domingo, 26 de junho de 2011

Celebração da Ordem de Malta: Dom Antonio e Dona Christine comparecem a cerimônia

Os membros da Ordem de Malta no Brasil reuniram-se no dia 21 de junho para a tradicional celebração no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, oficiada pelo Abade Emérito, Dom Roberto Lopes, Capelão Conventual da Ordem.

Este ano a Soberana Ordem de Malta investiu dois Cavalheiros (Cavalheiros da Graça Magistral), os Senhores Rômulo Mene e Arlindo Galdeano Filho.

Suas Altezas, o Príncipe Dom Antonio e a Princesa Dona Christine de Orleans e Bragança compareceram a bela cerimônia, estando em lugar de destaque. Dom Antonio ingressou na Ordem há um ano com Cavalheiro de Honra e Devoção, reservada a nobres católicos.          

Após a cerimônia, todos foram para a Casa Julieta de Serpa, numa recepção que visa angariar fundos para as obras assistências da Ordem.

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Fotos de Sebastião Marinho para o blog de Hildegard Angel

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dona Isabel e o Fim do Império

Leia o texto de Nelly Martins Ferreira Candeias acerca da Abolição da Escravatura e as problemáticas sócias ocasionadas pelo descaso republicano.

Os planos de assistência aos libertos que a Princesa Dona Isabel arquitetou foram simplesmente ignorados pela república. Pouco mais de um ano depois do 13 de maio de 1888, o pequeno grupo de republicanos, acompanhados de militares descontentes, destronava Dom Pedro II. Endossados pelos ricos fazendeiros descontentes, este grupelho instaurou um novo governo que sempre tratou o negro de forma indigna e desrespeitosa, colocando sobre este povo a culpa de não mais tê-los como objeto de trabalho. Os reflexos desta descriminação covarde são sentidos até hoje, fazendo com que o assunto seja sempre atualíssimo.

"ISABEL E O FIM DO IMPÉRIO


Nelly Martins Ferreira Candeias

Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon nasceu no Rio de Janeiro, em 29 de julho de 1846 e faleceu em Eu, na França, em 14 de novembro de 1921. Filha do Imperador D. Pedro II e da Imperatriz Dona Teresa Cristina, a Princesa Isabel exerceu a regência do Império do Brasil durante três períodos. Foi a primeira Chefe de Estado das Américas e uma das nove mulheres a governar uma nação durante o século XIX.

Ao assinar a Lei Áurea em 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel extinguiu a escravidão no Brasil atendendo a forte apelo da consciência nacional. Era chegado o momento para ser tomada aquela medida. A questão provocava a troca de gabinetes. Os cativos fugiam em massa apoiados pela consciência popular.O Exército deixara de assumir o papel de capitão-do-mato e o trabalho escravo tornou-se indesejável, frente à concorrência da mão-de-obra imigrante, menos dispendiosa e mais qualificada. Ao libertar os escravos, a monarquia e a Princesa Isabel, a Redentora, voltaram ao imaginário da Nação e a alegria do povo traduzia-se em comemorações festivas.

Mas nem todos ficaram contentes, como acontece com os gestos de grande efeito. A abolição prejudicara os proprietários de escravos de regiões econômicas politicamente estratégicas como a do Vale do Paraíba, para os quais nenhuma indenização foi cogitada. Mesmo os barões imperiais desampararam politicamente a causa monárquica, passando a apoiar o ideário republicano. Por outro lado, intensificaram-se as intrigas que visavam a denegrir o Terceiro Reinado, agravado pelo fato de a herdeira do trono de D. Pedro II ser mulher. Naquela altura do século XIX, ainda prevalecia no Brasil a idéia de que as mulheres deveriam ser educadas apenas para serem esposas e mães, limitando-as à culinária, aos bastidores e às agulhas e bloqueando-lhes o acesso aos ensinos secundário e superior. É de salientar que, ao contrário das expectativas feministas da época, a Constituição Republicana não concedeu o direito de voto a mulheres, tão arraigados estavam aqueles preconceitos.

