sábado, 14 de maio de 2011

S.A.I.R. A SENHORA DONA MARIA: EXÉQUIAS NA CIDADE DE VASSOURAS

As exéquias da Princesa Dona Maria ocorreram em Vassouras no dia 14 de maio.

O velório se iniciou às 10h na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, seguida de missa de corpo presente às 12h e sepultamento às 14h. Oficiou a celebração o padre Alessandro de Bourbon Duas-Sicílias. Presentes a maioria dos filhos da Princesa Dona Maria, monarquistas e amigos da Família Imperial.

S.A.I.R., o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, em momento de reflexão diante do esquife de sua mãe, a Princesa Dona Maria

Conforme comunicado do Chefe da Casa Imperial do Brasil, S.A.I.R. o Príncipe Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, será celebrada missa na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no centro do Rio de Janeiro, dia 19 de maio às 12h e em São Paulo, na Igreja Nossa Senhora do Brasil, no Jardim América, às 12h25min do dia 20 de maio.    

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A fotográfia tem o crédito do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro

Falece a Imperatriz Mãe Dona Maria: imagens da infância, juventude e da fase adulta de nossa Imperatriz

Caros leitores, em propósito do falcimento de S.A.I.R. a Princesa Dona Maria, confira algumas fotográfias que ilustram a vida de nossa Imperatriz:

A Princesa Dona Maria (bebê) com a mãe, Princesa Isabelle, e o irmão, Príncipe Luís

Dona Maria aos dois anos de idade, 1916

da esquerda para a direita: Príncipe Luís, a Pincesa Isabelle e a Princesa Dona Maria, 1916

A Princesa Dona Maria

Dona Maria no clássico brinquedo de infância

A Família Francisco da Baviera reúnida, Dona Maria Maria está a extrema direita da fotográfia, 1932


Cartão de noivado pelo matrimnio do Príncipe Dom Pedro Henrique do Brasil com Dona Maria da Baviera


Castelo de Nymphemboug, casamento Imperial. Na foto além dos noivos, Dona Maia Pia, o Príncipe Roberto (tio de Dona Maria), a Grã-Duquesa Carlota do Luxemburo e o Rei Alfonso XIII da Espanha


Na parte frontal do Castelo, os noivos na tradiional fotográfica com todo o Gotha reúnido


Recém casados

Depois do casamento, uma visita ao Papa no Vaticano


A Prinecsa Dona Maria com a filha, Dona Isabel


Dona Maria com as quatro filhas: Dona Isabel, Dona Eleonora, Dona Maria Teresa e Dona Maria Gabriela


Na Fazenda Santa Maria, a Princesa com dez dos seus doze filhos


Com Dom Pedo Henrique, no Outeiro da Glória, pelo casamento de Dona Graça com seu filho, Dom Fernando


Dona Maria com a Rosa de Ouro doada a Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro

No´início da década de 90, Dona Maria com Dom Luiz, Dom Bertrand e Dom Antonio


Na Baviera, Dona Maria com seus irmãos e cunhadas


a Princesa no Bicentenário no Nascimento do Imperador Dom Pedro II, Quinta da Boa Vista


Em Vassouras, o Chefe da Casa Imperial do Brasil, Príncipe Dom Luiz, com sua mãe


Missa pelos 90 anos da Princesa Dona Maria, na Igreja da Imperial Ordem de Nossa Senhora da Glória do Outeiro


Ainda pelas comemorações, no adro da Igreja, Dona Maria com toda sua Imperial Família


A Princesa e ladeada por todos os doze filhos


Em homenagem a Princesa Dona Maria, fez-se divulgar por parte do blog, uma fotobiográfia com essas e outras imagens inéditas da Princesa. Os leitores pode fazer o download pelo link: http://www.megaupload.com/?d=54K7QSWZ.

As fotos são do aqruivo pessoal do editor com contribuições.

Comunicado do Chefe da Casa Imperial do Brasil sobre o falecimento de S.A.I.R. a Princesa Senhora Dona Maria

            O Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, profundamente consternado, comunica, em seu próprio nome, assim como em nome de seus irmãos, respectivos cônjuges, filhos e netos, bem como em nome de todos os demais familiares, o falecimento de sua muito querida mãe, sogra, avó e bisavó,

Sua Alteza Imperial e Real, Dona

Maria Elizabeth da Baviera de Orleans e Bragança,

Princesa da Baviera,
Dama de Honra da Real Ordem Bávara Elisabetana
e da Real Ordem Bávara Teresiana,

que, hoje, 13 de maio de 2011, no Rio de Janeiro, depois de uma vida longa e plenamente realizada, aos 96 anos de idade, confortada com os sacramentos da Santa Igreja e a bênção de Sua Santidade, Deus Nosso Senhor teve por bem chamar a Si.

