terça-feira, 19 de abril de 2011

FALLECE EN ESTORIL LA PRINCESA TERESA DE ORLEANS-BRAGANZA, TÍA DEL REY JUAN CARLOS E BISNIETA DEL ÚLTIMO EMPERADOR DEL BRASIL

A imprensa internacional divulga a morte da Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança.

"FALLECE EN ESTORIL LA PRINCESA TERESA DE ORLEANS-BRAGANZA, TÍA DEL REY JUAN CARLOS E BISNIETA DEL ÚLTIMO EMPERADOR DEL BRASIL

Por Ricardo Mateos de Extra Confidencial


Aunque la noticia parece haber pasado por el momento inadvertida, ayer día 18 falleció en su residencia de Estoril, en Portugal, la Princesa Teresa de Orleáns-Braganza personaje singularísimo de la realeza europea y una de las últimas grandes damas de la vieja generación de princesas europeas. Su fallecimiento, a los 91 años, tuvo lugar en su propia casa de la rua D. Afonso Henriques, una hermosa villa casi colindante con la vecina “Villa Giralda” en la que los Condes de Barcelona, el Rey don Juan Carlos y sus hermanos pasaron sus años de exilio en Estoril Bisnieta de don Pedro II, el último emperador del Brasil, la Princesa Teresa era la decana tanto de la casa imperial del Brasil como de la casa real de Francia, y tía del Rey don Juan Carlos que siempre mostró un marcado afecto por ella a quien trató íntimamente durante aquellos largos años de exilio portugués.

Alta, extremadamente elegante, distinguida y singular, Teresa de Orleáns-Braganza era una princesa poco convencional con un notable temperamento y poseía un espíritu libre que siempre le permitió vivir de acuerdo a sus criterios personales, aunado a un excelente sentido del humor que sabía ganarse todos los afectos. Nacida en la villa de sus padres, los príncipes Pedro e Isabel de Orleans-Braganza, en la localidad francesa de Boulogne-Billancourt, su vida transcurrió principalmente entre Francia, el Brasil de sus antepasados y Portugal. Muchos fueron los proyectos matrimoniales de los que se habló para ella (al Archiduque Otto de Austria, el Príncipe Carlos de Bélgica, el Duque de Braganza, o el Príncipe Constantino de Baviera), pero el único que estuvo a punto de concluirse fue con su primo el príncipe español Carlos de Borbón y Orleáns, el hermano de la Condesa de Barcelona fallecido en acto de combate durante la guerra civil española.
Íntima de la familia real española

Establecida en Portugal a comienzos de los años 50 la Princesa Teresa fue, además de prima y concuñada, una de las más grandes amigas de la Condesa de Barcelona a quien dio apoyo en sus momentos más difíciles, y una de las personas más habituales de “Villa Giralda” en aquellos años en los que también se hacían presentes en Portugal sus hermanos la Duquesa de Braganza, la Condesa de París, y el Príncipe Pedro de Orleáns-Braganza, cuñado de los Condes de Barcelona.

En 1957 contrajo matrimonio en Sintra con Ernesto Martorell Calderó, un industrial de origen catalán establecido en Lisboa con quien fue madre de dos hijas: Elisabeth (ahijada del Rey don Juan Carlos) y Nuria. Viuda desde 1985 su figura continuó imprimiendo carácter en Estoril donde casi todos los veranos recibía la visita de la Infanta doña Margarita, y donde era fácil encontrarse con ella en distintos lugares siempre haciendo gala de su carácter jovial y socarrón y de su sentido del humor.

La vimos por última vez en un acto público en España asistiendo la boda del Príncipe de Asturias y es muy probable que el rey Don Juan Carlos y las Infantas Doña Pilar y Doña Margarita decidan viajar a Portugal para asistir a su sepelio. Última gran dama de los tiempos dorados del Estoril de los reyes y los príncipes, su muerte ha sido muy sentida por los miembros de las familias reales de España, Francia, Brasil y las Dos Sicilias que pierden con ella a una de las más singulares princesas de otro tiempo."

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Também disponível no blog Família Real Portuguesa. Acesse.

Falecimento da Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança: fotobiografia ajuda relembrar quem foi esta grande mulher

Acompanhe as fotografias que retratam diversos momentos da vida de S.A. a Princesa Senhora Dona Teresa de Orleans e Bragança.

