domingo, 28 de junho de 2015

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sábado, 20 de junho de 2015

Dom José Palmeiro Mendes visita Dreux e Eu

Na França, Dom José Palmeiro Mendes é recebido pelo Herdeiro do Trono, celebra Missa em sufrágio da alma dos Príncipes Brasileiros sepultados em Dreux e visita o Castelo d’Eu, último abrigo da Princesa Dona Isabel, a Redentora. 


O Brasão do Império Brasileiro entrelaçado com o brasão da França, encimado pela Coroa Imperial do Brasil, pelo casamento da Princesa Dona Isabel com o o Príncipe Gaston d'Orléans, Conde d'Eu 


Existem dois locais na França particularmente ligados ao Brasil Imperial, que bem merecem ser descobertos e valorizados pelos brasileiros que visitam aquele país. São eles a Capela Real de Dreux e o Castelo d´Eu. Dreux é uma localidade bem próxima a Paris, havendo trens em vários horários, enquanto Eu, na Normandia, é um pouco mais distante, mas mesmo assim, se o visitante usa um automóvel ou ônibus de turismo especial, pode ir e voltar a Paris no mesmo dia.

Em Dreux está localizada a Capela Real, onde está sepultado Luis Filipe I, Rei dos Franceses, e muitos de seus descendentes. Ali, também foram sepultados a Princesa Dona Isabel, a Redentora, em 1921, o seu marido, o Conde d´Eu, no ano seguinte, permanecendo em simples, mas expressivos jazigos, até 1953, quando seus corpos foram trasladados para o Brasil. Mas na Capela Real de Dreux estão sepultados até hoje, outros membros da Família Imperial Brasileira: dois filhos de Dona Isabel, o Príncipe Imperial Dom Luiz (+ 1920), com sua esposa Dona Maria Pia (+ 1973) e o Príncipe Dom Antonio (+ 1918). Ali repousa igualmente, o jovem Príncipe Dom Luiz Gastão (+ 1931), filho mais moço de D. Luiz e irmão do Príncipe Dom Pedro Henrique, Chefe da Família Imperial Brasileira, de 1921 a 1981. Devem, enfim, ser mencionadas duas princesas brasileiras, que casaram com príncipes de Orléans: Dona Francisca (+ 1898), casada com o Príncipe Francisco de Orléans, Príncipe de Joinville e filho do Rei Luiz Filipe I, e Dona Isabel (+ 2003), esposa do Conde de Paris, Henrique VI de Orléans, Chefe da Família Real da França.


A Capela Real de Dreux

O interior da capela

A claraboia da cúpula central 

O Rei Luiz Filipe e a Rainha Maria Amélia 

O túmulo do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, cognominado Príncipe Perfeito, em Dreux

O túmulo do Príncipe Dom Antonio, filho da Princesa Dona Isabel, falecido durante combate da I Guerra Mundial 

Túmulo do Príncipe Dom Luiz Gastão, filho do Príncipe Perfeito e da Princesa Dona Maria Pia

A bela arte tumular representa o pequeno Duque de Chartres em sua sepultura 

Os vários túmulos de Dreux


Dom José Palmeiro Mendes, Abade emérito do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro e muito ligado à Família Imperial, passando recentemente por Paris, foi até Dreux na manhã do dia 20 de maio passado. Foi recebido muito cordialmente, em sua residência  junto à Capela Real, pelos Duques de Vendôme, Príncipe Jean de França e por sua esposa, a Princesa Philomena, que são os Delfins de França, sendo o Príncipe Jean Herdeiro do Trono e  futuro sucessor do atual Conde de Paris. Recepcionou também o abade beneditino brasileiro, a irmã da Princesa Philomena, Margarita de Tornos y Steinhart.