A falecida era filha do Príncipe Francisco da Baviera e da Princesa Elizabeth de Croÿ, tendo nascido a 9 de setembro de 1914. Casou-se em 19 de agosto de 1937 com o Príncipe Pedro Henrique de Orleans e Bragança, falecido em 1981, primogênito do Príncipe Luiz de Orleans e Bragança e neto da Princesa Isabel, a Redentora, a quem sucedeu na Chefia da Casa Imperial do Brasil.

As exéquias serão realizadas na cidade de Vassouras – RJ, no dia 14 de maio. Velório, a partir das 10 horas, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição; Missa de corpo presente, na mesma Matriz, às 12 horas; e sepultamento no jazigo da Família, no Cemitério da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, às 14 horas.

As Missas de 7º Dia serão celebradas, no Rio de Janeiro na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé - Rua 1º de Março, Centro, às 12 horas da quinta-feira, dia 19 de maio; e em São Paulo na Igreja Nossa Senhora do Brasil, no Jardim América, às 12:45 horas da sexta-feira, dia 20 de maio.

Caixa Postal 1590
01031-970 São Paulo - SP

sexta-feira, 13 de maio de 2011

FALECIMENTO DE S.A.I.R. A PRINCESA SENHORA DONA MARIA, “DE JURE” IMPERATRIZ MÃE DO BRASIL

Neste dia 13 de maio de 2011, dia do 194º aniversário do casamento do Imperador Dom Pedro I com a Imperatriz Dona Leopoldina (casamento que originou a Casa Imperial do Brasil) e 123º Aniversário da Abolição da Escravatura, foi de encontro ao Pai Eterno nossa Imperatriz Mãe de direito, S.A.I.R a Princesa Dona Maria da Baviera.


Neste momento de grande dor, pedimos suas orações em sufrágio da alma da Princesa Dona Maria, bem como pelo consolo da Família Imperial e dos monarquistas do Brasil.

Segue breve relato biográfico da Princesa Dona Maria:   

Nascida Maria Isabel Francisca Teresa Josefa Princesa Real da Baviera, no castelo de Nymphenburg, em Munique, a 9 de setembro de 1914, S.A.I., a Princesa Senhora Dona Maria era a segunda filha do Príncipe Francisco (Franz) da Baviera e da Princesa Isabelle, Princesa de Croy. S.A.I.R. Era neta do último monarca da Baviera, o Rei Luís III (1845-1921), foi regente do reino a partir de 1912, devido à incapacidade do Rei Oto I, assumindo a coroa com sua morte no ano seguinte, até 1918, quando da proclamação da república na Alemanha no final de 1918) e de sua esposa, a Rainha Maria Teresa Henriqueta, nascida Arquiduquesa d´ Áustria-Este.  


Ao nascer, portanto, a Princesa pertencia a uma prestigiosa família real reinante. Efetivamente em 1914, ano de seu nascimento, o mundo experimentava os infortúnios do início da Primeira Guerra Mundial, a Família Real da Baviera não ficou imune aos acontecimentos e até mesmo o Príncipe Francisco envolveu-se na Guerra, sendo general do Exército bávaro. Em 1918, eclodiu na Alemanha a Revolução Espartaquista, com forte influência da terrível Revolução Russa de 1917, que acabou por assassinar o Czar Nicolau II e sua Família. Este movimento era de ideal comunista e conseguiu primeiramente controlar a região da Baviera. Em 7 de novembro daquele ano, o Rei Luís III e sua Família, entre eles a pequena Princesa Dona Maria, foram obrigados a partir de Munique. O Rei foi o primeiro a ser deposto e a Família passou a sofrer a hostilidade dos revoltosos. A Família Real da Baviera, contudo, conservou todo o seu prestígio, tendo-se inclusive falado em certa época na hipótese de uma restauração da monarquia na Baviera, integrando a República Alemã.