O exílio da Família Real

“Viva a República”. Extinta a monarquia em 15 de novembro de 1889, o chefe do Governo Provisório republicano, Marechal Manoel Deodoro da Fonseca decretou em ato solene, no dia 16, a deposição da dinastia imperial e a extinção do sistema monárquico representativo. E fixou a partida da família real para as duas horas do dia seguinte.Assim escreveu a Princesa Isabel em Memória para meus filhos: “no dia 16 às duas horas da tarde chegou a Comissão do Governo Provisório com uma mensagem a Papai exigindo sua retirada para fora do país (...) A idéia de deixar os amigos, o país, tanta coisa que amo, e que me lembra mil felicidades, fez-me romper em soluços. Nem por um momento desejei uma menor felicidade para minha pátria, mas o golpe foi duro”.Da carta assinada por D. Pedro II, no dia 16 de novembro e dirigida a Rui Barbosa, constou: (...) resolvo, cedendo ao império das circunstâncias, partir com toda a minha família para a Europa, deixando esta Pátria de nós estremecida, a qual me esforcei para dar constantes testemunhos de entranhado amor e dedicação durante quase meio século (...)”

Pressionada pelos acontecimentos, a família imperial partiu para o exílio sem saber o futuro que a esperava. Ainda no porto, um oficial disse à Princesa: “Vossa Alteza compreende que esta transformação era necessária”, ao que ela lhe responde: “pensava que se daria, mas por outro modo; a nação iria elegendo cada vez maior número de deputados republicanos e então, tendo a maioria, nos retiraríamos”.

Na madrugada do dia 17 de novembro de 1889 teve início o embarque da família imperial no navio Parnaíba e a transferência para o navio Alagoas, acompanhado de perto pelo Riachuelo, enquanto em águas brasileiras. Diz Raul Pompéia, “culpa, tristeza e mesmo certa vergonha. Em vez da luz forte do sol, temos o escuro da noite, em lugar da recepção calorosa, a partida solitária, sob olhares escondidos”. Assim seguiram para Portugal, levando “a mais saudosa lembrança”, aqueles que, a partir de 1808, transformaram uma colônia adolescente numa poderosa Nação, evitando a fragmentação do território conquistado, como ocorreu no oeste do continente. Sem a família real, o Brasil teria se transformado num conjunto de países muito menos poderosos.

Omissões históricas, preconceitos e discriminações

Não se pode dizer que o Brasil tenha sido o último país a erradicar a escravatura, a não ser que se considere apenas as Américas no século XIX.

Em entrevista publicada no “Caderno Idéias” do Jornal do Brasil, em 2001, o canadense Paul Lovejoy, professor da Universidade de York, em Montreal, pesquisador do Atlas Histórico da Escravidão, comentou que a Nigéria, de onde vieram muitos cativos para o Brasil, libertou os escravos nos anos 30 do século XX. Outros países, como a Arábia Saudita e a Mauritânia, eliminaram a escravidão por volta de 1960. De acordo com o depoimento de Pierre Verger, famoso fotógrafo e escritor francês (Fundação Pierre Verger), os próprios africanos atacavam aldeias no interior da África, marcando nos prisioneiros as iniciais do comprador com ferro incandescente.

Traficantes africanos riquíssimos, como portugueses, espanhóis, franceses, ingleses e dinamarqueses, negociavam o preço dos escravos e operavam em navios tumbeiros. Os mais ricos utilizavam-nos em suas propriedades africanas.

Alberto da Costa e Silva, ex- presidente da Academia Brasileira de Letras e embaixador na Nigéria, o maior africanólogo em língua portuguesa, revela peculiaridades e fatos históricos de uma África desconhecida, relatando que muitos escravos africanos pertenciam a reis e aos grandes do Daomé, reino africano situado na África Ocidental, cujo regime de trabalho pouco diferia do brasileiro. Diz também que durante os séculos da escravatura e nos primeiros anos seguintes à abolição, o Oceano Atlântico transformou-se num largo e comprido rio, tendo como margens o Brasil e a África ocidental. A cultura africana passou a ser um dos alicerces da cultura brasileira, exigindo o estudo dos resultados sociais da aproximação histórica das duas margens continentais desse grande rio.

Por ser injusta e pouco democrática a distância social entre o Brasil negro e o Brasil branco, é natural que o imaginário do povo sobre a escravidão contenha distorções ideológicas. Torna-se necessário interpretar, com metodologia séria, a origem dos preconceitos e das discriminações existentes em nosso meio, para então legitimar as informações registradas nos livros didáticos que muitas vezes os omitem. Queixas de distorções, omissões e mentiras históricas têm sido freqüentes.

Em matéria publicada especialmente pela Folha de São Paulo, os jornalistas Leandro Naloch e Nei Lopes referem-se aos enredos maniqueístas dos temas das escolas de samba que desfilam no carnaval, observando que neles os afrodescendentes são sempre caracterizados como heróis libertadores e todos os outros como seus opressores. Menos divulgada é a notável contribuição do negro para a história do Brasil e sua miscigenação na formação da nacionalidade brasileira.