Tendo, ao meio-dia, terminado a visitação pública da Capela, Dom Abade José celebrou missa na Capela Real na intenção dos Príncipes e Princesas brasileiros ali sepultados. Participaram da celebração o Príncipe Jean, a Princesa e sua irmã. Estiveram também presentes na Capela os três pequenos Príncipes, filhos do Príncipe Jean: Gaston (5 anos), Antoinette (3 anos) e Louise Marguerite (9 meses). Após a missa, Dom José almoçou com os Príncipes em sua residência. Durante a visita, foi lembrada a presença do Duque de Vendôme no Rio de Janeiro, em outubro de 2009, para o casamento da Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança com o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg. Conversaram também a respeito de um eventual processo de beatificação da Princesa Isabel, que é trisavó do Duque de Vendôme, Dom Abade José manifestou seu o interessado em descobrir documentos – sobretudo cartas da Princesa ou sobre ela – nos Arquivos da Família Real Francesa.


M. o Duque de Vendôme - Príncipe Jean d'Orléans, a Princesinha Antoinette, S.E.R., Dom José Palmeiro Mendes, o Príncipe Gaston, Mm. a Duquesa de Vendôme - Princesa Philomena, com a Princesinha Louise Marguerite e a Srta, Margarita de Tornos y Steinhart 
Imagem: Blog Monarquia Já


No dia seguinte, o abade brasileiro foi ao Castelo d’Eu, na Normandia, tão ligado à Princesa Isabel e ao Conde d´Eu. A Família Imperial Brasileira lá viveu boa parte dos anos do exílio. Nele a Redentora morreu. Trata-se de uma imponente construção, iniciada em 1578 e concluída em 1665 pela Grande Mademoiselle, prima do Rei Luis XIV. No século XIX, tornou-se residência do Rei Luis Filipe, que lá recebeu por duas vezes a Rainha Vitória da Inglaterra. Uma grande parte de suas salas permanece no estado de decoração deixado pelo célebre arquiteto Viollet le Duc, entre 1874 e 1879. Em 1902 sofreu um grande incêndio. Em 1905 foi comprado do primo, Duque de Orleans, pelo Conde d´Eu, instalando-se então ali a Família Imperial Brasileira, no exílio desde 1889. A Princesa Isabel e sua família passavam uma parte do ano ali, e a outra num palacete em Boulogne-sur-Seine, no arredores de Paris. Depois da morte dos Condes d´Eu em 1921 e 1922, instalou-se no Castelo o filho mais velho, Dom Pedro de Alcântara, com sua família. Após múltiplas peripécias, a cidadezinha de Eu comprou o Castelo em 1964 e ali instalou a sua Prefeitura e o Museu Luis Filipe. Em vários cômodos e ambientes, o Castelo conserva lembranças, como fotos, quadros e outros objetos, que pertenceram a Família Imperial Brasileira, Destaca-se uma berlinda, do Rei Dom João V de Portugal, levada para o Rio de Janeiro e depois transferida para o Castelo d´Eu com muitos objetos brasileiros de D. Pedro II e de D. Isabel. Na biblioteca há muitos livros, que merecem serem analisados para saber quais eram parte do acervo do tempo da Princesa e do Conde d´Eu.


O castelo d'Eu

o Conde d'Eu e a Princesa Isabel com os filhos, noras e netos no castelo d'Eu. entre os avôs, o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, pai do atual Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz.
Imagem: Museu Luiz Filipe do castelo d'Eu

A primeira visita da Rainha Victória ao Rei Luiz Filipe I, no castelo d'Eu
Imagem: Museu Luiz Filipe do castelo d'Eu

A reconstrução do castelo executada pelos Orleans e Bragança em 1902
Imagem: acervo da Condessa de Paris 


A berlinda que pertenceu ao Rei Dom João V de Portugal e à Família Imperial Brasileira conservada no castelo d'Eu
Imagem: Blog Monarquia Já

O Salão Preto do castelo d'Eu em imagem da época em que a Família Imperial residia no castelo. Vê-se o quadro do Imperador Dom Pedro II no Rio Grande do Sul durante a Guerra do Paraguai
Imagem: Museu Luiz Filipe do castelo d'Eu


