sexta-feira, 20 de maio de 2011

Missa em São Paulo: Família Imperial reunida em mais uma homenagem a S.A.I.R. Dona Maria

Dia 20 de abril de 2011, Jornal do Commercio (20. 21 e 22 de maio), página de Marcia Peltier:

"Nesta sexta-feira partem do Rio para assistir, em São Paulo, a Missa de Sétimo Dia de dona Maria Elisabeth da Baviera de Orleans e Bragança que será rezada na Igreja Nossa Senhora do Brasil, seus filhos os príncipes Alberto, Maria Gabriela, Eudes e Antônio de Orleans e Bragança. Eles se juntam ao príncipe Bertrand, que reside na capital paulista. Nesta quinta, na missa da Antiga Sé, estiveram presentes o principe Michel de Ligne e Johannes Hessel de Jong, vindos da Bélgica. Eles se juntaram, respectivamente, às suas mulheres, as princesas Eleonora e Maria Thereza, que chegaram ao Rio antes, para o enterro.

Presidida pelo arcebispo dom Orani Tempesta, a missa no Rio, assistida por cerca de 900 pessoas, foi concelebrada por dom Edney Mattoso, bispo de Nova Friburgo, o abade do Mosteiro de São Bento José Mendes, monsenhor Sérgio Costa Coutgo, capelão do Outeiro da Glória, e padre Jorjão, que era o confessor de dona Maria. O cerimonial de Ohannes Kabderian, impecável, contou com a guarda de honra do Batalhão do Imperador, do Exército. Ao final, os netos subiram ao altar e, depois de agradecerem a presença de todos, lembraram, com emoção, passagens do convívio com a avó, que gostava de reunir a familia no Natal e na Páscoa." 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Notícias da Missa de 7º dia por S.A.I.R., a Princesa Senhora Dona Maria, no Rio de Janeiro

Celebrada hoje, no Rio de Janeiro, a missa de 7º dia em sufrágio da alma de S.A.I.R., a Senhora Dona Maria, de jure Imperatriz Mãe do Brasil, que teve lugar na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, ou seja, na antiga Catedral, antiga Capela Real e Imperial, o local de todos os grandes eventos religiosos da época da monarquia.


A igreja ficou lotada para a celebração
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Como já noticiamos, presidiu a celebração o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, com ele concelebrando o Bispo de Nova Friburgo, Dom Edney Gouvêa Mattoso,  o Abade Emérito do Mosteiro de São Bento, Dom José Palmeiro Mendes, o Capelão da Imperial Irmandade do Outeiro da Glória, Mons. Sérgio Costa Couto, o Padre Jorge Luiz Neves Pereira da Silva (conhecido como Padre Jorjão) e outros sacerdotes. O  maestro Antônio Pedro de Almeida, do Seminário São José, dirigiu o coral da Arquidiocese do Rio de Janeiro, que atuou na celebração.

A Família Imperial no momento do abraço da paz. Da esquerda para a direita: Dom Bertrand, Dona Isabel, Dom Antonio e Dona Christine. Ao fundo Dona Eleonora, o Príncipe Michel de Ligne, Dona Maria Teresa e o senhor Hessel de Jong
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Na primeira fila: Dom Eudes e filha, Dona Fátima e Dom Pedro de Alcântara, na segunda fila, Dom Alberto, Dona Maritza, Dona Claudia e Dom Francisco. 
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A grande igreja ficou absolutamente lotada com monarquistas, alguns vindos de outros Estados, e amigos da Família Imperial, aí podendo ser citada a monarquista centenária Dona Margarida Lara. Estiveram presentes todos os filhos de Dona Maria – inclusive, vindos da Bélgica, Dona Eleonora, com o marido, o Príncipe Michel de Ligne, e Dona Maria Teresa, também com o marido, o senhor Johannes Hessel de Jong. Apenas não compareceu  o primogênito, S.A.I.R., o Senhor Dom Luiz, Chefe da Família Imperial do Brasil, impedido por seu estado de saúde. Boa parte dos netos de Dona Maria também compareceram e no final da celebração subiram todos até o presbitério, onde alguns disseram palavras em homenagem à avó muita querida. Estavam também na missa o primo, Príncipe Dom João Henrique de Orleans e Bragança, acompanhado do filho Dom João Filipe.