Os dois Brasis

É enorme a distância entre o Brasil moderno dos brancos e o Brasil arcaico dos negros. Diz Norberto Bobbio que “ao lado de um estado de poder visível, há sempre um estado de poder invisível que passa despercebido”.

Cento e vinte anos depois da abolição da escravatura, quais são as condições socioeconômicas da comunidade negra no Brasil? No momento em que tanto se fala das políticas públicas e dos sistemas de cotas, basta entrar na sala das grandes universidades brasileiras, públicas ou privadas, para observar grave problema ainda não resolvido pela república brasileira.

Estudo realizado na Universidade de Brasília mostra que os professores brancos representam 99 % do quadro das universidades públicas brasileira, país em que os afro-descendentes representam 47% da população brasileira. Muito embora haja visíveis avanços no controle de preconceitos e discriminações de raça, particularmente após a Constituição de 1988, os ideais dos direitos humanos e da cidadania estão longe de ser alcançados. O banco de dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que utiliza o cálculo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH/PNUD) , assim como os dados provenientes da Fundação João Pinheiro, permitem comparar as condições sociais dos negros entre 175 países. O IDH dos brasileiros negros colocasse na 107ª posição em 175 nações, equivalendo a El Salvador e China, ao passo que os brancos brasileiros ocupam a 46ª posição nesse mesmo conjunto de nações.

Nas estatísticas apresentadas pela Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios – PNAD 2001, o rendimento médio familiar, per capita, dos negros de todo o Brasil, foi de 1,15 salários mínimos, ao passo que o mesmo índice, entre os brancos, foi de 2,64 salários mínimos. A taxa bruta de escolaridade entre os negros brasileiros foi de 84% e a dos brancos de 89%. A taxa de alfabetização das pessoas maiores de 15 anos também apresentou variação positiva para o contingente branco (92,3%) - mais de 10 pontos percentuais superior ao ocorrido entre os negros, cujo índice de alfabetização foi de 81,8%. Lamentavelmente, no que tange ao indicador da esperança de vida ao nascer para o período 1990-1995, a esperança de vida ao nascer foi de 70 anos para os brancos e de 64 anos para os negros.

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2001, apenas 15,8% dos negros puderam concluir curso de graduação, enquanto entre brancos esse índice atingiu 53,6%. No período entre 1992 e 2001, o número de crianças e adolescentes negros no mercado de trabalho foi duas vezes maior do que o de brancos, impedindo, obviamente, a ascensão social pela educação. Agrava-se a condição dos brasileiros negros pelo insignificante acesso a cargos públicos com poder de decisão. Nas eleições de 1999, apenas 15 parlamentares negros foram eleitos entre as 513 cadeiras da Câmara do Brasil (2,8%).

Racismo como tema global

O conceito de direitos humanos tem sido apoiado por convenções, tratados e ratificações. Em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembléia Geral da ONU e assinada pelo Brasil na mesma data, ainda sob impacto das atrocidades cometidas durante a 2ª Guerra Mundial, comprometeu-se a “promover os direitos humanos sem distinção de raça, sexo, língua ou religião”. Esse documento foi traduzido para 360 idiomas.

Como tema global, publicou-se a famosa “Convenção Internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial”, assinada pelo Brasil em 1966 e ratificada em 1968, com decreto assinado em 1969. Nela se expressam as liberdades fundamentais
para todos, sem discriminação de raça, sexo, idioma ou religião. Um dos principais objetivos dessa Convenção é criar um povo unido, sem classificar as pessoas em função das raças ou das raças resultantes. Como aqui se sugere, é preciso estudar cientificamente o que ocorreu com os negros no século XIX, durante a Monarquia, e
no século XX, na vigência da República. Só assim, e em termos do racismo brasileiro, ainda vigente em certos redutos do existir brasileiro com suas omissões históricas, preconceitos e discriminações, estaremos contribuindo para a igualdade dos direitos humanos, dentro da teoria democrática contemporânea, expressa na Constituição Cidadã de 1988.

Abraço à Redentora

Foi esse o objetivo da Princesa Isabel ao abolir a escravatura no dia 13 de maio de 1888, quando afirmou preferir perder o reino do que não libertar os escravos. Como grande estadista, não desconhecia as conseqüências do ato que realizara. Ausente, o Imperador enviou-lhe um telegrama com as palavras “Abraço à Redentora”.

