terça-feira, 9 de setembro de 2014

Castelo de Nymphenburg

Marcando o centenário de nascimento da Princesa Dona Maria, o Blog Monarquia Já visitou o Castelo de Nymphenburg, em Munique, onde nasceu e se casou a Imperatriz do Brasil.  

O Castelo encomendado ao conceituado Asgostino Barelli, foi contruido entre os anos 1664 e 1675, sob encomenda dos Príncipes eleitores Fernando Maria e Henriqueta Adelaide de Saboia. Maximiliano II Emanuel, herdeiro dos Duques Soberanos da Baviera, empreendeu diversas melhorias aos prédios, porem o Castelo atingiu sua magnificência, com o filho deste, o Sacro Imperador Romano-Germânico, Carlos VII Alberto, que mandou construir  oSchlossrondell, as belas mansões barrocas que ladeiam o frontão principal. O Palácio serviu de residência de verão para o Reis da Baviera.  

A parte interna do Palácio impressiona pela beleza da execução dos estilos barroco e rococó, reunindo o melhor das artes e da mobília deste estilo.  

Rodeia o Castelo, um parque de 800.000 m², que ao longo dos séculos assumiu os estilos italiano, francês e, finalmente, inglês, circundado por belos lagos, repletos de cisnes e patos. Na propriedade foram construídos pavilhões temáticos: o Dörfchen – uma pequena aldeia, o Salettl - uma cabana para as crianças reais, o Pagodenburg – com rica azulejaria, o Badenburg – o pavilhão dos banquetes, ricamente adornado em estilo rococó, o Magdalenenklause – espeço destinado ao retiro eremítico, o Amalienburg – um belo pavilhão de caça em estilo rococó e o Monopteros – um templo em estilo neoclássico. O Castelo de Nymphenburg possui uma das mais importantes coleções de porcelanas e de coches do mundo. 

Morreu no Castelo o Rei Maximiliano I José em 1825, e o seu bisneto, o Rei Luís II, nasceu ali em 1845. Em 1914, neste Castelo também nasceu a Princesa Dona Maria e, em 1937, lá também se casou com o Príncipe Senhor Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, em 1936.

Nymphenburg e suas belas mansões 


 
Símbolo máximo do barroco e rococó




Os salões onde eram recebidos os Reis e Nobres durante o período monárquico na Baviera


Jardins: o grande destaque de Munique 


O lago com seus patos e cisnes
 

MENSAGEM OFICIAL DO CHEFE DA CASA IMPERIAL DO BRASIL SOBRE A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL



Do Facebook da Pró Monarquia 



O Príncipe Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil, convidado pelo Grupo Monarquista “Maneco Dionísio” de Avaré, escreveu uma mensagem como lembrança desta data em que se comemora a Independência do Brasil pelo seu tetravô, o Imperador Dom Pedro I.

A Pró Monarquia, o Secretariado da Casa Imperial do Brasil, publica abaixo a mensagem endereçada ao “Maneco Dionísio” como a mensagem oficial do Chefe da Casa Imperial aos Brasileiros nesta especial data, sob o título de “O papel da Monarquia no processo da Independência do Brasil”:

“A convite do Grupo Monarquista “Maneco Dionísio”, atuante nesta importante Estância Turística de Avaré, tenho o prazer de enviar esta mensagem sobre um tema do qual infelizmente os livros didáticos não tratam com a devida imparcialidade, qual seja, o da nossa Independência.

Quando D. João VI, em 1808, desembarcou no Brasil com a Família Real portuguesa, já vinha com o plano de formar aqui um grande Império: abriu os portos para as nações amigas, constituiu várias academias e escolas militares; em suma, criou no Brasil instituições políticas, administrativas, judiciais e militares necessárias para o desempenho de uma nação.

Em 1821 D. João VI foi forçado a voltar a Portugal, mas deixou o seguinte recado para seu filho, D. Pedro: “Pedro, mais cedo ou mais tarde o Brasil se tornará independente. Toma tu a coroa, antes que um aventureiro o faça”. D. Pedro, muito fogoso e atirado, seguiu o conselho do pai e, apesar de todas as pressões recebidas das Cortes revolucionárias portuguesas, não quis voltar a Portugal, e assim tivemos o famoso “Dia do Fico”.