Com os pais, Dom Pedro e Dona Elisabeth, e os irmãos, Dom João, Pedro Gastão, Dona Isabel - Condessa de Paris e Dona Maria Francisca - Duquesa de Bragança. Dona Teresa aparece junto a mãe com três anos de idade



Dom Pedro de Alcâtara e sua família em foto de jornal da época

 
A família mais uma vez reunida no Castelo d'Eu



No Brasil, a família reunida. Dom Pedro já havia casado duas filhas, a Condessa de Paris e a Duquesa de Bragança, já possuia 5 netos. Dona Teresa aparece ao fundo, sendo a primeira da esquerda para a direita, em pé.


Após a morte de Dom Pedro de Alcântara a família se reúne para a foto


Nos 70 anos da Condessa de Paris. Dona Teresa e a irmã aparecem sentadas



Em 1995, Dona Teresa e o irmão, Dom Pedro Gastão no casamento do sobrinho, Dom Duarte de Bragança



Em 1998, os irmaõs mais uma vez reunidos para o aniversário de 90 anos do cunhado, o Conde de Paris




Em Portugal, reunida com o Chefe da Casa Imperial do Brasil, o primo Dom Luiz de Orleans e Bragança




Em outra ocasião, também em Portugal, como o Chefe da Casa Real daquele país, o sobrinho Dom Duarte e ,com o Chefe da Imperial do Brasil, o primo Dom Luiz de Orleans e Bragança


Em 2008, depois de muito tempo sem vir ao Brasil, Dona Teresa é recepcionada com grandes honras pelas comemorações do bicentenário da vinda da Família Real Portuguesa ao Brasil



Ainda em 2008, celebração na Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos acompanhada dos Herdeiros do Trono do Brasil e de Portugal






Dona Teresa e o Rei da Espanha, Dom Juan Carlos I, no funeral do irmão, Dom Pedro Gastão em 2007



Foulques d'Orléans e Dona Teresa no casamento do Duque e da Duquesa de Vendôme


Ainda na mesma ocasião o conde Luís de Limburg-Stirum ao lado de sua esposa, e de D. Thereza Martorell e sua filha D. Núria


Em maio de 2011, a Família Real Portuguesa e a Princesa Dona Teresa participaram da recepção a S.S. o Papa Bento XVI, no Terreiro do Paço, em Lisboa


Em uma das últimas aparições públicas, Dona Teresa é fotografada na companhia de amigos, em frente da Fundação Mario Soares, em Lisboa, falando do Brasil Império


A Família segue com o funeral da Princesa na casa onde ela residiu por anos, ao longo do dia foram realizadas missas e aguarda-se notícias sobre onde será sepultada.

Mensagem do Instituto Pró Monarquia sobre o falecimento da Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança

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"Cumprimos o dolorido dever de comunicar aos monarquistas brasileiros e amigos da Família Imperial o falecimento, na madrugada do dia 18, em sua residência no Estoril, Portugal, de Sua Alteza Real a Princesa D. Teresa Teodora de Orleans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz, última neta sobrevivente da Princesa D. Isabel, a Redentora.

Filha mais nova do Príncipe D. Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança, nascida em 1919, era assim prima-irmã do Príncipe D. Pedro Henrique de Orleans e Bragança, pai e antecessor do atual Chefe da Casa Imperial do Brasil, S.A.I.R. o Príncipe D. Luiz; e tia do Chefe da Casa Real portuguesa, S.A.R. D. Duarte, Duque de Bragança.

Casou-se em 1957 com o Sr. Ernesto Martorell y Calderó, falecido em 1985, tendo dele duas filhas, Elizabeth e Nuria, com quem compartilhou seus últimos anos de vida, marcados pela insidiosa enfermidade - encarada com ânimo decidido e espírito sobrenatural - que terminaria por vitimá-la.

Ao completar 90 anos teve as seguintes expressões: “O segredo para se chegar a essa idade é ser feliz e uma boa cristã, amar a Deus e acreditar sempre. Se não perdermos essas capacidades, conseguimos ultrapassar tudo”.

Radicada em Portugal, D. Teresa conservou sempre grande afeição pelo Brasil, onde cultivava muitas relações e amizades, aqui vindo freqüentemente. Tinha particular estima pelo Príncipe D. Luiz, com quem esteve várias vezes, a última delas em 2008 no Rio de Janeiro por ocasião das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa.

Externando respeitosamente às Famílias enlutadas nossas sentidas condolências, rogamos a todos os amigos da Família Imperial um ato de piedade pelo eterno descanso da ilustre Princesa brasileira."