Nas vésperas do centenário da Independência do Brasil, em 3 de setembro de 1921, o Decreto no. 4.120 do Presidente Epitácio Pessoa, em ato de elevada justiça, revogou o banimento da Família Real e autorizou a trasladação dos despojos de D. Pedro II e D.Tereza Cristina . Estes chegaram ao Rio de Janeiro, em janeiro de 1921, a bordo do couraçado São Paulo, para serem depositados na Catedral de Petrópolis.

D. Isabel faleceu em novembro desse mesmo ano. Seus restos mortais e os de seu marido, Conde D’Eu, foram transportados pelo Barroso, nau capitânea da esquadra brasileira, que aqui chegou no dia 7 de julho de 1953.

Foram tempos difíceis. A Princesa Isabel conviveu com o predomínio agrário do tempo e declínio dos escravagistas marginalizados pelo golpe fatal da Abolição. Enfrentou a ideologia republicana dos adversários, a extinção da monarquia e as tristezas do exílio.

Isabel Cristina Leopoldina Augusta Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon é um ícone dos preconceitos e das discriminações de gênero e de racismo no Brasil, que a Constituição Cidadã de 1988 atenuou, mas não conseguiu ainda eliminar."

sábado, 11 de junho de 2011

Nascem os filhos gêmos de Dom Eudes de Orleans e Bragança

Nasceram dia 8 de junho de 2011, na clínica São José, no Rio de Janeiro, Valentina e Eudes, filhos gêmeos de Dom Eudes de Orleans e Bragança e de sua esposa, Patrícia.

Dom Eudes é filho do pai, homônimo, Príncipe Dom Eudes e de Dona Mercedes de Orleans e Bragança, neto, portanto, do Chefe da Casa Imperial do Brasil, de 1921 a 1981, o Príncipe Dom Pedro Henrique, e da Princesa Dona Maria, de jure Imperador e Imperatriz do Brasil. Dom Eudes é sobrinho do atual Chefe da Casa Imperial, o Príncipe Dom Luiz.   

Na Família Imperial, além dos recém nascidos Valentina e Eudes, Dona Maria Teresa e Dona Maria Gabriela – irmãs do atual Chefe da Casa Imperial, Dona Maria Teresa e Dona Maria Eleonora – filhas de Dom Francisco – sobrinhas de Dom Luiz, além de Alexandre e Filipe da Iugoslávia – filhos de Dona Maria da Gloria de Orleans e Bragança, prima de Dom Luiz, são gêmeos.     

Dona Maria Gabriela: talento de Família


Renomada pintora de telas, talentosa como o pai, a mãe e os irmãos, a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança, conhecida no meio artístico como Lelli de Orleans e Bragança, após ter firmado parceria de sucesso com Francesca Romana Diana, na formulação de peças de arte em jóias, agora serve de inspiração ao famoso estilista Pedro Lourenço, que depois de ver uma de suas telas retratando o Rio, criou uma coleção de roupas a ser apresentada na São Paulo Fashion Week, dia 18 de maio de 2011.   

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Aniversário de S.A.I.R., o Príncipe Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil


Completa 73 anos dia 6 de junho de 2011, Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil.

Desejamos a S.A.I.R. muita saúde para que continue a conduzir o progresso da causa monárquica em nosso país, muita paz e muita fé.

sábado, 4 de junho de 2011

Missa em homenagem ao Príncipe Dom Pedro Luiz

O Príncipe Dom Antonio e a Princesa Dona Christine de Orleans e Bragança mandaram celebrar missa na Igreja Nossa Senhora da Paz, em Copacabana, Rio de Janeiro, em homenagem ao Príncipe Dom Pedro Luiz, falecido há dois anos no trágico acidente do vôo 447, Rio - Paris, da Air France

Amigos, monarquistas e a Família Imperial estiveram presentes na celebração.   

terça-feira, 31 de maio de 2011

2 anos sem o saudoso Príncipe Dom Pedro Luiz


31 de maio de 2011

˜

2 anos de falecimento

do Príncipe



Dom Pedro Luiz

de Orleans e Bragança

quarta-feira, 25 de maio de 2011

14 de maio de 2011 - Extraconfidencial: Fallece la Princesa María de Baviera, madre del Jefe de la Casa Imperial del Brasil