Porém, em setembro de 1822 as pressões se tornaram tais que, ou o Brasil se tornava independente, ou voltaria não para o domínio da Coroa Portuguesa, mas das Cortes de Lisboa, que queriam esfacelar o país em várias Províncias.

Neste momento D. Pedro estava em São Paulo, em viagem de reconhecimento aos Estados do Sul, deixando no Rio de Janeiro como regente sua esposa, D. Leopoldina, uma princesa da Casa d’Áustria. D. Leopoldina, aconselhada por José Bonifácio e por outros Conselheiros de Estado, diante da situação assim criada, assinou o Decreto de Independência em 2 de setembro. Em seguida enviou uma carta a D. Pedro -- José Bonifácio mandou outra --, relatando os fatos e demonstrando que era imperioso proclamar-se a Independência. D. Pedro, passando pelo Córrego do Ipiranga, em São Paulo, voltando de Santos, recebeu as cartas, as leu, tirou o chapéu, arrancou dele as cores de Portugal, e proclamou: “A sorte está lançada, o Brasil está independente, não temos mais vínculos com Portugal. Independência ou Morte”.

Proclamada a Independência, D. Pedro voltou ao Rio num galope de três dias, uma façanha para a época. Mas, passando por Aparecida, parou para consagrar a Pátria recém-nascida a Nossa Senhora Aparecida. Daí o título de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, título ratificado bem mais tarde pela Santa Sé. Mas de fato desde 1822 o Brasil já estava consagrado a Nossa Senhora Aparecida.

Vemos o papel fundamental da regente D. Leopoldina em nossa Independência. Posteriormente atuou também junto à Corte de seu pai, Imperador da Áustria, para que houvesse o reconhecimento do Império do Brasil. Assumiu por completo a nacionalidade brasileira, exigindo de seu pai que, caso não reconhecesse o Brasil como Império independente, seria inimiga da Áustria, sua pátria de origem. D. Pedro, com o auxílio de D. Leopoldina, fez com que nossa Independência se tornasse completamente efetiva.

É preciso salientar: o Brasil, ao contrário de outras nações das Américas, não se tornou independente como um filho revoltoso contra o pai, mas, pelo contrário, como filho emancipado pelo pai. Aquele recado de D. João VI era uma carta de emancipação. A Independência se tornou de tal maneira amigável, que no tratado de reconhecimento da Independência D. João VI recebeu o título de Imperador D. João I do Brasil. E quando D. Pedro se tornou Imperador, recebeu o título de D. Pedro I. Digo isso para mostrar como tudo foi familiar, característica tipicamente nossa, no qual o temperamento cordato, bondoso e amante da paz dos brasileiros e portugueses fizeram com que nossa Independência se realizasse sem traumas nem guerras fratricidas. É uma das glórias de nossa Pátria, é uma glória do temperamento luso-brasileiro, lamentando infelizmente que no resto da América do Sul, do Centro e do Norte o mesmo não ocorreu.

A Monarquia com isso nos deu uma Independência inteiramente pacífica, e em 1824 a melhor Constituição já escrita, com apenas 179 artigos, vigorando até 1889 (65 anos, portanto). Comparem com o período republicano, no qual já tivemos sete Constituições, e já se fala numa oitava... A Monarquia é, portanto, um regime que permite mais estabilidade, planejamento de longo prazo e segurança aos cidadãos.

A todos, grandes comemorações nesta magna data!

Dom Luiz de Orleans e Bragança”

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Monarquia: ética, honestidade e competência

No dia em que o Brasil comemorou seus 192 anos de independência, festa magna dos Brasileiros, os monarquistas se reuniram no Rio de Janeiro para homenagear o Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança e sua saudosa mãe, a Princesa Dona Maria, em Missa Solene, celebrada na Igreja de Nossa Senhora da Gloria do Outeiro, tradicional templo carioca da época do Rei Dom João VI.

A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Rio de Janeiro

A entrada solene dos Príncipes da Casa Imperial do Brasil

A devoção da Família Imperial e dos presentes



S.A.I.R., a Princesa Dona Maria é homenageada com um belo quadro

Dom Antonio e os filhos  


Compareceram monarquistas e amigos da Família Imperial de diversos Estados do Brasil. Em sua homilia, o Reverendíssimo Padre Anderson Batista da Silva evidenciou as virtudes de SS.AA.II.RR., o Senhor Dom Luiz e da Senhora Dona Maria, evidenciando as vantagens da Monarquia. Abrilhantou a celebração, o coral vindo especialmente de Uberaba, Minas Gerais, regido pelo maestro Fabrício Rodrigues Pereira. 