A Guarda de Honra de Honra do Batalhão do Imperador, do Exército Brasileiro, prestou serviços. O cerimonial foi organizado pelo monarquista Ohannes Kabderian.

No dia 20 de maio de 2011, outra missa será celebrada em homenagem a Princesa Dona Maria, em São Paulo, na Igreja Nossa Senhora do Brasil, no Jardim América, às 12h45m.



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Fotos de Luis Mendes, exclusividade do blog Monarquia Já

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Missa de 7º dia por S.A.I.R., a Princesa Senhora Dona Maria, no Rio de Janeiro

Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, acompanhado de seus irmãos, Dom Eudes, Dom Bertrand, Dona Isabel, Dom Pedro, Dom Fernando, Dom Antônio, Dona Eleonora, Dom Francisco, Dom Alberto, Dona Maria Teresa, Dona Maria Gabriela, bem como seus respectivos cônjuges, filhos e netos, mandam celebrar Missa de 7º dia de falecimento em sufrágio da alma de Sua Alteza Imperial e Real, a Princesa Senhora Dona Maria, de jure Imperatriz Mãe do Brasil, falecida em 13 de maio de 2011, a celebrar-se no Rio de Janeiro, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé (Antiga Capela Imperial) - Rua 1º de Março, centro do Rio de Janeiro, no dia 19 de maio de 2011 às 12h, por Sua Excelência Reverendíssima, o Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, o Senhor Dom Orani João Tempesta e concelebrada por Sua Paternidade, o Reverendíssimo Senhor Dom José Palmeiro Mendes, OSB, Abade Emérito do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, entre outros religiosos.  

"O adeus a D. Maria!"

Por Bruno astuto no Jornal O Dia

"Como a press internacional tem se esmerado bastante em preparar matérias incríveis sobre a trajetória de Dona Maria da Baviera, a ‘Imperatriz-Mãe’ do Brasil, cuja morte — não entendo como — parece ter passado despercebida pela imprensa brasileira, vou relatar a vocês a emoção da cerimônia de seu enterro, sábado, em Vassouras.

Filhas, noras e netas, todas empenhadas em preparar o altar da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, que mal deu conta de tantas coroas de flores enviadas pelos amigos. Da Europa vieram as filhas D. Eleonora, Princesa de Ligne, e D. Maria Thereza Hessel-Jong. A ausência mais sentida foi do primogênito e líder da Casa Imperial, D. Luiz, muito doente em SP.

A missa de corpo presente foi celebrada pelo primo-príncipe, Padre Alessandro de Bourbon, que veio de São Paulo e lembrou, na homilia, as palavras de D. Maria: 'O importante é doar-se para os outros'. No adro da igreja, o Príncipe D. Pedro de Alcântara lembrou a época em que a família morou numa espaçosa casa, na Praça Sebastião de Lacerda, atrás da Matriz, emprestada nos anos 60 pela amiga Lily Marinho, até que as obras no Sítio Santa Maria fossem concluídas.

O sepultamento aconteceu no Cemitério da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição e teve como testemunhas as queridas e fiéis enfermeiras que, ao longo de nada menos que sete anos, cuidaram da princesa. D. Eudes contava simplesmente que não ia a Vassouras há exatos 30 anos, desde a morte do pai, o Príncipe D. Pedro Henrique, marido de D. Maria. Depois da despedida, a toda a família imperial se reuniu para um almoço no Sítio Santa Maria, onde o Príncipe D. Bertrand comunicou aos numerosos monarquistas presentes que o Encontro Monárquico deste ano, marcado para junho, foi cancelado, devido ao luto..."

"Maria Elizabeth da Baviera (1914-2011) - Princesa pintora de porcelanas"

Por: Folha.com 

"Só para os casamentos dos filhos, Maria Elizabeth, a princesa da Baviera especialista em pintura de porcelanas, decorou 288 peças. Mãe de 12 filhos, ela fez questão de presentear cada um deles com um jogo completo de jantar, com 24 itens trabalhados pelas próprias mãos.