A Rainha Maria Teresa, avó de Dona Maria, herdou de sua família um riquíssimo patrimônio, que incluía propriedades na Moravia e Sárvár, na Hungria. Neste último país, num castelo de mesmo nome da localidade, Dona Maria passou a infância. Seu avô, por ameaças, teve ainda de se transferir para o Liechtenstein e para a Suíça. Neste contexto a infância da Princesa Dona Maria foi bastante conturbada e até mesmo traumática. Na década de 30, a Família retornou à Baviera e parte de seus bens foram devolvidos pelo governo republicano. Seu avô, o Rei Luís III, faleceu em 1921 (mesmo ano da morte da nossa Princesa Dona Isabel, a Redentora), deixando como herdeiro o filho mais velho, tio de Dona Maria, o Príncipe Rupprecht. Este se declarou contra o regime nazista, sendo sua esposa, a Princesa Antonieta, nascida Princesa do Luxemburgo – irmã da Grã-Duquesa Carlota do Luxemburgo, e seus filhos, capturados em 1944 e levados para o campo de concentração de Sachsenhausen, em Oranienburg, Brandemburgo e anos mais tarde foram levados a Dachau e lá foram libertados pelo exército norte-americano. A Princesa não resistiu e faleceu anos depois. A Família teve de se exilar na Itália. O nazismo ensejava a Segunda Guerra Mundial.

Em 19 de agosto de 1937, a Princesa Dona Maria foi desposada na capela do Castelo de Nymphenburg pelo Príncipe Dom Pedro Henrique Afonso Filipe Maria Gastão Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança, Herdeiro dos Imperadores do Brasil, Chefe da Casa Imperial, de jure, S.M.I., o Imperador Senhor Dom Pedro III do Brasil. A cerimônia foi assistida por dois Soberanos, a Grã-Duquesa Carlota do Luxemburgo e o Rei Alfonso XIII da Espanha, além do Chefe da Casa Real das Duas Sicilias (Ferdinando, Duque de Calábria, tio de Dom Pedro Henrique) e os Príncipes Herdeiros da França, Condes de Paris (ela Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança, prima irmã de Dom Pedro Henrique), além de outros da realeza e da nobreza. O tio de Dona Maria, o Príncipe Rupprecht, também presente, aproveitou a ocasião para mostrar sua indiferença aos comandantes nazistas, não os convidando para o enlace. O casamento de Dona Maria foi notícia também pelo fato do celebrante, o cardeal Faulhaber, arcebispo de Munique, ter aproveitado a ocasião para, no sermão, tecer críticas ao nazismo.

 Impedidos pelos trágicos acontecimentos na Europa de vir ao Brasil, e conseqüentemente afetados pelas sanções impostadas pelos nazistas ao parentes e as mortes derivadas das ações daquele grupo, o casal fixou-se primeiramente em Mandelieu, na França, onde habitava Dona Maria Pia, mãe de Dom Pedro Henrique. Ali nasceram o Príncipe Dom Luiz, atual Chefe da Casa Imperial do Brasil (1938), Dom Eudes (1939) e Dom Bertrand (1941), atual Príncipe Imperial do Brasil. Pelas precipitações da Segunda Grande Guerra, Dom Pedro Henrique teve de se refugiar com a esposa e os filhos em La Bourbole, em Puy-de-Dôme, região central da França, aonde as violências da guerra provavelmente não chegariam. Lá nasceu Dona Isabel (1944).

O ano de 1945 foi decisivo para a vida de Dona Maria, visto que precisaria deixar a Europa, onde era cercada por parentes próximos e queridos, para finalmente fixar residência no Brasil, realizando o sonho de seu marido. Em maio daquele ano o navio Serpa Pinto deixou Portugal e rumou para a América do Sul, num roteiro raro naqueles tempos de guerra. Em 17 de maio de 1945 a Família Imperial assistiu a Primeira Comunhão da Princesa Diana de França, filha da Condessa de Paris, em Pamplona, na Espanha, embarcando depois Dom Pedro Henrique e Dona Maria (grávida) e seus cinco filhos, para o Brasil. O embarque não agradou inicialmente a Princesa Dona Maria Pia, que achava errado Dona Maria fazer esta longa viagem estando grávida.  Pelos acontecimentos da guerra e a dificuldade de se arranjar meio de transporte para o Brasil, Dona Maria Pia acabou consentindo e admitindo a necessidade da viagem.