Dona Maria Gabriela, Dom Rafael e Dom Antonio com o maestro e demais músicos de Uberaba 


Depois da celebração, seguiu-se almoço comemorativo no hotel Windsor Florida. Na ocasião, Dom Antonio discursou sobre a importância da união dos monarquistas, agradecendo a presença e as demonstrações de afeto recebidas de todos os presentes. Dom Rafael e Dona Maria Gabriela também estiveram presentes no almoço e confraternizaram com os monarquistas.

Entre o S.E.R., o Senhor Dom José Palmeiro Mendes, o Padre Anderson e demais amigos, Dom Antonio confraterniza com os monarquistas 

SS.AA.RR., Dona Maria Gabriela e Dom Rafael também confraternizam com as novas lideranças monarquistas


A demonstração de civismo e admiração à história do Brasil eram característicos nos dois dias de reuniões dos monarquistas no Rio de Janeiro. A presença dos Príncipes Dom Antonio e Dom Rafael e da Princesa Dona Maria Gabriela evidenciavam que a despeito de toda a corrupção, desordem e incompetência do governo republicano (eleito através de conchavos e acordos escusos), a Família Imperial, representada na figura de seu Chefe, o Príncipe Dom Luiz (educado e preparado para ser Imperador), é verdadeiro estandarte da ética, honestidade e da competência. A Família Imperial está à disposição para servir o Brasil, representando a família de cada um dos brasileiros.

sábado, 6 de setembro de 2014

XXIV Encontro Monárquico do Rio de Janeiro: um grande sucesso

Cerca de 70 pessoas estiveram presentes no XXIV Encontro Monárquico do Rio de Janeiro, durante o sábado (06/09).

Na oportunidade, monarquistas de todas as partes do Brasil se reuniram para falar sobre temas de relevância nacional. S.A.R., o Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança foi o responsável pela abertura.

O primeiro conferencista foi o Professor José Ubaldino Mota do Amaral, que falou sobre os Príncipes Dom Luis e Dom Antonio, filhos da Princesa Dona Isabel e do Conde d'Eu, na I Guerra Mundial. Em seguida, o Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca palestrou sobre a situação brasileira frente aos países vizinhos, o desprestígio da diplomacia e o desgoverno da república. 

Às 14h30, o Príncipe Dom Rafael de Orleans e Bragança iniciou os trabalhos e, mencionando a monarquia como opção para os brasileiros, afirmou categoricamente: "Estarei sempre, mais do que ninguém, a serviço do Brasil!" Após o discurso do Príncipe, Dionatan da Silveira Cunha fez uma conferência sobre a Princesa Dona Maria (1914 - 2011), enaltecendo suas virtudes e homenageando-a com uma série de fotografias inéditas, que foram expostas aos participantes do evento e entregues ao Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança. 

Seguindo o programa, o monarquista Dr. Gilberto Callado de Oliveira, falou sobre o importante tema "Objeções de consciência às decisões legiferantes do STF". 

Neste Encontro, foi marcante a presença de novos monarquistas e, sobretudo, de novas lideranças dos Estados brasileiros. Falaram sobre as ações e perspectivas Guilherme de Faria Nicastro - responsável pela página da Pró Monarquia no Facebook, Natan de Oliveira - militante monarquista nas redes de ensino e na internet, e Dionatan da Silveira Cunha - editor do Blog Monarquia Já.

O Professor Rogério Tjader abrilhantou o evento com suas palavras de verdadeiro entusiasmo por seus mais de 70 anos de lutas em prol da Causa Monárquica.

Fechou o evento, o Príncipe Dom Bertrand, com uma brilhante palestra sobre o Brasil que queremos, destacando a missão da nação como país forte e independente.  