De carro, Dom Abade José foi gentilmente conduzido pelo ilustre cicerone Sr. François Terrade, administrador da Associação dos Amigos do Museu Luis Filipe do Castelo d´Eu. Já, no Castelo, foi recebido pela Sra. Marie-Christine Petit, adjunta do Prefeito da Cidade d´Eu para assuntos relativos ao patrimônio, a cultura e acontecimentos culturais (posteriormente o Prefeito apareceu exclusivamente para cumprimentar o visitante brasileiro), o Sr. Alban Duparc, encarregado da conservação e diretor do Museu Luis Filipe do Castelo d´Eu, a Sra. Yvonne de Vaucorbeil (amiga muito próxima da Condessa de Paris), administradora da Associação dos Amigos do Museu, e o Sr. e Sra. Demarquet, da paróquia de Saint-Michel sur Bresle et Yerre, onde Dom Abade celebrou Missa.


Jornal Courrier Picard
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Imagem: Blog Monarquia Já

Jornal Informateur
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Imagem: Blog Monarquia Já

Jornal Paris Normand
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Imagem: Blog Monarquia Já



A presença do monge brasileiro em Eu, interessado em informações sobre a Princesa Isabel, Condessa d´Eu, chamou a atenção da imprensa local e vários repórteres foram ao Castelo para entrevistá-lo, sendo necessário organizar uma coletiva de imprensa. Notícias destacadas sobre a possibilidade de um processo de beatificação da Princesa foram publicadas nos dias seguintes pelo “Courrier Picard”, “Paris Normand” e “Informateur”. Dom Abade José foi também entrevistado por um canal local de televisão.

A REPÚBLICA SERVE-SE DO POVO: Marcelo Odebrecht ameaça derrubar a República

Clique e leia a notícia


“Terão de construir mais 3 celas: para mim, Lula e Dilma”
Emilio Odebrecht, sobre a prisão do filho Marcelo, na Operação Lava-Jato. 
Revista Época


É o que o Blog Monarquia Já vem sustentando há mais de 5 anos e o que a República vem demonstrando descaradamente: os brasileiros estão nas mãos de grupos de interesses, são vítimas de conluios e sustentam ideologias doentes. Os brasileiros são roubados diariamente! Neste sistema, quem manda são os corruptos.

O governo de Dilma Rousseff ilustra bem a república. Tradicionalmente envolta em corrupções e na desordem, evolui para o caos absoluto, prejudicando todos os brasileiros e, consequentemente, o país. Os conluios partidários obrigam o voto em candidatos despreparados e sem formação moral e intelectual para o governo, situação que se repete no Congresso Federal.

A República não é legítima, serve a partidos e não aos cidadãos. Que legitimidade tem um sistema assentado em casos de corrupção e subordinado a empresários que, de acordo com sua conveniência, sustentam ou destroem a república?

Somente a monarquia legou ao Brasil a estabilidade política mais duradoura de sua história. Afinal, que estadistas da república se equiparam a Dom Pedro II? Que parlamentares atuais podem ser comparados a Joaquim Nabuco, Afonso Celso de Assis Figueiredo, Visconde de Ouro Preto ou João Alfredo Correia de Oliveira?

A república e seu agente Luiz Inácio Lula da Silva
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Imagem: Veja

domingo, 14 de junho de 2015

Monarquia: a única solução para o Brasil!

A XXV edição do Encontro Monárquico, ocorrido no dia 06 de junho, no Rio de Janeiro, alcançou grande sucesso.

Monarquistas de todas as regiões do Brasil se encontraram para discutir temas ligados a história e a atualidade do país. Em brilhantes palestras, os participantes aperfeiçoaram o conhecimento sobre assuntos ligados a política, a diplomacia, a educação e a história.