Pró Monarquia

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Falece a Princesa Dona Teresa, última neta da Princesa Isabel, a Redentora


Faleceu em Estoril, Portugal, na madrugada do dia 18, a Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança, última neta viva da Princesa Dona Isabel, a Redentora.





A Princesa Dona Teresa no Terreiro do Paço, em Portugal, na Recepção ao Papa Bento XVI, em 2010. Foto exclusiva, de Maria Menezes do Blog Família Real Portugeuesa.




Nascida em Boulogne-sur-Seine à 18 de junho de 1919, a Princesa Dona Tereza Teodora de Orleans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz, era filha de Dom Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança, filho da Princesa Isabel que renunciou seu direitos ao Trono do Brasil e, da Condessa tcheca, Dona Elisabeth Dobrzensky de Dobrzenicz. Era irmã da Condessa de Paris; Dona Isabel, da Duquesa de Bragança; Dona Maria Francisca e dos Príncipes Dom Pedro Gastão e Dom João, todos falecidos.

Dona Teresa dedicou parte da sua vida ao trabalho voluntário em postos de atendimento aos necessitados na Europa. Foi também participante ativa da Cruz Vermelha. Com a morte do pai, cuidou de sua mãe até o fim da vida. No dia 7 de outubro de 1957 casou, em Sintra, com o empresário do ramo industrial, Ernesto António Maria Martorell y Calderó (1921-1985), tendo duas filhas, Dona Elisabeth e Dona Nuria.


Com a morte de Dona Teresa, aos 91 anos, acaba-se um ciclo. Dona Teresa representava a ligação física com o Império, remanescente ainda dos tempos de sua avó, Dona Isabel, que assinou a Lei Áurea, e do avô, o Conde d’Eu, herói da Guerra do Paraguai.


Neste momento de grande dor, unimo-nos a todos aqueles enlutados, muito especialmente as filhas, Dona Elisabeth e Dona Nuria. A toda Família Imperial, Família de todos os brasileiros, manifestamos nossas condolências.


Do blog, Dona Teresa recebe nossas mais sinceras homenagens.


Que descanse em Paz.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pró Monarquia promove palestra em São Paulo

Sob os auspícios de S.A.I.R., o Príncipe Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Instituto Pró Monarquia recebe no dia 8 de abril, para palestra à convidados, o Duque Paulo de Oldemburgo.

O Duque falará sobre o tema “A União Européia agredida pela realidade”, tratando de assuntos como a falência dos modelos socializantes, a ofensiva dos ateus versus as raízes cristãs e valores inegociáveis na Europa, o papel da nobreza e das elites tradicionais no mundo de amanhã, entre outros tópicos de grande interesse.     

O conferencista é trineto do Kaiser Guilherme II, da Alemanha, sendo descendente das mais respeitadas Famílias Reais da Europa. Formado em Agronomia, casado, pai de quatro filhos, o Duque é Diretor do Bureau de Bruxelas da Federação Pró Europa Cristiana – FPEC, uma respeitada entidade de orientação católica e conservadora com influência política na União Européia.

Aguarda-se com grande ansiedade este prestigioso evento.    

sábado, 26 de março de 2011

A Biblioteca Nacional lança o site D. João VI: o papel de um legado.


Fonte: Biblioteca Nacional

A Coordenadoria de Pesquisa e a Coordenadoria de Informação Bibliográfica estão lançando o site D. João VI: o papel de um legado.

O projeto possibilita o acesso remoto dos visitantes à versão virtual da exposição homônima, que foi hospedada no Centro Cultural da Justiça Federal na época das comemorações dos 200 anos da chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro. Além da exposição virtual, guiada por módulos explicativos divididos por critérios temáticos e cronológicos, o site disponibiliza ao internauta uma vasta seleção de documentos relativos ao período joanino.

A estrutura do site, os textos e a seleção de documentos baseiam-se no guia de fontes D. João VI: um legado em papel, lançado pela coordenação Geral de Pesquisae Editoração. Esta publicação, que também está disponível para download no site, tem como objetivo auxiliar o pesquisador na busca de documentos relativos ao tema pertencentes ao acervo da Fundação Biblioteca Nacional.

Para a construção do site, foram digitalizados cerca de 120 documentos na íntegra, totalizando mais de 1500 páginas, destacando-se livros raros, manuscritos, gravuras, desenhos, jornais, mapas, documentos legislativos e administrativos, entre outros.

O projeto tem como curadores os professores convidados Ismênia Martins e Vitor Fonseca, da Universidade Federal Fluminense, e conta com o apoio e a colaboração de todos os setores de acervo da FBN.