Em Petrópolis, Dona Maria deu a luz, no ano de 1945, ao Príncipe Dom Pedro de Alcântara. Na chegada ao Brasil ocorreu um doloroso episódio: o Príncipe Dom Pedro Henrique foi informado pelo primo, Dom Pedro Gastão, sobre sua condição de ex-sócio da Companhia Imobiliária de Petrópolis, a empresa constituída para administrar a antiga Fazenda Imperial de Petrópolis. Dom Pedro Henrique residiu certo tempo em Petrópolis, numa casa no bairro do Retiro. Já no Rio de Janeiro, em 1948 nasceu Dom Fernando e, em 1950, Dom Antonio. Dom Pedro Henrique e Dona Maria passaram por um período de grande dificuldade, tendo que alugar uma casa no bairro de Santa Teresa.  Apenas em 1951 conseguiu Dom Pedro Henrique comprar uma propriedade agrícola, que denominou Fazenda Santa Maria, na cidade de Jacarezinho, no Estado do Paraná. Lá nasceram Dona Eleonora (1953) e Dom Francisco (1955). E em Jundiaí do Sul, também no Paraná, nasceram Dom Alberto (1957) as Princesas gêmeas, Dona Maria Gabriela e Dona Maria Teresa (1959). Em 1965, necessitando estar mais próximo dos grandes centros, Dom Pedro Henrique vendeu a Fazenda Santa Maria e comprou, em Vassouras, o sítio Santa Maria, conservado na familia até os dias atuais.

Em 5 de julho de 1981, faleceu o Príncipe Dom Pedro de Alcântara, deixando viúva a Princesa Dona Maria. Ascendeu a Chefia da Casa imperial o seu filho, Dom Luiz.

A vida de Dona Maria, nas condições que a divina providencia lhe colocou, fizeram-na uma grande senhora. Ícone de uma geração de grandes Damas do Gotha, Dona Maria se junta a um seleto grupo que representam a antiga geração da realeza das grandes monarquias que governaram a Europa e o Brasil, como o Arquiduque Otto da Áustria (99 anos), a Princesa Lilian da Suécia (95 anos) [eu a tiraria, pois ela não nasceu princesa], o arquiduque Félix da Áustria (95 anos), sua irmã (daí talvez fosse melhor dizer a Arquiduquesa Dorotéia da Áustria (91 anos), Grã-duquesa de Toscana, o Grão-Duque João do Luxemburgo (90 anos), o Príncipe Phillip, Duque de Edimburgo (89 anos) e o Rei Miguel da Romênia (89 anos). Senhores e Senhoras de um passado majestoso e único, que levaram uma vida de grande dignidade.

Depois da morte do marido, a Princesa Dona Maria passou a morar num apartamento na rua Custódio Serrão, na Lagoa, na cidade do Rio de Janeiro,  com sua filha, a Princesa Dona Isabel. Nos últimos anos foi enfraquecendo lentamente, sendo sempre sustentada por sua grande fé religiosa. Referência da Família, a Princesa sempre foi amada pelos 12 filhos, 25 netos e também pelos pequenos bisnetos e reverenciada pelos monarquistas brasileiros. O Clube de Engenharia, há anos atrás, a considerou a Mãe do Ano.

Prima do Herdeiro do Trono da Baviera, Franz, Duque da Baviera, 77 anos (neto do Príncipe Rupprecht), Dona Maria teve cinco irmãos: o Príncipe Ludwig, falecido em 2008 com 95 anos, casado com sua prima, a Princesa Irmgard da Baviera (são os pais do Príncipe Luitpold, 60 anos, cujo casamento com Beatrix Wiegand, filha de um famoso arquiteto alemão, foi considerado por muitos anos como inferior, mas no fim foi reconhecido, o que o torna o Herdeiro de Franz, Duque da Baviera, que é solteiro – ele esteve no Brasil em 2009 para o casamento da Princesa Dona Isabel com o conde Alexander de Stolberg); a Princesa Aldegunda, falecida em 2004, com 87 anos, esposa de Zdenko, Barão von Hoenning-O´Carroll; a Princesa Eleonora, falecida em 2009, com 91 anos, esposa de Constantino, conde von Waldburg zu Zeil und Trauchburg; a Princesa Dorotéia, 91 anos, que casou com Gottfried, arquiduque d´Austria, Grão-duque de Toscana; o príncipe Rasso, 85 anos, casado com a Arquiduquesa Teresa da Áustria (são os pais, entre outros filhos, a princesa Gisela, esposa do Príncipe Herdeiro da Casa Real da Saxônia, Alexander, Príncipe de Saxe-Gessaphe).