A juventude presente no XXV Encontro Monárquico: na mesa de honra do evento, o jovem editor do Blog Monarquia Já, Dionatan da Silveira Cunha, o reconhecido monarquista Dr. Aécio Beltrão, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança e o Juiz da 11ª Vara Cível de Goiânia, Dr. Carlos Damascena, acompanham a palestra do Conselheiro do Ministério da Relações Exteriores, o diplomata Alan Coelho Séllos
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias  


Decanos, como o renomado Professor Rogério da Silva Tjäder, com mais de 7 décadas dedicadas a Causa Monárquica, deram lições ao grande número de jovens presentes. Foi destaque deste Encontro, a participação das jovens lideranças. Seguindo o que já aconteceu na edição anterior, a juventude monarquista foi ao púlpito falar das iniciativas que se multiplicam nos Estados brasileiros. Em 2015, falaram jovens líderes do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.

O Príncipe Imperial cercado pela juventude
Imagem; Cristina Froes e Dilermando Dias

Eduardo Tozzini, do Paraná, fala das vitórias da juventude monarquista em seu Estado
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias

Marcus Falleiros palestra sobre os trabalhos desenvolvidos em São Paulo
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias

Natan Oliveira e Bernardo Meger Bravo contam ao público sobre a recente criação da página "Catalizadores da Real"
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias

Caio Bellote Delgado Marczulk, de Minas Gerais, discursa sobre o sucesso da juventude monarquista em Minas Gerais
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias 

Diego Mayer, de Santa Catarina, fala sobre a atual situação do Brasil e o papel da juventude
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias 


Marcos André da Silva, de 24 anos, que participou pela primeira vez Encontro Monárquico, disse: “O Encontro foi sensacional. A Monarquia é a solução para o nosso país. Neste ano em que os brasileiros acordaram e foram até pra ruas, num contexto onde faltam lideranças e sobram casos de corrupção e desonestidade, Dom Luiz de Orleans e Bragança está disponível para servir o país. Este Príncipe nos representa!”.

O Conde Alexander de Stolberg-Stolberg com a família no Brasil

Visitando o Brasil com a esposa e o filho, o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg participou do XXV Encontro Monárquico, que reuniu monarquistas de todas as partes do Brasil, no Rio de Janeiro, antiga capital do Império. No dia 07, o Conde e sua esposa, a Princesa Dona Isabel, compareceram a Santa Missa Solene, em Ação de Graças pelo 77º aniversário do Chefe da Casa Imperial do Brasil.

O Conde Alexander de Stolberg-Stolberg na mesa de honra de abertura do XXV Encontro Monárquico
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias

Dom Bertrand de Orleans e Bragança com o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias

O Príncipe Imperial e o Conde Alexander atentos a primeira conferência sobre a superioridade da Monarquia 
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias

Durante o evento o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg estava a disposição de todos
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias


O casal chamou atenção dos presentes, que com admiração e respeito, cercaram-os para conversar e tirar fotos. Participando ativamente dos eventos, o Conde pode manifestar sua admiração pela história do Brasil e pelos brasileiros.

Os Conde de Stolberg-Stolberg e o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança na Missa Solene em Ação de Graças pelos 77 anos do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, com a sobrinha, a Princesa Dona Isabel, e o marido desta, o Conde Alexander Stolberg-Stolberg
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias

No adro da igreja, os Conde e o Príncipe Dom Bertrand são cercados pelos presentes
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias

O editor do Blog Monarquia Já, Dionatan da Silveira Cunha, entre o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg e a Princesa Dona Isabel, Condessa de Stolberg-Stolberg
Imagem: Cristina Froes e Dilermando Dias


Ainda durante sua estada, o Conde Alexander lançou a revista Magnificat, importante publicação católica da liturgia diária, que circula em toda Europa, EUA e México e agora, por iniciativa do Conde, no Brasil. A revista pode ser acessada em www.magnificatbrasil.com.br


Saiba mais sobre o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg:

Sua Alteza Ilustríssima, o Conde Alexander Heinrich Martin Christoph Antonius Franzisjus Xaverius Benedictus Hubertus Maria zu Stolberg-Steolberg, tem 41 anos, nasceu em Frankfurt, é economista, graduado na Universidade de São Galo, na Suécia, é Mestre em Gestão de Bancos e trabalha na área financeira, onde tem longa experiência.  É filho dos Condes Franz Joseph e Jacqueline de Stolberg-Stolberg.