Para visitá-lo, é só acessar o endereço http://bndigital.bn.br/expo/djoaovi/



SOBRE O PROJETO:


O papel de um legado
 
Em novembro de 1807, a família real portuguesa embarcava para o Brasil como estratégia para escapar da invasão napoleônica e manter o governo do império colonial português. Na bagagem, constavam os bens considerados mais importantes para a monarquia: documentos relativos à administração real, equipamentos necessários para a mesma atividade e o que era considerado tesouro real ou do Estado – ouro, joias, tapeçarias, alfaias em geral e, também, a Biblioteca dos Reis.

A dramática e confusa saída da Corte fez com que a Biblioteca, já embalada para o transporte, fosse esquecida no cais. Somente em 1810, seus "caixões" começaram a chegar ao Rio de Janeiro, o que se estendeu em mais duas levas, até o ano seguinte.

Inicialmente, o acervo foi depositado no andar superior do Hospital da Ordem Terceira do Carmo, mas sendo essas instalações consideradas inadequadas, foi transferido, atendendo ao disposto no decreto de 29 de outubro de 1810, para as catacumbas do Convento do Carmo. Essa data passou a ser considerada a de fundação da Biblioteca Nacional, que atendia pesquisadores devidamente autorizados pelo príncipe regente. Quatro anos mais tarde, ela seria franqueada ao público em geral.

A Biblioteca Real, ainda em Portugal, sempre foi vista como motivo de orgulho pela monarquia, sendo reconhecida pelos sábios como uma das mais preciosas da Europa. O terremoto de Lisboa, em 1755, destruiu seu acervo, cuja reunião fora começada por outro João, o I – o "da boa memória" (1385-1433). Entre as tarefas de reconstrução que então se impunham, a recomposição da Biblioteca foi prioritária.

A nova coleção foi montada com recurso a compras, doações e oportunas tomadias. No início do século XIX, aproximava-se, em termos quantitativos, dos 70.000 itens que possuía antes de 1755, entre manuscritos raros, incunábulos, livros, gravuras, mapas, moedas etc.

No Brasil, seu conjunto continuou crescendo, tanto por doações, como a da coleção de frei José Mariano da Conceição Veloso, especializado em Botânica (1811), quanto por compras, como a do acervo do jurista Manuel Inácio da Silva Alvarenga (1815), da coleção de papéis e gravuras do arquiteto José da Costa e Silva (1818), e da livraria de D. Antonio de Araújo e Azevedo, o conde da Barca (1819).

No retorno à Europa, em 1821, D. João levou apenas uma parte dos manuscritos referentes à história de Portugal. Assim, quando da negociação da independência do Brasil, a coleção foi arrolada e avaliada em termos da indenização devida à família real portuguesa pelos bens e valores deixados no Brasil, atingindo a soma de 800 contos de réis. Seu pagamento constituiu uma parcela do empréstimo de 2 milhões de libras esterlinas com que se inaugurou a dívida externa brasileira com a Inglaterra.

O núcleo inicial, em uma parte trazido e em outra parte adquirido por D. João em terras fluminenses, é apenas uma parcela pequena do total de 9 milhões de peças (entre livros, manuscritos, periódicos, estampas, mapas, partituras etc.) que compõem atualmente seu acervo e fazem da Biblioteca Nacional uma das mais importantes do mundo.

A exposição D. João VI: o papel de um legado, inaugurada em novembro de 2008 no Centro Cultural da Justiça Federal, é agora disponibilizada ao internauta em sua versão virtual. Apresenta peças de variadas naturezas, como documentos administrativos, mapas, livros, manuscritos e gravuras referentes ao Período Joanino que pertencem ao acervo da Biblioteca Nacional. Nosso passeio se inicia com um panorama da Colônia às vésperas da transferência da Corte, passa pelos momentos cruciais da transmigração da Corte Portuguesa em 1807-1808, retrata a sua estadia no Brasil entre 1808 e 1821 – mostrando as transformações na Cidade do Rio de Janeiro para receber os novos moradores, a fundação da imprensa e diversos órgãos administrativos, a redescoberta do Brasil por exploradores europeus das mais variadas nacionalidades – e termina novamente no cais de Belém quando, por exigência daqueles que lá ficaram, El-Rey D. João VI é obrigado a retornar. Com esta decisão, assegurou sua permanência no trono, mas não conseguiu manter a unidade do Império. Essa constatação, no entanto, não invalida sua obra. Ao contrário, fica claro que, se a origem da Biblioteca Nacional se prende à ideia de um legado de D. João, a Casa se assume e é vista, como comprovam suas coleções, o grande número de usuários que as manuseiam e o próprio crescimento constante de seu acervo, como um legado que o Brasil de hoje deixará para o mundo de amanhã – um patrimônio que o presente preserva para o futuro.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Museu Imperial comemora aniversário com reinauguração do pórtico e lançamento de guia

