização humanitária Médicos Sem Fronteiras, em Maputo, capital de Moçambique, na África. 

O Dr. Pablo Trindade é graduado em Medicina pela Universidade Gama Filho e desde cedo manifestou seu talento e admiração pela cirurgias plásticas, o que lhe fez passar num dos mais concorridos processos seletivos nesta área de formação no mundo, o Instituto Ivo Pitanguy, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, onde concluiu sua pós-graduação. Fez residência no Hospital Municipal Miguel Couto, na zona sul do Rio. Em Maputo também realizou especialização em Cirurgia Geral e voltando ao Brasil, novamente integrado a equipe do Hospital Municipal Miguel Couto, trabalhou com pacientes com obesidade. Seu trabalho de excelência é embasado por 13 anos de sólida formação acadêmica. Desde 2014 é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Atualmente, além de atender no Pronto Socorro de São Gonçalo, tem um consultório em Ipanema.    

Tanto do trabalho do Dr. Pablo, quando da Princesa Dona Maria Elisabeth, resta o exemplo de dedicação e comprometimento com a nobre missão de salvar vidas.  

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Evaldo Cabral de Mello: um contador de estórias

O pesquisador Evaldo Cabral de Mello acabou de ser eleito para Academia Brasileira de Letras e já causou polêmica.
"D. Pedro era um maluco. Que sorte pode ter um país que consegue a independência sob a égide de um cafajeste, como D. Pedro, criado nas estrebarias, um sujeito que dava pontapé em senhora grávida (a mulher dele, D. Leopoldina".
Evaldo Cabral de Mello 
Evaldo Cabral de Mello
Bel Pedrosa
O Globo
Eleito para substituir João Ubaldo Ribeiro, cujo patrono é  o Padre António Pereira Sousa Caldas e o fundador foi João Manuel Pereira da Silva, em seu discurso de posse resolveu não fazer a tradicional alusão aos seus antecedentes na Casa, esquecendo-se de citá-los durante a posse. 

Além deste mal estar, Evaldo chocou os leitores do jornal "O Globo", na edição de 29.03, na entrevista que foi intitulada "O Brasil é o país da megalomania até na corrupção", mostrando pleno desconhecimento da história do país, como pode ser visto na transcrição de duas perguntas, feitas ao pesquisador:
[Jornal O Globo] "A História do Brasil é cheia de casos de corrupção..."
[Evaldo Cabral de Mello] "É verdade, mas não tinha a gravidade deste caso da Lava-Jato porque o país era mais pobre. O que havia antes, comparado com este caso agora, é coisa de criança. Hoje chama muita atenção o vulto da roubalheira. O brasileiro não tem noção de medida. Ele perde isso em qualquer atividade a que se dedique. Inclusive a de roubar. Aqui tudo toma dimensões continentais, como o tamanho do país. O Brasil é vítima da megalomania. Se eu ainda escrevesse livros, escreveria “De D. Pedro I a Lula, a megalomania brasileira.”
Nesta pergunta, o novo "imortal" refere que outros casos de corrupção, anteriores a Lava-Jato não tinham gravidade. Ora, o governo petista, completando em 2015, 13 anos, já acumula mais de 30 casos de corrupção, que somados extrapolam os 88 bilhões investigados na operação "Lava-Jato". Em seguida, dando noções de ética e moral, ensina que "o brasileiro não tem noção de medida. Ele perde isso em qualquer atividade a que se dedique. Inclusive a de roubar", como se quantidade do roubo tivesse tanta importância quanto a intenção de roubar... Depois, coloca, sem nenhuma argumentação, o nome de Dom Pedro I em suas acusações, inferindo que desde sua época, ou seja, há 185 anos, o Brasil está mergulhado numa megalomania por corrupção! Destaca-se o fato de que, em todos os anos do Império, não houve absolutamente nenhum caso de corrupção envolvendo nomes de membros da Família Imperial.
[Jornal O Globo] "Da onde vem esta nossa megalomania?" 
[Evaldo Cabral de Mello] "Vem desde D. Pedro. Ele bolou um país desse tamanho quando já éramos tão diversificados. E o país só fez diversificar de lá pra cá, com a imigração alemã, a italiana... O primeiro ministro anterior a José Bonifácio era Conde dos Arcos. A ideia dele era fazer do Brasil cinco países menores, presididos por cinco membros da Casa Real Portuguesa. E D. Pedro chegou a se animar com a ideia. Mas aí chegou o José Bonifácio, outro megalomaníaco, e acabou com isso. D.Pedro era um maluco. Que sorte pode ter um país que consegue a independência sob a égide de um cafajeste, como D. Pedro, criado nas estrebarias, um sujeito que dava pontapé em senhora grávida (a mulher dele, D. Leopoldina)?"
Evaldo Cabral de Mello afirma, mais uma vez, que megalomania vem desde Dom Pedro (supostamente o I, já que o pesquisador não diferencia), argumentando que a diversidade de etnias e culturas (como as alemãs e italianas), que enriqueceu o país, é a causa  de todos os problemas. Também o ato de Dom Pedro I unificar os 8.515.767 km² sob uma única bandeira - criando o Brasil, evitando a divisão, como ocorreu com a América espanhola, foi criticado pelo pesquisador Evaldo Cabral de Mello. Fato desconhecido deste pesquisador, é que o esfacelamento da América Espanhola foi a grande responsável pelas lutas sangrentas da independência, do caudilhismo, e dos regimes totalitários que se fizeram naqueles países latinos. Ao contrário, no Brasil a independência foi uma cissão familiar, acordada sem banhos de sangue e sem caudilhismo nenhum. A diversidade cultural, feita pela composição daqueles que construíram o país, sob a égide da Coroa Portuguesa e depois do Império, engrandeceram e enriqueceram o Brasil.