Nascida na Alemanha, na 1ª Guerra, Maria Elizabeth da Baviera de Orleans e Bragança era neta de Luís 3º, último rei da Baviera, pertencente ao Império Alemão.

Quando tinha quatro anos, porém, o reino caiu, e sua família se viu perseguida. Tiveram de se mudar para a Hungria.

Maria Elizabeth, cuja primeira língua era o alemão, teve professora particular. Aprendeu inglês e francês.

Na Europa, conheceu o príncipe dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, neto da princesa Isabel (1846-1921). Em 1937, casaram-se, e ela se tornou princesa do Brasil. A partir de 1945, viveram em Petrópolis (RJ), numa fazenda no PR, onde ela deu aulas de catecismo, e em Vassouras (RJ).

Como o marido fazia aquarelas, os dois passavam o tempo juntos, pintando. Durante um tempo de dificuldades, os trabalhos eram vendidos para ajudar na renda.

Em 1981, ao ficar viúva, foi morar com uma filha no Rio e dedicou-se a formar professores de arte numa ONG. Pintou porcelanas até os 90.

Segundo o filho dom Alberto, a mãe, muito religiosa, era firme em suas posições, mas tinha momentos de descontração. Na sexta (13), ela morreu aos 96, de falência de órgãos. Teve 29 netos e nove bisnetos. Seu neto Pedro Luiz morreu em 2009, aos 26, no acidente da Air France."

segunda-feira, 16 de maio de 2011

FUNERAL DA SENHORA DONA MARIA, (DE JURE) IMPERATRIZ MÃE DO BRASIL: DEPOIMENTO DE UM MONARQUISTA

Transcrevemos abaixo um relato de autoria do amigo Jean Menezes do Carmo que esteve em Vassouras para o funeral de S.A.I.R. a Princesa Senhora Dona Maria:  

“O que se viu no enterro da Princesa Mãe Dona Maria da Baviera de Orleans e Bragança, foi um carinho e amor enormes... As filhas, noras e netas todas empenhadas em preparar o altar da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, para torná-lo mais belo, e que ficou repleto de coroas de flores de muitos amigos da Família Imperial. Se durante a vida a Princesa Dona Maria não teve uma coroa para cingir, teve muitas coroas de amizades verdadeiras, os filhos todos presentes, exceto pelo primogênito Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, que se encontra muito doente em São Paulo. Da Europa vieram as filhas, Dona Eleonora, Princesa de Ligne e Dona Maria Thereza, Sra. Hessel de Jong. O celebrante da Missa de corpo presente foi o primo - Príncipe - Padre Alessandro de Bourbon, vindo de São Paulo, que destacou na homilia, as qualidades da prima - Princesa falecida, e lembrou as palavras da Princesa Dona Maria ‘O importante é doar -se  para os outros’. Depois os filhos homens carregaram o caixão da mãe para o carro que levou-a para o Cemitério da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, onde foi testemunhada forte emoção e as enfermeiras que ao longo dos sete anos de sofrimento da Princesa, mostraram uma emoção desmedida, depositando rosas brancas sobre o caixão antes de ser lacrado o túmulo sob copioso choro de todos os presentes.... Depois o mesmo jazigo ficou irreconhecível,pois eram tantas as flores a cobri-lo que desapareceu das vistas presentes. No adro da Igreja, o Príncipe Dom Pedro de Alcântara lembrou com saudosismo de uma época em que moraram em uma espaçosa casa,na Praça Sebastião de Lacerda, número 4, atrás da Matriz, que lhes foi emprestada pela amiga dona Lily Marinho, na década de 60, até que as obras no Sítio Santa Maria fossem concluídas na época. Disse que foram os melhores momentos de sua vida e de sua Família. E disse também que não só ele mais todos os irmãos querem ser enterrados em Vassouras.... O Príncipe Dom Eudes disse que não ia a Vassouras há exatos 30 anos, desde a morte do Pai - Príncipe Dom Pedro Henrique. Depois do enterro a Família Imperial se reuniu para um almoço no Sítio Santa Maria. E o Príncipe Dom Bertrand comunicou aos numerosos monarquistas presentes que o ‘Encontro Monárquico’ deste ano em junho foi cancelado, devido ao luto Familiar pela Princesa Dona Maria, desde já de saudosa memória...”