Em cerimônia histórica, na qual compareceram Chefes de Casas Reais, além da nobreza e da aristocracia da Europa, casou-se em 2009, no Rio de Janeiro, com a Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança, filha do Príncipe Dom Fernando e da Princesa Dona Maria da Graça de Orleans e Bragança, sobrinha do Chefe da Casa Imperial do Brasil, S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança.

A Casa de Stolberg é uma família mediatizada alemã, ou seja, uma daquelas famílias que um dia estiveram à frente de um dos numerosos pequenos Estados da Alemanha e que são consideradas iguais de nascença às atuais famílias soberanas da Europa. Faziam parte da II parte do famoso Almanaque de Gotha. A genealogia da família Stolberg pode ser traçada desde 1200. Foi gradualmente, por compra ou herança, adquirindo uma série de senhorios e condados. Houve uma partilha das possessões da família em 1645, entre os filhos do conde Cristóvão II (+ 1638), de que descendem as duas linhas atuais: Stolberg-Wernigerode e Stolberg-Stolberg.

A Linha de Stolberg-Wernigerode foi fundada pelo Conde Henrique Ernesto (+ 1672). Foram os Chefes da família feitos membros hereditários da antiga Primeira Câmara do Grão-Ducado de Hesse (1820), membros hereditários da antiga Câmara Prussiana dos Senhores (1854). O Chefe da família recebeu em 1890 a concessão prussiana de Príncipe. Esta linha está divida em vários ramos: Wernigerode, Peterswalden, Jannovitz, Kreppelhof. A maior parte de seus membros são luteranos ou evangélicos, havendo alguns católicos apenas no ramo de Peterswalden. O atual Chefe da família é Filipe Constantino, 5º Príncipe de Stolberg-Wernigerode, nascido em 1967.

Já em 1922, os Stolberg iniciaram um parentesco próximo com a Família Imperial Brasileira, pois a Princesa Bárbara de Bourbon das Duas Sicílias (1902-1947), filha de Fernando de Bourbon das Duas Sicílias, duque de Calábria (irmão da princesa Dona Maria Pia de Orleans e Bragança, esposa do príncipe Dom Luiz, o Príncipe Perfeito), casou-se com o Conde Francisco Xavier de Stolberg-Wernigerode, senhor de Peterswalden (1894-1927).

A II Linha, de Stolberg-Stolberg - a que pertence o marido da Princesa Dona Isabel - tem por fundador o Conde João Martinho (+ 1669). Houve partilha das posses, em 1706, entre os dois filhos do Conde Cristóvão Luis I (+ 1704), que fundaram os ramos de Stolberg-Stolberg e de Stolberg-Rosla, estando este último presentemente extinto. O ramo de Stolberg-Stolberg tem como fundador o Conde Cristóvão Frederico (+ 1738). Houve também para o Chefe da família a concessão prussiana do título principesco em 1893 com direito ao tratamento de Alteza Sereníssima (Durchlaut). O atual Chefe da família é Jost Cristiano, 4º Príncipe e Conde de Stolberg, nascido em 1940, tendo residências na Alemanha e na Bélgica. A linha está dividida em dois grandes ramos: o mais velho é justamente o que tem a frente o Príncipe; seus membros são luteranos. O segundo ramo subdivide-se em várias Casas: Brauna, Paskau, Westheim, sendo seus membros luteranos ou católicos. Todos tem o título de Condes de Stolberg-Stolberg e o tratamento de Altezas Ilustríssimas (Erlaucht). A família é numerosa, tendo por volta de 50 condes e 50 condessas por nascimento.