A Princesa Senhora Dona Maria faleceu no dia 13 de maio de 2011, será velada na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, no centro de Vassouras, a partir das 10h, com missa de Corpo Presente, o sepultamento dar-se-á no jazigo da Família Imperial no cemitério daquela cidade.

Sua Alteza Imperial e Real, a Princesa Senhora Dona Maria deixa grandes saudades em toda a Família e a todos os monarquistas brasileiros.

sábado, 7 de maio de 2011

Príncipe Dom Rafael em reportagem do SBT

Acesse o link e assista o vídeo do SBT sobre Dom Rafael de Orleans e Bragança. No vídeo o Príncipe fala a respeito de sua vida e suas pretensões pessoais. Maduro, o Príncipe destaca que a Família Imperial vive uma vida normal e que está muito novo para pensar em casamento. No vídeo aparece também o nosso amigo, historiador, Bruno de Cerqueira.

Princesa Maria Cristina de Kent lança livro no Brasil

Princesa Maria Cristina de Kent: com sua simpátia e inteligência, por onde passa, deixa inúmeros amigos e admiradores

Desembarcou em São Paulo neste sábado, dia 7 de maio de 2011, a Princesa Maria Cristina de Kent, Princesa Michel de Kent - da Família Real Britânica, para o lançamento de seu livro “Coroadas em Terras Distantes”, que conta a vida de oito Princesas que deixaram os países de origem para reinar ou imperar no exterior, entre elas a Imperatriz Dona Leopoldina, primeira Imperatriz do Brasil e primeira mulher a governar o Brasil Independente.

Amanhã, domingo (8 de maio), a Princesa, acompanhada do Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança – sobrinho de S.A.I.R. Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil, depositará flores no túmulo da Imperatriz Dona Leopoldina na cripta do Monumento à Independência, em São Paulo. À noite a Princesa participa de um jantar reservado em casa de Adolpho Lindenberg.

O lançamento está previsto para terça-feira no Museu da Casa Brasileira. A Princesa deve participar também de uma noite de autógrafos no Iate Clube do Rio de Janeiro e de uma palestra no Museu Imperial, em Petrópolis.  

Arnaldo Jabor: Monarquia é um ritual de harmonia que fascina mesmo

O comentarista crítico Arnaldo Jabor comenta sobre aspectos da Monarquia sob o prisma do recente casamento dos Duques de Cambridge.

Numa de suas mais elogiadas explanações, Arnaldo Jabor dá uma verdadeira aula sobre aspectos do regime Monárquico.

Assista o vídeo:

quinta-feira, 5 de maio de 2011

9ª Semana Nacional de Museus - Museu Imperial


9ª Semana Nacional de Museus 
Museu e Memória - 16 a 22 de maio de 2011

16 a 18 de maio – 9h as 18h
Curso O Museu Imperial e suas coleções
Curso de atualização para guias de turismo e militares do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas.
Inscrições gratuitas: (24) 2245-4668, de 20 de abril a 06 de maio
Local: Sala Multimídia


16 a 30 de maio – 11h as 18h
Mostra Museu Imperial na Memória
O Museu Imperial na memória dos visitantes de ontem e de hoje.
Ingresso: R$ 8,00 (inteira) e R$ 4,00 (meia) - mostra incluída na visitação ao palácio
Local: Palácio


16 de maio – 11h as 18h
Visitação
Museu aberto à visitação excepcionalmente nesta segunda-feira.
Ingresso: R$ 8,00 (inteira) e R$ 4,00 (meia); entrada gratuita aos petropolitanos.
Local: Palácio


17 a 21 de maio – 20h as 21h
Espetáculo Som e Luz
Sessões especiais da 9ª Semana Nacional de Museus.
Ingressos a preços promocionais: R$ 5,00
Local: Jardins do Museu Imperial


17 de maio – 14h30 as 17h30
Projeto O Museu que não se vê
Visita técnica aos setores de guarda e processamento técnico do acervo histórico e artístico.
Exclusivo para participantes do curso “O Museu Imperial e suas coleções”.
Local: Setores técnicos do Museu Imperial