"CORPO DE IMPERATRIZ É ENTERRADO EM VASSOURAS"

O ataúde de Dona Maria é carregado pela Família, em procissão, da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição até o cemitério da Irmandade. Na imagem vê-se, a esquerda, Dom Antonio, Dom Gabriel, Dom Francisco, Dom Fernando. A esquerda, vê-se, Dom Rafael, Dom Alberto, Dom Pedro Alberto, Dom Pedro de Alcântara. Atrás do cortejo, Dona Christine e Dona Maria Garbriela, entre os outros Príncipes e Princesas da Família Imperial, além dos monarquistas  



"Em pleno dia 13 de maio, data histórica para a monarquia e para o povo brasileiro, em que se comemoram os 123 anos da Lei Áurea, assinada pela Princesa Izabel, e o dia de Nossa Senhora de Fátima, faleceu aos 97 anos Maria Elisabeth da Baviera de Orleans e Bragança. Conhecida como imperatriz-mãe, seu finado esposo era neto da princesa Izabel e bisneto de Dom Pedro II. É a mãe do príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, chefe da Casa Imperial do Brasil, e avó de Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança, morto em 2009 no trágico vôo 447 da Air France, quando o Airbus A330 caiu no mar na rota Rio-Paris. O corpo foi velado no Rio de Janeiro e trasladado para a cidade de Vassouras, no sábado, 14. Após uma missa muito bonita celebrada na Igreja Matriz, que ficou florida e lotada de familiares, o cortejo seguiu a pé até o Cemitério Nossa Senhora da Conceição, onde a imperatriz foi sepultada na lápide dos Orleans e Bragança, ao lado do esposo D. Pedro Henrique de Orleans e Bragança e do neto. O filho Antônio João de Orleans e Bragança e o neto Dom Rafael carregaram emocionados as alças da frente do caixão."

sábado, 14 de maio de 2011

S.A.I.R. A SENHORA DONA MARIA: EXÉQUIAS NA CIDADE DE VASSOURAS

As exéquias da Princesa Dona Maria ocorreram em Vassouras no dia 14 de maio.

O velório se iniciou às 10h na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, seguida de missa de corpo presente às 12h e sepultamento às 14h. Oficiou a celebração o padre Alessandro de Bourbon Duas-Sicílias. Presentes a maioria dos filhos da Princesa Dona Maria, monarquistas e amigos da Família Imperial.

S.A.I.R., o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, em momento de reflexão diante do esquife de sua mãe, a Princesa Dona Maria

Conforme comunicado do Chefe da Casa Imperial do Brasil, S.A.I.R. o Príncipe Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, será celebrada missa na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no centro do Rio de Janeiro, dia 19 de maio às 12h e em São Paulo, na Igreja Nossa Senhora do Brasil, no Jardim América, às 12h25min do dia 20 de maio.    

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A fotográfia tem o crédito do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro

Falece a Imperatriz Mãe Dona Maria: imagens da infância, juventude e da fase adulta de nossa Imperatriz

Caros leitores, em propósito do falcimento de S.A.I.R. a Princesa Dona Maria, confira algumas fotográfias que ilustram a vida de nossa Imperatriz:

A Princesa Dona Maria (bebê) com a mãe, Princesa Isabelle, e o irmão, Príncipe Luís

Dona Maria aos dois anos de idade, 1916

da esquerda para a direita: Príncipe Luís, a Pincesa Isabelle e a Princesa Dona Maria, 1916

A Princesa Dona Maria

Dona Maria no clássico brinquedo de infância

A Família Francisco da Baviera reúnida, Dona Maria Maria está a extrema direita da fotográfia, 1932


Cartão de noivado pelo matrimnio do Príncipe Dom Pedro Henrique do Brasil com Dona Maria da Baviera


Castelo de Nymphemboug, casamento Imperial. Na foto além dos noivos, Dona Maia Pia, o Príncipe Roberto (tio de Dona Maria), a Grã-Duquesa Carlota do Luxemburo e o Rei Alfonso XIII da Espanha