Divulgamos o artigo de Ricardo Mateos, do site Extraconfidencial, de 14 de maio de 2011, acerca do falecimento da Senhora Dona Maria. O artigo apresenta alguns trechos incorretos, por exemplo, quando diz que Dom Pedro Henrique e sua Família foram morar em Vassouras, Estado do Paraná (na realidade Dom Pedro Henrique comprou uma propriedade primeiramente em Jacarezinho, Paraná, passando mais tarde, a viver em Vassouras, Rio de Janeiro):

"Fallece la Princesa María de Baviera, madre del Jefe de la Casa Imperial del Brasil
El pasado viernes día 13 falleció, a los casi 97 años, en su apartamento del Jardín Botánico de la ciudad brasileña de Vassouras, la Princesa María de Baviera, viuda del Príncipe Pedro Enrique del Brasil, y conocida en los medios monárquicos locales como “emperatriz madre” en su calidad de madre del actual Jefe de la Familia Imperial. La muerte de la Princesa María, que desde hace ya algún tiempo llevaba una vida casi vegetativa a causa de su avanzada edad, ha sorprendido por coincidir con las celebraciones que ese día tenían lugar en Brasil por el 123 aniversario de la abolición de la esclavitud por parte de la hija del último emperador, Don Pedro II, conocida en todo el país como “La Redentora”.

Declarada anti-nazi



La noticia pronto corrió por todo Brasil donde la Princesa recibió sepultura al día siguiente en el panteón familiar de la misma localidad de Vassouras, junto a su esposo y a su nieto, el Príncipe Pedro Luis de Orleáns-Braganza, trágicamente fallecido en el accidente del Airbus A330 de Air France, cuya muerte ya no le fue notificada. Entre tanto, para el próximo viernes día se preparan grandes funerales y multiplicidad de misas en su recuerdo. Reverenciada por su familia y por los numerosos grupos monárquicos de Brasil, Doña María era, como el resto de su familia, persona de extrema religiosidad dentro de los más puros cánones católicos hecho que explica el que cortase la relación con uno de sus hijos, el Príncipe Eudes, tras su divorcio.

María de Baviera nació en 1914, poco después del estallido de la Primera Guerra Mundial, en el Palacio de Nymphenburg, en Munich, en su calidad de hija del Príncipe Franz de Baviera y nieta del último Rey bávaro, Luis III. Sobrina nieta de la Reina María Cristina de España siempre mantuvo una gran vinculación familiar con la Familia Real española y conoció a su futuro esposo en 1936 en Viena con ocasión de la boda del Infante Alfonso de Borbón con su prima la Princesa Alicia de Parma. Su matrimonio en 1937 con el Príncipe Pedro Enrique, Jefe de la Casa Imperial de Brasil, fue todo un acontecimiento en Munich y contó con la asistencia excepcional del Rey Alfonso XIII.


Vendió patrimonio para subsistir



Declaradamente anti nazi como toda la Familia Real bávara, nunca ocultó su aversión por los príncipes protestantes alemanes que se afiliaron al partido nazi y ella y los suyos se vieron forzados a huir de Alemania viviendo en Francia (donde fueron perseguidos por el Gobierno colaboracionista de Vichy), Suiza, Italia y Hungría hasta su marcha definitiva a Brasil en 1945. Se inició entonces una disputa dinástica entre su esposo y su primo el Príncipe Pedro de Orleáns-Braganza, cuñado de la Condesa de Barcelona, que dejó a la Princesa y a su esposo desprovistos de los bienes patrimoniales de la Familia Imperial que el estado brasileño devolvió en su práctica totalidad a Don Pedro.

Finalmente, en 1965 el matrimonio y sus doce hijos se establecieron de forma definitiva en el lugar de Santa María, en la ciudad de Vassouras, una población del interior del Estado de Paraná donde ella se dedicó al trabajo social como profesora de artes plásticas para enseñar a la población local a utilizar el arte como medio de vida. Buena pintora de acuarelas, tras la muerte de su esposo en 1981 se vio obligada a desprenderse, para atender a su sustento, de la valiosa tiara de diamantes que en su día heredó de su madre la Princesa Isabel de Croy. Su hijo primogénito, don Luis Gastón, es el actual Jefe de la Familia imperial y un hombre políticamente muy cercano a la derecha más católica del Brasil.

Con la muerte de la Princesa María desaparece una de las decanas de la realeza internacional quedando como representantes de la más vieja generación de príncipes europeos la Princesa Margarita de Thurn und Taxis, viuda del Príncipe Cayetano de Parma, con 101 años, la Infanta María Adelaida de Portugal, con 99 años y el Archiduque Otto de Austria, con 98 años."