17 de maio – 18h30 as 19h15
Um Sarau Imperial
Sessão exclusiva para os participantes do curso “O Museu Imperial e suas coleções”.
Local: Sala da Batalha de Campo Grande


18 de maio – 15h as 17h
Ação educativa - 3ª edição do projeto Uma tarde com a Família Imperial
Um membro da família imperial brasileira é entrevistado por estudantes de escolas públicas e privadas.
Inscrições gratuitas: (24) 2245-7735
Local: Sala Multimídia
[O membro a ser entrevistado é Dom Gabriel de Orleans e Bragança]

18 a 20 de maio – 11h as 18h
Ação educativa - Projeto Memórias de Petrópolis
Para alunos do 3º ao 7º ano das escolas públicas e privadas.
Agendamento prévio no Setor de Educação: (24) 2245-7735
Entrada franca
Local: Setor de Educação

18 de maio – 11h as 18h
Visitação gratuita para todo o público
Em comemoração ao Dia Internacional de Museus.
Local: Palácio


19 de maio – 14h30 as 17h
Inauguração da Biblioteca Infantil "Rocambole"
Com contação de história (Alaíde Guedes) do livro "Aventuras da Memória" de Patrícia Engel Secco editado pelo Ibram. Para Escolas convidadas.
Informações: (24) 2245-7735
Local: Biblioteca Infantil Rocambole


19 de maio – 14h30 as 17h
Ação educativa - Lançamento de livro e contação de história
Lançamento do livro infantil A Princesa Isabel, o gato e a fotografia, de Pedro Afonso Vasquez, contação de história e conversa com o autor.
Informações: (24) 2245-7735
Local: Biblioteca Infantil Rocambole


20 de maio – 9h30 as 17h30
Oficinas Memória e Preservação
Oficinas para professores da rede pública e privada, ministradas por professores da UFRJ, UCP, CEFET, Museu Imperial e Instituto Histórico de Petrópolis.
Palestra de abertura com Marisa Egrejas, pesquisadora da COPPE/UFRJ, às 9h30.
Inscrições: (24) 2246-8661, com Deise Goettnauer (Secretaria Municipal de Educação)
Local: Auditório


20 e 21 de maio – 18h30 as 19h15
Um Sarau Imperial
Dramatização que apresenta um sarau oferecido pela princesa Isabel e seus amigos, com conversas, leitura de poesias e modinhas imperiais.
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Informações: (24) 2245-4668
Local: Sala da Batalha de Campo Grande


21 de maio – 21h as 22h30
Recital de gala em comemoração à 9ª Semana Nacional de Museus
Duo Marcelo Coutinho (voz) e Marco Aurélio Lischt (piano). Gustav Mahler, árias vienenses e modinhas imperiais.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Informações: (24) 2245-4668
Local: Sala da Batalha de Campo Grande

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Acesse o site do Museu Imperial.
Visite o Museu:
Rua da Imperatriz, nº 220, centro de Petrópolis, Rio de Janeiro

Programação 9ª Semana Nacional de Museus - Museu Imperial
Museu e Memória - 16 a 22 de maio de 2011

O Dia Internacional de Museus é comemorado no dia 18 de maio. Criada em 1977 pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM, na sigla em inglês), a data tem como objetivo divulgar o papel dos museus no desenvolvimento da sociedade. Em 2010, quebrou o recorde de participação, com quase 30 mil museus recebendo eventos em mais de 95 países.

No Brasil, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura) aproveita a data para promover a Semana Nacional de Museus, que ocorre em todo o país e apresenta o mesmo tema determinado pelo ICOM para o Dia Internacional de Museus. Em 2011, a Semana acontecerá de 16 a 20 de maio e terá como tema “Museu e Memória”.

Museus guardam memórias e contam histórias; eles possuem diversos objetos em suas coleções que são diretamente ligados à memória das comunidades em que vivemos. Esses objetos são expressões de nossa herança natural e cultural. Assim, a Semana será uma oportunidade para a população descobrir e redescobrir memórias individuais e coletivas.

Na 9ª Semana Nacional de Museus, 1.006 instituições promoverão cerca de 3.080 eventos em mais de 500 cidades de todo o país. Entre elas, está o Museu Imperial, que preparou uma programação especial aos seus visitantes. Haverá palestras, oficinas, uma mostra temporária, inaugurações, lançamento de livro e muitas outras atividades.