Mostrando que não é adepto de fontes fidedignas, Evaldo cita uma estória, em que afirma que o Conde dos Arcos era a favor da divisão do Brasil e que teria, em algum momento, convencido Dom Pedro I desta ideia, o que não possui nenhuma confirmação formal pela historiografia.

Para finalizar, ofende a figura de Dom Pedro I, grande criador da identidade e nacionalidade brasileira, que concedeu a Independência ao país, o colocando como "cafajeste". Ora, que mérito tem um pesquisador que acusa falaciosamente, sem oferecer provas, numa tentativa de denegrir a imagem do Imperador, vendendo uma imagem tal qual a oferecida pela república em seu livros didáticos? Segue, Evaldo Cabral de Mello, repetindo velhos absurdos sem razão: referindo que o Imperador foi criado em "estrebarias". Otávio Tarqüino de Souza, em sua obra "A vida de Dom Pedro I", tomo 1, ensina que Dom Pedro I foi educado pelos preceptores Dr. José Monteiro da Rocha e frei Antônio de Nossa Senhora da Salete, grandes nomes da cultura da época, além de ter tido aulas com Padre José Maurício Nunes Garcia, Marcos Portugal e Sigismund Neukomm. Falava, lia e escrevia em português, francês e latim, além de compreender o alemão e o inglês. Tinha vocação para música e sabia tocar instrumentos como piano, flauta, fagote, trombone, violino, clarinete, violão, lundu e cravo, tinha também grande tino para poesia, sendo dele conhecidos alguns versos. Foi o compositor do Hino da Independência. Dom Pedro I foi criado entre os Palácios de Queluz, em Portugal, e São Cristóvão, no Rio de Janeiro.

Dom Pedro I compondo o Hino da Independência


Além de manifestar completo desconhecimento sobre Dom Pedro I, o "pesquisador" ignora as últimas descobertas arqueológicas realizadas nos despojos Imperais da cripta do Ipiranga, em São Paulo. Em 2013, a Professora Valdirene do Carmo Ambiel realizou a exumação do corpo de Dom Pedro I, Dona Leopoldina e Dona Amélia, sepultados na Cripta Imperial do monumento à Independência, ocasião em que foram realizadas inúmeras pesquisas que atestaram que que a Imperatriz Dona Leopoldina não morreu vitimada por uma agressão do Imperador Dom Pedro I, conforme sugere o "novo imortal".

Durante a entrevista, Evaldo, quando perguntado se gostava de ser brasileiro, respondeu, "não é questão de gostar. É questão de ser. Se pudesse escolher um outro país para nascer em outra encarnação, escolheria a Nova Zelândia".

Como se vê, Evaldo Cabral de Mello segue a linha do colega Zuenir Ventura. Na internet e nos círculos de discussão sobre história, onde o tema ganhou repercussão, há quem diga "não levem a mal, o que Evaldo entende é sobre a ocupação holandesa e não sobre o Brasil e os Brasileiros". 

Com Zuenir Ventura, Evaldo Cabral de Mello, José Sarney e Fernando Henrique Cardoso nos quadros da Academia Brasileira de Letras, o que se pode esperar da intelectualidade brasileira? 

Se o leitor quiser se manifestar a Ancelmo Gois, do jornal "O Globo" ou a "coluna do leitor" daquele jornal, escreva para: 


Para ler (e não se enganar!):




A vida de Dom Pedro I, de Otávio Tarqüino de Souza, 1954 (Livro em 3 volumes)

XXV Encontro Monárquico será em junho, no Rio de Janeiro

O Instituto Pró Monarquia já divulgou a data do XXV Encontro Monárquico.

Em 6 de junho, ocorrerá na cidade do Rio de Janeiro, antiga capital do Império, a maior reunião anual dos monarquistas brasileiros. Em sua vigésima quinta edição, como já é tradicional, o encontro espera congregar brasileiros de todos os Estados para discutir temas importantes sobre o país. No dia seguinte, os monarquistas se reunirão para a Missa Solene em Ação de Graças e almoço festivo em homenagem ao Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança,  que comemorará seus 77 anos.

Em breve será divulgado o programa detalhado com os horários e locais dos eventos e celebração. 

Agende-se e compareça. Conheça as propostas da Monarquia e ajude a restaurar o Brasil:

6 de junho - Encontro Monárquico - Rio de Janeiro

7 de junho - Missa Solene em Ação de Graças e almoço festivo em homenagem aos 77ª aniversário do Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança

Para maiores informações, escreva para Rua Itápolis, 873 - Pacaembu, CEP 01245-000, São Paulo - SP ou para eventos@monarquia.org.br.

domingo, 5 de abril de 2015

Mensagem de Páscoa do Chefe da Casa Imperial do Brasil, S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança



O Blog Monarquia Já também deseja aos seus leitores, colaboradores e amigos, feliz e Santa Páscoa.

ATENÇÃO


Em caso de cópia do material exposto: considerando a lei 9610/98, o plágio é crime. As obras literárias e fotográficas existentes neste espaço são de uso exclusivo do Blog Monarquia Já. Ao copiar qualquer artigo, texto, fotografia ou assemelhado, o Blog Monarquia Já deve, obrigatoriamente, ser citado.

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