Dom Antonio abre os trabalhos

O Professor José Ubaldino Amaral da Mota fala sobre Dom Luis e Dom Antonio 

Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca fala sobre a realidade política do Brasil

Dom Rafael discursa sobre a opção monárquica e sua disponibilidade em atender as demandas do Brasil e dos brasileiros 

Dionatan da Silveira Cunha falou sobre a Princesa Dona Maria em seu centenário de nascimento 

O Professor Rogério Tjader falou sobre a importância da militância monarquista e seu trabalho realizado há 70 anos

Natal Oliveira falou sobre sua contribuição nas salas de aula e na internet para formação de jovens monarquistas 


Os componentes da mesa atentos a fala de Dom Bertrand

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, na palestra sobre a atual situação do Brasil


Dom Antonio, ao término do evento monarquista, concede entrevista a jovens monarquistas

S.A.R., a Princesa Dona Maria Gabriela em foto para o Blog Monarquia Já


A conferência ministrada pelo editor do Blog Monarquia Já, Dionatan da Silveira Cunha, sobre a Princesa Dona Maria, será disponibilizada no blog a partir de 9 de setembro, data do centenário de nascimento da Princesa. 

sábado, 30 de agosto de 2014

XXIV Encontro Monárquico do Rio de Janeiro

Será realizado no dia 6 de setembro de 2014, no Rio de Janeiro o XXIV Encontro Monárquico que reúne monarquistas de todo o Brasil.

No domingo, 7 de setembro – dia da Independência do Brasil, haverá Santa Missa pelo centenário de nascimento da Princesa Dona Maria (1914-2012), de jure Imperatriz do Brasil, e pelo aniversário de 76 anos do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil.    



PARTICIPE

Entre em contato através do endereço
Rua Itápolis, 873 / Pacaembu / 01245-000 São Paulo - SP
(11) 2361-3214 / 2368-1028 / 3822-4764

Dom Bertrand de Orleans e Bragança em Frederico Westphalen

S.E.R., Dom Antonio Carlos
 Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen
No último dia 28, Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança visitou a cidade gaúcha de Frederico Westphalen e foi recebido pelo Bispo Dom Antonio Carlos Rossi Keller.

Dom Bertrand concedeu entrevista à emissora de rádio Luz e Alegria e conheceu as obras empreendidas pela diocese local. Dom Antonio destacou a presença do Príncipe e a importância da visita para a cidade.

Do Rio Grande do Sul, Dom Bertrand partiu para Santa Catarina, alcançando, durante o final de semana, o Paraná, onde lança seu livro Psicose Ambientalista e se encontra com jovens universitários.

Na primeira semana de setembro, o Príncipe Imperial retorna a São Paulo para cumprir agenda e no final de semana (06 e 07/07) participa do XXIV Encontro Monárquico do Rio de Janeiro.

“Uma entrevista exclusiva com a família real de Portugal: sem assuntos proibidos”

S.A.R., a Duquesa de Bragança com os filhos em Copacabana
Imagem: Glamurama

Dona Isabel, Duquesa de Bragança, acompanhada dos filhos, que veio ao Brasil para assistir o casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman, concedeu entrevista a Michelle Licory, do site Glamurama, em http://glamurama.uol.com.br/uma-entrevista-exclusiva-com-a-familia-real-de-portugal-sem-assuntos-proibidos/

domingo, 24 de agosto de 2014

Imagens do casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman

O Blog Monarquia Já viabiliza aos leitores as imagens de Geraldo Valadares, publicadas na coluna de Marcia Peltier, no “Jornal do Commerico”, de 19 e 20 de agosto de 2014, sobre o casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman:


O Instituto Pró Monarquia também divulgou, através de sua página no “Facebook”, o missal do casamento:







domingo, 17 de agosto de 2014

O Casamento de Dona Amélia de Orleans e Bragança e Alexander James Spearman

Os noivos na saída da igreja, ao fundo, Dona Christine e Dom Antonio admiram o casal
Foto: divulgação 


Celebrou-se em 16 de agosto de 2014, às 17h, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, a Capela Imperial, no Rio de Janeiro, o casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman.