Na parte frontal do Castelo, os noivos na tradiional fotográfica com todo o Gotha reúnido


Recém casados

Depois do casamento, uma visita ao Papa no Vaticano


A Prinecsa Dona Maria com a filha, Dona Isabel


Dona Maria com as quatro filhas: Dona Isabel, Dona Eleonora, Dona Maria Teresa e Dona Maria Gabriela


Na Fazenda Santa Maria, a Princesa com dez dos seus doze filhos


Com Dom Pedo Henrique, no Outeiro da Glória, pelo casamento de Dona Graça com seu filho, Dom Fernando


Dona Maria com a Rosa de Ouro doada a Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro

No´início da década de 90, Dona Maria com Dom Luiz, Dom Bertrand e Dom Antonio


Na Baviera, Dona Maria com seus irmãos e cunhadas


a Princesa no Bicentenário no Nascimento do Imperador Dom Pedro II, Quinta da Boa Vista


Em Vassouras, o Chefe da Casa Imperial do Brasil, Príncipe Dom Luiz, com sua mãe


Missa pelos 90 anos da Princesa Dona Maria, na Igreja da Imperial Ordem de Nossa Senhora da Glória do Outeiro


Ainda pelas comemorações, no adro da Igreja, Dona Maria com toda sua Imperial Família


A Princesa e ladeada por todos os doze filhos


Em homenagem a Princesa Dona Maria, fez-se divulgar por parte do blog, uma fotobiográfia com essas e outras imagens inéditas da Princesa. Os leitores pode fazer o download pelo link: http://www.megaupload.com/?d=54K7QSWZ.

As fotos são do aqruivo pessoal do editor com contribuições.

Comunicado do Chefe da Casa Imperial do Brasil sobre o falecimento de S.A.I.R. a Princesa Senhora Dona Maria

            O Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, profundamente consternado, comunica, em seu próprio nome, assim como em nome de seus irmãos, respectivos cônjuges, filhos e netos, bem como em nome de todos os demais familiares, o falecimento de sua muito querida mãe, sogra, avó e bisavó,

Sua Alteza Imperial e Real, Dona

Maria Elizabeth da Baviera de Orleans e Bragança,

Princesa da Baviera,
Dama de Honra da Real Ordem Bávara Elisabetana
e da Real Ordem Bávara Teresiana,

que, hoje, 13 de maio de 2011, no Rio de Janeiro, depois de uma vida longa e plenamente realizada, aos 96 anos de idade, confortada com os sacramentos da Santa Igreja e a bênção de Sua Santidade, Deus Nosso Senhor teve por bem chamar a Si.

A falecida era filha do Príncipe Francisco da Baviera e da Princesa Elizabeth de Croÿ, tendo nascido a 9 de setembro de 1914. Casou-se em 19 de agosto de 1937 com o Príncipe Pedro Henrique de Orleans e Bragança, falecido em 1981, primogênito do Príncipe Luiz de Orleans e Bragança e neto da Princesa Isabel, a Redentora, a quem sucedeu na Chefia da Casa Imperial do Brasil.

As exéquias serão realizadas na cidade de Vassouras – RJ, no dia 14 de maio. Velório, a partir das 10 horas, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição; Missa de corpo presente, na mesma Matriz, às 12 horas; e sepultamento no jazigo da Família, no Cemitério da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, às 14 horas.

As Missas de 7º Dia serão celebradas, no Rio de Janeiro na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé - Rua 1º de Março, Centro, às 12 horas da quinta-feira, dia 19 de maio; e em São Paulo na Igreja Nossa Senhora do Brasil, no Jardim América, às 12:45 horas da sexta-feira, dia 20 de maio.

Caixa Postal 1590
01031-970 São Paulo - SP

sexta-feira, 13 de maio de 2011

FALECIMENTO DE S.A.I.R. A PRINCESA SENHORA DONA MARIA, “DE JURE” IMPERATRIZ MÃE DO BRASIL

Neste dia 13 de maio de 2011, dia do 194º aniversário do casamento do Imperador Dom Pedro I com a Imperatriz Dona Leopoldina (casamento que originou a Casa Imperial do Brasil) e 123º Aniversário da Abolição da Escravatura, foi de encontro ao Pai Eterno nossa Imperatriz Mãe de direito, S.A.I.R a Princesa Dona Maria da Baviera.