A 3ª Casa, de Westheim (católicos desde a Pentecostes de 1800), tem por fundador o Conde José Teodoro (+ 1859) e dividiu-se em dois sub-ramos, o 2º tendo por origem o Conde Francisco (+ 1912). A ele pertence o Conde Alexander, que é filho do Conde Josef Emanuel Johannes Albertus Franziskus (Franz) Antonius Hubertus Maria, 72 anos, doutor em Direito, representante bancário, comendador da Ordem Teutônica e cavaleiro da Ordem Constantiniana de São Jorge. Casou ele em Montreal, no Canadá, em 1968, com Jacqueline Florin de Duikingberg, de uma família da nobreza (não titulada) belga, filha de um diretor de banco. O Conde Alexander tem dois irmãos mais moços, o Conde Maximilian, 38 anos, casado em 2003 com uma aristocrata italiana, Cecília Floridi, filha de Vincenzo Romano, Conde Floridi e de Maria Paola, nobile Cadorna, da casa dos Condes Cadorna, e o Conde Cristiano Henrique, 32 anos. Tem ainda uma irmã, a Condessa Isabella, casada com Boris Kisselevsky, filho de Cyrille Kisselevsky e de sua esposa, nascida Luise Elsner von der Malsburg. O Conde Alexander tem uma tia paterna, a Condessa Maria Elisabeth, doutora em filosofia, casada com um tenente-coronel do exército italiano. É ele neto do Conde Martin, que morreu na guerra, em 1940, casado com Ada von Spirlet, filha de Egon, cavaleiro von Spirlet e da baronesa Paula von Ketteler. Notadamente, a família dos Barões von Ketteler é das mais antigas famílias da Westphalia e a ela pertenceu o famoso Bispo de Mogúncia, Mons. Wilhelm Emmanuel von Ketteler (1811-1877), um dos pioneiros da doutrina social da Igreja e que influenciou o Papa Leão XIII para a Encíclica "Rerum novarum".

São tios avós do Conde Alexander: a Condessa Maria Elisabeth, falecida num bombardeiro durante a Guerra em 1944; a Condessa Eugênia (1914-....) casada com Hanno von Halem; a Condessa Wika, 93 anos, viúva de Endre, Barão Bánffy de Losoncz (reside em Buenos Aires); o Conde Guilherme Emanuel (1917-2002), cavaleiro da Ordem de Malta, que casou 1º com Elisabeth, Condessa von Plessen (o casamento foi declarado nulo pela Igreja), e depois com Christiane, Senhora von Braunmühl, com descendência; a Condessa Ludmilla, falecida solteira em 2005; e o Conde Guilherme José, 81 anos, tendo feito três casamentos (o primeiro com uma Princesa de Isenburg), tendo três filhos (o Conde Francisco José, mora em Berlim com a esposa e um filho), a condessa Isabel Juliana, casada com o Príncipe e Duque Leopoldo de Arenberg, e a Condessa Irina, casada com o Conde belga Michel de Liedekerke.


O Conde Alexander e a Princesa Dona Isabel, Condessa de Stolberg-Stolberg, tem um filho, nascido em dezembro de 2014. A família reside em Luxemburgo. 

Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos homenageia S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança

O Diretor Presidente da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos - APAM, de Portugal, esteve no Rio de Janeiro, durante as comemorações dos 77 anos do aniversário do Príncipe Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil, para, em nome da Associação, homenageá-lo.


O Dr. Manuel Beninger conversa com o Príncipe Dom Bertrand de de Orleans e Bragança
Imagem: Dra. Cristina Froes


Representando S.A.R, o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, Chefe da Casa Real de Portugal, o Dr. Manuel Maria Beninger Simões Correia, Diretor Presidente da APAM, fez breve discurso ao fim da Missa Solene, na igreja de Nossa Senhora da Gloria do Outeiro, onde exaltou a figura do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança. Durante o almoço comemorativo, que se seguiu no Windsor Florida Hotel, o Príncipe Imperial do Brasil, em nome do Chefe da Casa Imperial, recebeu uma bela medalha de honra daquela Associação.