A antiga Capela Imperial ficou lotada pelos convidados, dentre os quais a Duquesa de Bragança, a Senhora Dona Isabel, acompanhada dos filhos Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira e Herdeiro do Trono de Portugal, a Infanta Dona Maria Francisca e Dom Dinis, Duque do Porto, bem como a Princesa Maria Laura da Bélgica, Arquiduquesa da Áustria-Este - filha do Arquiduque Lorenz e da Princesa Astrid da Bélgica -, a Arquiduquesa Alexandra da Áustria e o marido, o Embaixador Héctor Riesle Contreras, a Família Principesca de Ligne - completada pelos irmãos da Princesa Senhora Dona Christine e do Príncipe Michel -, dos Condes de Nicolaÿ, e d'Ursel de Bousies, além do Príncipe Dom Casimiro de Bourbon Duas-Sícilias e, de sua esposa, Dona Maria Cristina, nascida Princesa de Savoia, acompanhado dos filhos - o Padre Alessandro e Dom Luis Alfonso. Presentes ainda inúmeros amigos e parentes do noivo, vindos do Reino Unido da Grã-Bretanha e trajando o típico kilt. Os Príncipes da Família Imperial estiveram também reunidos durante a celebração, destacando-se a figura de Sua Alteza Imperial e Real, o Senhor Dom Bertrand de Orleans e Bragança, que na qualidade de Príncipe Imperial do Brasil, representou a S.A.I.R., o Senhor Dom Luiz.

O Padre Jorge Luiz Pereira das Neves celebrou o casamento, sendo auxiliado pelos concelebrantes Padre Alessandro de Bourbon Duas-Sicílias, primo da noiva, e pelo Padre Silmar Alves Fernandes, pároco da igreja. Todos os convidados acompanharam atentamente, através do livreto composto especialmente para a data, a celebração feita em português e inglês. O Coral dos Canarinhos de Petrópolis e o Quinteto de Cordas da Orquestra Filarmônica também daquela cidade, sob a regência do Maestro Marco Aurélio Lischt, abrilhantaram a cerimônia. Os pequenos Samuele Bridge, Eduardo de Orleans e Bragança de Carvalho Moreira, Pedro de Orleans e Bragança Mendes, Matilde Figuerola-Ferreti, Maria Sofia de Orleans e Bragança Moreira, Maria de Orleans e Bragança Ratto e Stella Schrader, foram, respectivamente, pajens e damas de honra dos noivos. A noiva se vestiu conforme a tradição católica e o noivo vestiu o característico fraque com calças que caracterizam a tradição escocesa, sendo àqueles quadriculados exclusivos da família Spearman.  

Do Vaticano, Sua Santidade, o Papa Francisco enviou sua benção ao casal, que foi lida pelo Padre Jorge. Após a benção final e a assinatura dos padrinhos como testemunhas do sacramento, seguiu-se recepção no Palacete do Conde Modesto Leal, no bairro das Laranjeiras. O grande solar, que foi ricamente ornamentado com telas executadas pela tia da noiva, a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança, serviu de palco para a festa que homenageou Dona Amélia e James Spearman.

De acordo com o Pró Monarquia, a Princesa Dona Amélia assinou seu ato de renúncia por si e por seus descendentes, em 15 de agosto de 2014.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman movimenta o Rio de Janeiro

Ocorrerá amanhã, 16 de agosto de 2014, na Antiga Sé de São Sebastião do Rio de Janeiro e Capela Imperial, o casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman.

Convite de casamento divulgado pela página oficial da Pró Monarquia no Facebook


A celebração marcada para às 17h, será oficiada pelo Padre Jorge Luiz Pereira das Neves, que acompanhou a juventude de Dona Amélia. Os convidados serão recebidos no Palacete Modesto Leal, no bairro das Laranjeiras.  

A antiga Capela Imperial

Interior da Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé

Palacete dos Condes Modesto Leal, onde irá ocorrer a recepção para os convidados


Inúmeros parentes, membros das Casas Reais e Nobres da Europa, já chegaram ao Rio de Janeiro para as comemorações.

Em 25 de julho de 2013, depois do anúncio do noivado pelo jornal inglês “The Times”, Dom José Palmeiro Mendes e Dionatan da Silveira Cunha elaboraram um interessante estudo genealógico do noivo, esclarecendo o parentesco próximo com nobres britânicos, da cepa dos Barões Ashburton, dos Barões e Conde de Northbrook, dos Condes de Cromer, dos Viscondes Baring, dos Barões Howick de Glendale e dos Condes, depois Duques, de Fife, além dos nobres espanhóis como os Marqueses de Garrigues e os Marqueses de la Granja de San Saturnino, bem como dos Barões Garel-Jones, da Inglaterra. O estudo genealógico pode ser acessado através da postagem “Noivado da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman”, de 15/09/2013.

As felicitações aos noivos podem ser enviadas ao endereço constante no lado inferior esquerdo do convite.  

ATENÇÃO


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