Neste momento de grande dor, pedimos suas orações em sufrágio da alma da Princesa Dona Maria, bem como pelo consolo da Família Imperial e dos monarquistas do Brasil.

Segue breve relato biográfico da Princesa Dona Maria:   

Nascida Maria Isabel Francisca Teresa Josefa Princesa Real da Baviera, no castelo de Nymphenburg, em Munique, a 9 de setembro de 1914, S.A.I., a Princesa Senhora Dona Maria era a segunda filha do Príncipe Francisco (Franz) da Baviera e da Princesa Isabelle, Princesa de Croy. S.A.I.R. Era neta do último monarca da Baviera, o Rei Luís III (1845-1921), foi regente do reino a partir de 1912, devido à incapacidade do Rei Oto I, assumindo a coroa com sua morte no ano seguinte, até 1918, quando da proclamação da república na Alemanha no final de 1918) e de sua esposa, a Rainha Maria Teresa Henriqueta, nascida Arquiduquesa d´ Áustria-Este.  


Ao nascer, portanto, a Princesa pertencia a uma prestigiosa família real reinante. Efetivamente em 1914, ano de seu nascimento, o mundo experimentava os infortúnios do início da Primeira Guerra Mundial, a Família Real da Baviera não ficou imune aos acontecimentos e até mesmo o Príncipe Francisco envolveu-se na Guerra, sendo general do Exército bávaro. Em 1918, eclodiu na Alemanha a Revolução Espartaquista, com forte influência da terrível Revolução Russa de 1917, que acabou por assassinar o Czar Nicolau II e sua Família. Este movimento era de ideal comunista e conseguiu primeiramente controlar a região da Baviera. Em 7 de novembro daquele ano, o Rei Luís III e sua Família, entre eles a pequena Princesa Dona Maria, foram obrigados a partir de Munique. O Rei foi o primeiro a ser deposto e a Família passou a sofrer a hostilidade dos revoltosos. A Família Real da Baviera, contudo, conservou todo o seu prestígio, tendo-se inclusive falado em certa época na hipótese de uma restauração da monarquia na Baviera, integrando a República Alemã.

A Rainha Maria Teresa, avó de Dona Maria, herdou de sua família um riquíssimo patrimônio, que incluía propriedades na Moravia e Sárvár, na Hungria. Neste último país, num castelo de mesmo nome da localidade, Dona Maria passou a infância. Seu avô, por ameaças, teve ainda de se transferir para o Liechtenstein e para a Suíça. Neste contexto a infância da Princesa Dona Maria foi bastante conturbada e até mesmo traumática. Na década de 30, a Família retornou à Baviera e parte de seus bens foram devolvidos pelo governo republicano. Seu avô, o Rei Luís III, faleceu em 1921 (mesmo ano da morte da nossa Princesa Dona Isabel, a Redentora), deixando como herdeiro o filho mais velho, tio de Dona Maria, o Príncipe Rupprecht. Este se declarou contra o regime nazista, sendo sua esposa, a Princesa Antonieta, nascida Princesa do Luxemburgo – irmã da Grã-Duquesa Carlota do Luxemburgo, e seus filhos, capturados em 1944 e levados para o campo de concentração de Sachsenhausen, em Oranienburg, Brandemburgo e anos mais tarde foram levados a Dachau e lá foram libertados pelo exército norte-americano. A Princesa não resistiu e faleceu anos depois. A Família teve de se exilar na Itália. O nazismo ensejava a Segunda Guerra Mundial.

