sábado, 19 de setembro de 2015

Dois dos mais importantes museus brasileiros foram fechados pela república

O slogan Pátria Educadora, lançado por Dilma Rousseff em seu discurso de posse no Congresso Federal, em janeiro de 2015, permanece sendo uma anedota diante das decisões do governo, que além de cortar 7 bilhões do orçamento para a educação, compromete a busca, a conservação, o estudo e a exposição da história através da falta de investimento nos museus brasileiros.

A república despreza a história nacional.
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O Museu Paulista ou Museu do Ipiranga, fundado para imortalizar a história da Independência do Brasil, está fechado desde agosto de 2013 e tem previsão de reinauguração somente em 2022. Em seu acervo estão esculturas, quadros, joias, moedas, medalhas, móveis, documentos de grande relevância histórica que possuem correspondência com a Independência. Dentre as obras de arte, destaca-se o quadro “Independência ou Morte”, de Pedro Américo.

Já o Museu Mariano Procópio, da cidade mineira de juiz de Fora, está fechado desde 2009 e não tem previsão de reabertura. Contando com um dos mais ricos acervos do país, abriga quadros, esculturas e obras de arte variadas correspondentes ao período monárquico brasileiro, além de reunir inúmeras peças vindas do Palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. O “fardão da maioridade”, usado por Dom Pedro II quando foi considerado maior e apto a imperar, encontra-se neste museu.

No Rio de Janeiro, a situação não é diferente. O chamado Museu Nacional de História Natural ficou fechado 11 dias em janeiro de 2015 por falta de investimento do governo federal. A antiga residência dos Imperadores choca pelo péssimo estado de conservação. O prédio que já havia sido descaracterizado e vandalizado nos primeiros anos de república, agora passa pelo total esquecimento das autoridades e está em ruínas.


Em comum, os três museus contam a história da monarquia no Brasil. Passado que a república insiste em esconder. 

domingo, 13 de setembro de 2015

Aula de economia com Dom Bertrand de Orleans e Bragança: Três princípios para a sanidade socioeconômica de uma nação

Transcrição de entrevista concedida por Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, segundo na linha de Sucessão ao Trono Imperial, em 2014.

“Há três princípios fundamentais para a sanidade socioeconômica de uma nação, que são a Livre Iniciativa, a Propriedade Privada e a o Princípio de Subsidiariedade. O que são estes princípios?

A Livre Iniciativa, porque o homem sendo livre e inteligente, por ser uma criatura de Deus, sabe o que deve fazer, ele não precisa de um Estado tutelando a ele. A prova que a Livre Iniciativa é necessária, basta comparar os países comunistas com os países livres. Nos países comunistas, onde não há livre iniciativa, se inibe a capacidade criativa de um povo. Deu um desastre nos países comunistas, uma experiência que custou 100 milhões de vidas à humanidade, mortos pelos comunistas.

A Propriedade Privada o que é? Se eu sou livre, eu sou o dono do fruto do meu trabalho. Agora, o que é propriedade? A definição mais curta, mais cristalina da propriedade foi dada pelo Papa Leão XIII: “trabalho acumulado”. Eu trabalho o necessário para o meu sustento, eu trabalho algo a mais que para o meu sustento, dia a após dia eu economizo este algo a mais - eu somo este algo a mais. Com isso eu tenho a minha propriedade, eu compro minha roupa, meu automóvel, minha casa, minha fazenda, minha empresa. É meu! Se eu não sou dono do fruto do meu trabalho, eu sou um escravo do Estado. A propriedade é a garantia da liberdade.

O Princípio da Subsidiariedade é o princípio segundo o qual um superior não deve fazer o que o inferior não for capaz de realizar por si. Simplificando à realidade nacional, nós temos a família, que é  célula mater da sociedade, o município, o estado e a federação. O município só deveria fazer o que o conjunto das famílias que compõem aquele município (conjunto de famílias também são associações comercias, as empresas, os grupos culturais, etc., aquele todo orgânico de um município), o que esse todo orgânico não for capaz de fazer, o município deve fazer. Acima disso está o governo do estado, o governo do estado só deve fazer o que o conjunto das famílias e dos municípios não for capaz de fazer. Finalmente, o governo da União só deve fazer o que o conjunto das famílias, dos municípios e dos Estados não forem capazes de fazer. De tal forma que no topo desta pirâmide, o governo da União seja pequeno, leve, ágil, capaz de indicar as grandes soluções para a nação, capaz de dar os grandes rumos. No Brasil, nós temos exatamente o contrário, nós temos a pirâmide de cabeça para baixo, com um governo da união hipertrofiado, que sangra os Estados, que corta os municípios, que depena as famílias. Nós temos a mais alta carga tributaria de um país. São 40% do PIB em impostos, se for considerar os serviços que o Estado promete dar, mais multas, loterias, taxas, etc., daria praticamente 60%, porque nós somos 60% escravos do Estado. Por quê? Porque não se respeita o Princípio de Subsidiariedade, não se respeita a Livre Iniciativa e não se respeita a Propriedade.”


ATENÇÃO


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