No site do Museu Imperial

"Nesta quarta-feira, dia 16, o Museu Imperial comemorou os 68 anos de sua inauguração e os 168 de fundação da cidade de Petrópolis com uma cerimônia que reuniu autoridades e visitantes. Na ocasião, foi reinaugurado o pórtico de pedra do palácio, que passou por uma restauração de três meses, e lançado o Guia de Visitação do Museu, que passará a ser distribuído gratuitamente a todo o público.

O diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Júnior, ressaltou a importância do restauro para a instituição, a cidade e o país, por se tratar de um bem arquitetônico de grande relevância histórica. “O pórtico é um dos poucos representantes no Brasil do estilo paladiano, inaugurado pelo arquiteto italiano Andre Palladio no século XVI. Foi construído pelo também arquiteto italiano Cristóforo Bonini”, explicou.

Em seguida, o prefeito Paulo Mustrangi saudou a todos os presentes e lembrou o aniversário da cidade. O bispo de Petrópolis, d. Fellipo Santoro, realizou, então, uma benção a todos os presentes, ao Museu Imperial e à cidade.

Também estiveram presentes na cerimônia os príncipes d. Francisco, d. Manoel e d. Gabriel de Orleans e Bragança. A família imperial foi a patrocinadora do Guia de Visitação do Museu Imperial, também lançado na ocasião. “Esse guia é um presente ao Museu e aos nossos visitantes, gentilmente concedido pela família imperial brasileira”, ressaltou Maurício Vicente."

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Visite o Museu Imperial

quinta-feira, 3 de março de 2011

Rio de Janeiro: Ruínas nos subterrâneos do Porto Maravilha

Por Rogério Daflon em 01/03/2011 às 23h35m

O GLOBO

"Escavações de obra de drenagem da Zona Portuária encontram restos dos cais da Imperatriz e do Valongo



RIO - Das escavações do Projeto Porto Maravilha na Avenida Barão de Tefé, na Região Portuária, surgiu um tesouro arqueológico. Trata-se do Cais da Imperatriz e do Cais do Valongo, ambos do século XIX. A descoberta empolgou o prefeito Eduardo Paes, que, no último sábado, foi acompanhar as obras de drenagem e se deparou com a novidade.

- Fui lá no sábado vistoriar as obras e, quando vi aquilo, fiquei absolutamente chocado. Vou fazer uma praça como em Roma. Ali estão as nossas ruínas romanas.

A praça a que se refere Paes deverá ser feita entre o Hotel Barão de Tefé e o Hospital dos Servidores do Estado, ao longo e no entorno da Avenida Barão de Tefé.

O Cais da Imperatriz data da década de 1840. Foi feito sobre o Cais do Valongo, numa grande reforma com o intuito de receber a futura imperatriz Teresa Cristina, que se casaria com Dom Pedro II. O projeto foi realizado à época pelo paisagista Grandjean de Montigny.

Ponto de chegada de escravos ao Brasil

O Cais do Valongo, também do século XIX, foi o lugar onde aportaram mais um milhão de escravos. O prefeito afirmou que, além da praça, haverá um centro de referência.
- Vou fazer um concurso público para isso. Será algo mais bonito e simbólico do que a estátua de Zumbi na Avenida Presidente Vargas - ressaltou Paes, afirmando que fará também um museu para os objetos encontrados nos dois antigos ancoradouros.

O museu, informou o prefeito, será na Casa da Guarda e no Jardim do Valongo, no Morro da Conceição, na Zona Portuária. O prefeito, contudo, terá de contar com a aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio, cujo superintendente, Carlos Fernando Andrade, se reunirá com Paes na próxima sexta-feira para acertar detalhes.

- Se houver mais descobertas, pode haver modificações do desenho urbano naquela área - disse Carlos Fernando, que é simpático à ideia da praça à moda Roma.

Com a empreiteira que toca a obra, arqueólogos do Museu Nacional acompanhavam cada escavação, a fim de encontrar os dois portos do século XIX.