Em 19 de agosto de 1937, a Princesa Dona Maria foi desposada na capela do Castelo de Nymphenburg pelo Príncipe Dom Pedro Henrique Afonso Filipe Maria Gastão Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança, Herdeiro dos Imperadores do Brasil, Chefe da Casa Imperial, de jure, S.M.I., o Imperador Senhor Dom Pedro III do Brasil. A cerimônia foi assistida por dois Soberanos, a Grã-Duquesa Carlota do Luxemburgo e o Rei Alfonso XIII da Espanha, além do Chefe da Casa Real das Duas Sicilias (Ferdinando, Duque de Calábria, tio de Dom Pedro Henrique) e os Príncipes Herdeiros da França, Condes de Paris (ela Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança, prima irmã de Dom Pedro Henrique), além de outros da realeza e da nobreza. O tio de Dona Maria, o Príncipe Rupprecht, também presente, aproveitou a ocasião para mostrar sua indiferença aos comandantes nazistas, não os convidando para o enlace. O casamento de Dona Maria foi notícia também pelo fato do celebrante, o cardeal Faulhaber, arcebispo de Munique, ter aproveitado a ocasião para, no sermão, tecer críticas ao nazismo.

 Impedidos pelos trágicos acontecimentos na Europa de vir ao Brasil, e conseqüentemente afetados pelas sanções impostadas pelos nazistas ao parentes e as mortes derivadas das ações daquele grupo, o casal fixou-se primeiramente em Mandelieu, na França, onde habitava Dona Maria Pia, mãe de Dom Pedro Henrique. Ali nasceram o Príncipe Dom Luiz, atual Chefe da Casa Imperial do Brasil (1938), Dom Eudes (1939) e Dom Bertrand (1941), atual Príncipe Imperial do Brasil. Pelas precipitações da Segunda Grande Guerra, Dom Pedro Henrique teve de se refugiar com a esposa e os filhos em La Bourbole, em Puy-de-Dôme, região central da França, aonde as violências da guerra provavelmente não chegariam. Lá nasceu Dona Isabel (1944).

O ano de 1945 foi decisivo para a vida de Dona Maria, visto que precisaria deixar a Europa, onde era cercada por parentes próximos e queridos, para finalmente fixar residência no Brasil, realizando o sonho de seu marido. Em maio daquele ano o navio Serpa Pinto deixou Portugal e rumou para a América do Sul, num roteiro raro naqueles tempos de guerra. Em 17 de maio de 1945 a Família Imperial assistiu a Primeira Comunhão da Princesa Diana de França, filha da Condessa de Paris, em Pamplona, na Espanha, embarcando depois Dom Pedro Henrique e Dona Maria (grávida) e seus cinco filhos, para o Brasil. O embarque não agradou inicialmente a Princesa Dona Maria Pia, que achava errado Dona Maria fazer esta longa viagem estando grávida.  Pelos acontecimentos da guerra e a dificuldade de se arranjar meio de transporte para o Brasil, Dona Maria Pia acabou consentindo e admitindo a necessidade da viagem.

Em Petrópolis, Dona Maria deu a luz, no ano de 1945, ao Príncipe Dom Pedro de Alcântara. Na chegada ao Brasil ocorreu um doloroso episódio: o Príncipe Dom Pedro Henrique foi informado pelo primo, Dom Pedro Gastão, sobre sua condição de ex-sócio da Companhia Imobiliária de Petrópolis, a empresa constituída para administrar a antiga Fazenda Imperial de Petrópolis. Dom Pedro Henrique residiu certo tempo em Petrópolis, numa casa no bairro do Retiro. Já no Rio de Janeiro, em 1948 nasceu Dom Fernando e, em 1950, Dom Antonio. Dom Pedro Henrique e Dona Maria passaram por um período de grande dificuldade, tendo que alugar uma casa no bairro de Santa Teresa.  Apenas em 1951 conseguiu Dom Pedro Henrique comprar uma propriedade agrícola, que denominou Fazenda Santa Maria, na cidade de Jacarezinho, no Estado do Paraná. Lá nasceram Dona Eleonora (1953) e Dom Francisco (1955). E em Jundiaí do Sul, também no Paraná, nasceram Dom Alberto (1957) as Princesas gêmeas, Dona Maria Gabriela e Dona Maria Teresa (1959). Em 1965, necessitando estar mais próximo dos grandes centros, Dom Pedro Henrique vendeu a Fazenda Santa Maria e comprou, em Vassouras, o sítio Santa Maria, conservado na familia até os dias atuais.