Ricardo Mateos

Notícias da Missa de 7º dia por S.A.I.R., a Princesa Senhora Dona Maria, em São Paulo


A Missa celebrada em 20 de maio na Igreja Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo, pela alma da Senhora Dona Maria, Imperatriz de direito do Brasil, lotou o templo.

A Missa solene reuniu os irmãos Dom Eudes, Dom Alberto, Dona Maria Gabriela, que foram à São Paulo unicamente pra acompanhar a cerimônia em companhia dos irmãos, Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e Dom Bertrand, Príncipe Imperial do Brasil.   
              
                        O templo lotado por membros da Família Imperial e monarquistas





S.A.I.R., o Príncipe Senhor Dom Luiz, Dom Bertrand e Dom Eudes. Atrás (da direita para esquerda), o padre Alessandro de Bourbon Duas-Sícilias, Dom Gabriel e, sua esposa, Dona Luciana

 
Dom Antonio, Dona Maria Gabriela e Dom Alberto 

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As fotográfias são do site Monarquia 21

sábado, 21 de maio de 2011

"O ADEUS A IMPERATRIZ DO BRASIL"

Assista a composição feita pelo jornal eletrônico Vassouras na Net, sobre o enterro de Nossa Imperatriz Mãe e direito.

Vassouras na Net divulga parte da missa de corpo presente na Igreja de Nossa Senhora da Conceição e também parte do cortejo fúnebre que levou o esquife da Senhora Dona Maria ao jazigo Familiar, onde já estão sepultados os saudosos Príncipes Dom Pedro Henrique (falecido em 1981) e Dom Pedro Luiz (falecido em 2009).   

Em meio às orações, a emoção de toda a Família Imperial é contagiante. O padre Alessandro, Legionário de Cristo, nascido Príncipe da Casa Real de Bourbon Duas-Sícilias à frente, pede ao Pai Celestial que receba a Senhora Dona Maria, dando-lhe o descanso eterno. Os monarquistas - fieis e respeitosos - seguem atrás do cortejo em homenagem a sua Imperatriz de direito.

VASSOURAS, RIO DE JANEIRO, 13 DE MAIO DE 2011

Missa de 7º dia por S.A.I.R., a Princesa Senhora Dona Maria, no Ceará

A representação do Instituto Dona Isabel I, a Redentora, no Ceará, fará celebrar missa de 7º dia de falecimento em sufrágio da alma da Senhora Dona Maria, Imperatriz Mãe (de direito) do Brasil, que será celebrada na Catedral Metropolitana de São José, na Praça Dom Pedro II em Fortaleza, às 12h do dia 21 de maio de 2011.    

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Missa em São Paulo: Família Imperial reunida em mais uma homenagem a S.A.I.R. Dona Maria

Dia 20 de abril de 2011, Jornal do Commercio (20. 21 e 22 de maio), página de Marcia Peltier:

"Nesta sexta-feira partem do Rio para assistir, em São Paulo, a Missa de Sétimo Dia de dona Maria Elisabeth da Baviera de Orleans e Bragança que será rezada na Igreja Nossa Senhora do Brasil, seus filhos os príncipes Alberto, Maria Gabriela, Eudes e Antônio de Orleans e Bragança. Eles se juntam ao príncipe Bertrand, que reside na capital paulista. Nesta quinta, na missa da Antiga Sé, estiveram presentes o principe Michel de Ligne e Johannes Hessel de Jong, vindos da Bélgica. Eles se juntaram, respectivamente, às suas mulheres, as princesas Eleonora e Maria Thereza, que chegaram ao Rio antes, para o enterro.

Presidida pelo arcebispo dom Orani Tempesta, a missa no Rio, assistida por cerca de 900 pessoas, foi concelebrada por dom Edney Mattoso, bispo de Nova Friburgo, o abade do Mosteiro de São Bento José Mendes, monsenhor Sérgio Costa Coutgo, capelão do Outeiro da Glória, e padre Jorjão, que era o confessor de dona Maria. O cerimonial de Ohannes Kabderian, impecável, contou com a guarda de honra do Batalhão do Imperador, do Exército. Ao final, os netos subiram ao altar e, depois de agradecerem a presença de todos, lembraram, com emoção, passagens do convívio com a avó, que gostava de reunir a familia no Natal e na Páscoa." 

ATENÇÃO


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