Casamento Real - por Monlewood

Escreveu pouco mas disse tudo:

Postado por Fernando Fonseca Garcia no blog Monlewood


"É sempre muito interessante ver a habilidade com que os súditos de Elizabete II aliam as tradições do passado à vanguarda da modernidade. A Cerimônia Real do casamento dos príncipes ingleses foi mais uma demonstração de que a Inglaterra não se esquece de seu passado, mesmo sendo uma das nações de maior inovação em conhecimento e tecnologia do planeta, que, é bom que se diga, não desgrudou os olhos da Abadia de Westminster, onde se casaram Kate e William, nesta sexta-feira. E no Brasil a coisa não foi diferente. Desde o anúncio das núpcias reais, a mídia tupiniquim vem dando ampla e meticulosa cobertura aos fatos. Incoerentemente, é o oposto do tratamento dispensado à única monarquia das Américas: os Orleans e Bragança. Apesar da forma republicana de governo, o Brasil é o único país do Novo Mundo a possuir uma Casa Real, que, diante do desprezo da grande mídia nacional, parece viver no exílio. Sobre ela nada se fala ou se divulga com tanta expressividade. Muito pelo contrário, nas raras oportunidades em que se abriu espaço nos grandes meios de comunicação nacional para a linhagem de Pedro I e II, o que se fez foi muita chacota e injustiça com a realeza brasileira, como no caso do patético e pouco convincente filme Carlota Joaquina, Princesa do Brasil. Pelo jeito, temos muito o que a aprender com a Inglaterra. Vida longa aos príncipes, os da Inglaterra e os do Brasil!"

domingo, 1 de maio de 2011

SANTO SÙBITO!



O Papa João Paulo II foi beatificado neste domingo, 1 de maio de 2011, em Roma.

Numa cerimônia acompanhada por telespectadores de todo o mundo e com presença de mais de 1 milhão de fieis, de dignitários, do corpo diplomático, de Chefes de Governo e de Estado, o Papa Bento XVI reconheceu seu antecessor como Beato. A canonização é o próximo passo.  

Dia 22 de outubro é o dia para o culto litúrgico do Beato Papa João Paulo II.

"Os nossos príncipes…"

Por Hildegard Angel em 29 de abril de 2011.

"E quem disse que a gente precisa de princesa britânica pra ser feliz? Nós também temos as nossas, da Família Imperial Brasileira. Só que o evento que mobilizou esta semana  nossa nobreza foi triste: a Missa de Sétimo Dia pela alma da princesa brasileira dona Thereza de Orléans e Bragança, última neta viva da princesa Isabel...

Foi na  Igreja de N. S. do Carmo da Antiga Sé, a missa pontifical solene, celebrada pelo abade emérito do Mosteiro de São Bentodom José Palmeiro Mendes, notório monarquista, cuja homilia emocionou a todos. A saber: o casal de príncipes dona Christine e dom Antônio de Orléans e Bragança e a prima, princesa dona Cristina  Bourbon de Orléans e Bragança, única representante do ramo de Petrópolis e sobrinha direta da princesa falecida...

A imprensa esteve presente, leia-se o SBT e a agência portuguesa Impala. Amigos de longa data da princesa Thereza também compareceram e elogiaram o  cerimonial digno de nota, de Ohannes Kabderian Júnior, chanceler do Círculo Monárquico, um craque dos protocolos. Depois, os príncipes e alguns  eleitos foram jantar na magnífica casa na Glória da milionária turfista e monarquista Margarida Lara...

Dona Thereza não aprovava a cisão da Família Imperial pela insistência do ramo de Petrópolis em não reconhecer a renúncia ao título por seu pai, d Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança, príncipe do Grão Pará, de 1875 a 1908 (quando renunciou), primogênito da princesa Isabel e do conde d’Eu. D. Thereza tinha uma frase célebre: 'Meu pai honrou sua renúncia até o final de sua vida. Contestá-la é desonrar a memória de meu pai'..."

Dom Bertrand em Curitiba

S.A.I.R. o Príncipe Senhor Dom Bertrand esteve recentemente em Curitiba para a o lançamento de uma coleção de jóias inspiradas no Império.

A Coleção 1822 – Tesouros do Império, do design Rodrigo Alarcón, que mistura elementos de prata com diamantes, foi lançada no dia 26 de abril.

Foto de Liane Paz:



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