A medalha oferecida pela Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos


A Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos integra autarcas (dirigentes políticos) que simpatizam com o ideal monarquista, independentemente da sua filiação partidária ou condição. Criada há pouco tempo, a Associação já apresenta inúmeros projetos e realizações.


Dionatan S. Cunha e o Dr. Manuel Beninger durante as comemorações do aniversário do Chefe da Casa Imperial do Brasil
Imagem: Dra. Cristina Froes



O Editor do Blog Monarquia Já, Dionatan S. Cunha, em conversa com Dr. Manuel Beninger, destacou a importância da iniciativa, que segundo ele, "deve servir de inspiração para os brasileiros". 

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Dom Antonio e Dona Christine de Orleans e Bragança em Portugal

Na Europa, cumprindo uma série de compromissos, Dom Antonio e Dona Christine de Orleans e Bragança são recebidos em Portugal.

Os Príncipes estiveram em Viseu, no dia 05 de junho, onde visitaram a Comissão Vitivinícola Regional do Dão, sendo recebidos pelo Professor Doutor Arlindo Cunha, presidente daquela instituição, que fez uma apresentação  a SS.AA.RR. sobre a região do Dão, grande produtora de vinhos. A apresentação foi seguida de uma visita pelo Solar do Dão, onde Dom Antonio e Dona Christine assinaram o livro de honra e brindaram à produção e a visita ao local.

Dom Antonio e Dona Christine durante a apresentação
Imagem: CVR  

Imagem: CVR 

O brinde dos Príncipes 
Imagem: CVR

Dom Antonio e Dona Christine atentos a produção
Imagem: CVR 

Dom Antonio e Dona Christine são recepcionados no Dão
Imagem: CVR 

 
Dom Antonio e Dona Christine são recepcionados no Dão
Imagem: CVR 

Dom Antonio e Dona Christine são recepcionados no Dão
Imagem: CVR 


Em 08 de junho, os Príncipes, juntamente com suas filhas, Dona Maria Gabriela e Dona Amélia, bem como do genro, o Sr. Alexander James Spearman, ainda em Viseu, foram peregrinar no Santuário de Nossa Senhora da Lapa. Este Santuário, erguido há mais de 500 anos, abriga a imagem original de Nossa Senhora da Lapa, cujo colar e coroa possuem pedras preciosas brasileiras. Esta devoção mariana, levou o Imperador Dom Pedro I a legar seu coração à igreja na cidade do Porto.

Dom Antonio e Dona Christine no Santuário de Nossa Senhora da Lapa
Imagem: Santuário de Nossa Senhora da Lapa

O templo lotado para as celebrações em que estavam presentes os Príncipes brasieliros
Imagem: José Filipe Sepúlveda

O Príncipe Dom Antonio e a Princesa Dona Christine, acompanhados de Dona Maria Gabriela e Dona Amélia e o Sr. Alexander James Spearman 
Imagem: Santuário de Nossa Senhora da Lapa


Em 09 de junho, Dom Antonio e Dona Christine foram a Universidade de Coimbra, onde visitaram as instalações do conceituado centro acadêmico, que contribuiu com a formação de milhares de brasileiros ao longo dos séculos, muitos dos quais patrocinados pelas finanças pessoais dos membros da Família Imperial do Brasil. 

Durante a visita, Dom Antonio e Dona Christine encontraram o brasileiro Max Fernandes, estudante de Medicina em Coimbra, que fez questão de fotografar o momento e enviar a imagem a Associação Causa Imperial.   

Dom Antonio e Dona Christine com Max Fernandes 
Imagem: Max Fernandes

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