Tanto o Cais da Imperatriz como o Cais do Valongo deram lugar ao aterro feito pelo prefeito Pereira Passos na primeira década do Século XX."

domingo, 27 de fevereiro de 2011

UM PEQUENO ALMOÇO DE PRIMOS NA YORK HOUSE, EM LISBOA

S.A.I.R., o Senhor Dom Bertrand, Príncipe Imperial do Brasil, com S.A., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança 
 Encontra-se de passagem por Lisboa, S.A.I.R., Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil. É o terceiro dos doze filhos do Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança.

A Família Imperial do Brasil descende da filha mais velha do último Imperador do Brasil, Dom Pedro II (filho de Dom Pedro IV de Portugal e I do Brasil. Foi casada com Dom Gastão d'Orleans, neto de Luís Filipe, Rei dos franceses. Era avó de S.A.R., Dona Maria Francisca, mãe de S.A.R., Dom Duarte Pio de Bragança.

Facebook - 27-02-2012


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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Retratos do Império e do Exílio

Acompanhe o vídeo passado no dia 24 de fevereiro de 2011, no Jornal Nacional, da Rede Globo, sobre a Exposição "Retratos do Império e do Exílio", disponível no Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro:

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

S.A.I.R. Dom Bertrand: 70 anos

S.A.I.R. Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, completou, no dia 2 de fevereiro de 2011, 70 anos de vida. As entidades Paz no Campo e Pró-Monarquia, juntamente com seleto grupo de convidados, homenagearam o Príncipe com um jantar no Nacional Club São Paulo.

Veja detalhes da comemoração no vídeo do site Glória.tv:

      

Desejamos a S.A.I.R. o Príncipe Dom Bertrand muita Fé, Saúde e Paz. Que possamos, por muitos anos, rendê-lo as merecidas homenagens, podendo vê-lo sempre, ao lado de S.A.I.R. Dom Luiz, seu irmão, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e de toda a Família Imperial, representar-nos tão bem. 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Instituto Moreira Salles promove exposição Retratos do Império e do Exílio, com fotografias da Família Imperial



"De 23/2 a 29/5/11, o Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro apresenta a mostra Retratos do Império e do exílio, com 150 fotografias pertencentes ao acervo do príncipe dom João de Orleans e Bragança, curador da mostra ao lado de Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS. Compõem a exposição retratos da família imperial brasileira, muitos inéditos (em especial do período do exílio após a proclamação da República), além de importantes imagens associadas a eventos que marcaram o Império, como as comemorações do fim da Guerra do Paraguai e a abolição da escravatura. Na noite de abertura da mostra (fechada para convidados), será realizada a mesa-redonda O imperador d. Pedro II e a fotografia brasileira no século XIX, com participação do pesquisador de fotografia e professor Joaquim Marçal, do escritor e fotógrafo Pedro Vasquez, de dom João de Orleans e Bragança e de Sergio Burgi.

Os visitantes poderão conferir registros de Marc Ferrez, agraciado pelo imperador com o título de Cavaleiro da Ordem da Rosa e também fotógrafo da Marinha Imperial; e Revert Henry Klumb, professor de fotografia das princesas Isabel e Leopoldina. Os dois mantiveram uma relação muito próxima com a família imperial – fotografaram momentos de maior privacidade no interior dos palácios, registrando imagens menos formais, em que os retratados se relacionam com a câmera de uma forma direta e menos mediada pelas exigências do cargo e da vida pública. Também estarão na mostra imagens de Alberto Henschel, Joaquim Insley Pacheco, Luiz Terragno, Otto Hess, entre os diversos fotógrafos atuantes no Brasil que integram o acervo, além de imagens dos fotógrafos retratistas europeus Félix Nadar e John Jabez Edwin Mayall, entre outros.

Na abertura da exposição Retratos do Império e do exílio será lançado o catálogo homônimo, com 40 imagens e texto de Sergio Burgi.



RETRATOS DO IMPÉRIO E DO EXÍLIO
Abertura (para convidados): 22 de fevereiro de 2011, às 20h
Mesa-redonda O imperador d. Pedro II e a fotografia brasileira no século XIX, com a participação de Joaquim Marçal, Pedro Vasquez, dom João de Orleans e Bragança e Sergio Burgi (mediador)

Exposição: de 23 de fevereiro a 29 de maio de 2011
De terça a sexta, das 13h às 20h
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h
Entrada franca
Classificação livre
De terça a sexta, às 17h, visita guiada pelas exposições. Ponto de encontro na recepção.
Visitas monitoradas para escolas: agendar pelo telefone (21) 3284-7400.

Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400

ATENÇÃO


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