Em 5 de julho de 1981, faleceu o Príncipe Dom Pedro de Alcântara, deixando viúva a Princesa Dona Maria. Ascendeu a Chefia da Casa imperial o seu filho, Dom Luiz.

A vida de Dona Maria, nas condições que a divina providencia lhe colocou, fizeram-na uma grande senhora. Ícone de uma geração de grandes Damas do Gotha, Dona Maria se junta a um seleto grupo que representam a antiga geração da realeza das grandes monarquias que governaram a Europa e o Brasil, como o Arquiduque Otto da Áustria (99 anos), a Princesa Lilian da Suécia (95 anos) [eu a tiraria, pois ela não nasceu princesa], o arquiduque Félix da Áustria (95 anos), sua irmã (daí talvez fosse melhor dizer a Arquiduquesa Dorotéia da Áustria (91 anos), Grã-duquesa de Toscana, o Grão-Duque João do Luxemburgo (90 anos), o Príncipe Phillip, Duque de Edimburgo (89 anos) e o Rei Miguel da Romênia (89 anos). Senhores e Senhoras de um passado majestoso e único, que levaram uma vida de grande dignidade.

Depois da morte do marido, a Princesa Dona Maria passou a morar num apartamento na rua Custódio Serrão, na Lagoa, na cidade do Rio de Janeiro,  com sua filha, a Princesa Dona Isabel. Nos últimos anos foi enfraquecendo lentamente, sendo sempre sustentada por sua grande fé religiosa. Referência da Família, a Princesa sempre foi amada pelos 12 filhos, 25 netos e também pelos pequenos bisnetos e reverenciada pelos monarquistas brasileiros. O Clube de Engenharia, há anos atrás, a considerou a Mãe do Ano.

Prima do Herdeiro do Trono da Baviera, Franz, Duque da Baviera, 77 anos (neto do Príncipe Rupprecht), Dona Maria teve cinco irmãos: o Príncipe Ludwig, falecido em 2008 com 95 anos, casado com sua prima, a Princesa Irmgard da Baviera (são os pais do Príncipe Luitpold, 60 anos, cujo casamento com Beatrix Wiegand, filha de um famoso arquiteto alemão, foi considerado por muitos anos como inferior, mas no fim foi reconhecido, o que o torna o Herdeiro de Franz, Duque da Baviera, que é solteiro – ele esteve no Brasil em 2009 para o casamento da Princesa Dona Isabel com o conde Alexander de Stolberg); a Princesa Aldegunda, falecida em 2004, com 87 anos, esposa de Zdenko, Barão von Hoenning-O´Carroll; a Princesa Eleonora, falecida em 2009, com 91 anos, esposa de Constantino, conde von Waldburg zu Zeil und Trauchburg; a Princesa Dorotéia, 91 anos, que casou com Gottfried, arquiduque d´Austria, Grão-duque de Toscana; o príncipe Rasso, 85 anos, casado com a Arquiduquesa Teresa da Áustria (são os pais, entre outros filhos, a princesa Gisela, esposa do Príncipe Herdeiro da Casa Real da Saxônia, Alexander, Príncipe de Saxe-Gessaphe).

A Princesa Senhora Dona Maria faleceu no dia 13 de maio de 2011, será velada na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, no centro de Vassouras, a partir das 10h, com missa de Corpo Presente, o sepultamento dar-se-á no jazigo da Família Imperial no cemitério daquela cidade.

Sua Alteza Imperial e Real, a Princesa Senhora Dona Maria deixa grandes saudades em toda a Família e a todos os monarquistas brasileiros.

sábado, 7 de maio de 2011

Príncipe Dom Rafael em reportagem do SBT

Acesse o link e assista o vídeo do SBT sobre Dom Rafael de Orleans e Bragança. No vídeo o Príncipe fala a respeito de sua vida e suas pretensões pessoais. Maduro, o Príncipe destaca que a Família Imperial vive uma vida normal e que está muito novo para pensar em casamento. No vídeo aparece também o nosso amigo, historiador, Bruno de Cerqueira.

ATENÇÃO


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