segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Monarquia Já

Nos 389 anos de Monarquia no Brasil, gozamos do mais amplo progresso, período em que o Brasil se desenvolveu como potência regional, referência no mundo. Quase 400 anos de História Monárquica construíram uma Nação forte, soberana, com identidade bem definida, numa miscigenação única que formou a cor e a cara deste país.   

Os 315 anos em que o Brasil foi colônia renderam um país continental. Foram as evoluções administrativas dos Reis de Portugal que elevaram as terras brasileiras a esta condição, um país grandioso em território, que comparado com o longínquo Continente africano se assemelha em tamanho. A Monarquia portuguesa garantiu a estabilidade política no Brasil colônia, diferentemente do ocorreu na América espanhola, onde aquele território descoberto pela Coroa da Espanha, fragmentou-se em milhares de pedaços. A História da América espanhola confunde-se com a história pessoal de caudilhos, lideres matadores, populistas e guerrilheiros de toda a espécie. No Brasil tudo ocorreu de forma diferente, nossos heróis derivam de grandes lutas, gloriosas conquistas e belas vitórias, no entanto, depois de 1889, por consecutivos governos danosos que afetaram a Pátria brasileira, nossa memória, nossa grandiosa História é vítima dos covardes que querem acabar, a todo o custo, com a dignidade popular.

Nos 7 anos em que o Brasil esteve condicionado a Reino Unido, na mesma posição que o milenar Portugal e o tradicional Algarves, a Nação desfrutou dos ganhos que um Príncipe Regente, as vésperas de se tornar Rei, conferiu-a. Neste período em que o Brasil passou a ser potência natural, em pleno desenvolvimento, Dom João VI investiu nos interesses destas terras tropicais. Naquele momento, El-Rei preparava um Brasil independente, façanha que alguns anos depois, alavancado por ele mesmo, seu filho realizou.

A façanha de 7 de setembro, que criou definitivamente a nacionalidade brasileira, foi marco inicial para o Brasil de hoje. Pujança, riqueza, abundância, num período em que a Nação protagonizou uma época áurea. Nestes 67 anos monárquicos independentes, o país criou o corpo da Democracia, referência da vida pública, onde as liberdades eram amplas: liberdade com responsabilidade. Era um período de respeito a vida, as coisas públicas, aos cidadãos, ao Imperador e ao Brasil. O poder público, o Imperador, o Senado do Império, a vida pública, inspiravam respeito, diferentemente de ontem, hoje o poder público, o presidente da república, o senado e a câmara federal, a vida pública em si, inspiram respectiva e verdadeiramente, nojo!

Dom Pedro II é lembrado no mundo por seus exemplos, exemplos da boa governança.

Os 121 anos de república tentaram apagar tudo de bom que o Brasil conseguiu, tentaram apagar as conquistas populares, tentaram diminuir os brasileiros, fazer com que o povo esquece-se de sua História, de sua tradição. O que é um povo sem História, sem tradição, sem memória, sem vida?

Apesar de todos os esforços em subordinar o Brasil e seu povo à conduta republicana, corrupta, errada, essencialmente fraudulenta, o Brasil e os brasileiros são monárquicos e assim como este regime, são honestos, certos, essencialmente bons. As recentes alegrias a que cada um dos brasileiros pôde ter acesso com a visita de Dom Antonio à Sergipe e a de Dom Rafael à Bahia, são provas que os 121 anos de república não são nada ou são apenas lixo, e que não apagaram o sentimento grandioso e belíssimo da Monarquia.

Dom Antonio foi recebido na histórica Laranjeiras pelo povo e pelas autoridades, com orquestra sinfônica, cerimonial e protocolo, mudando a rotina daquele município. Foi memorável, há a certeza de que o Príncipe e o Povo daquela cidade guardam a melhor impressão da data. Em Aracaju o mesmo se repetiu. A comoção popular nos remete aos tempos do Império. É realmente emocionante.

Já, Dom Rafael, que, se as circunstâncias sucessórias permitir e assim se comprometer, assumirá futuramente a Chefia da Casa Imperial, foi emblematicamente recebido na Bahia com animação esperançosa, no que se pode considerar como sendo sua primeira viagem oficial como Príncipe dinasta, estando sozinho, ou seja, sem companhia dos tios ou dos pais. É um prenúncio dos bons tempos e um grande sinal de que ele, assim como o seu saudoso irmão; Dom Pedro Luiz, aceita de muitíssimo bom grado a sua grande responsabilidade, imposta para o bem de todos e evolução da Pátria do Brasil.

Hoje mesmo, Sua Alteza, o Príncipe Dom Rafael será recebido às 15 horas na Fundação Instituto Feminino, por Sua Eminência, o Cardeal Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella, na Bahia.

Os acontecimentos, os eventos, as ocorrências a qual os Príncipes Dom Luiz; estimado Imperador de direito do Brasil, Dom Bertrand; Príncipe Imperial, Dom Antonio e Dom Rafael, fazem parte, são uma amostra do apreço, da reverência e da esperança do povo brasileiro com relação à Monarquia adormecida.

Neste 15 de novembro, assim como nos outros dias, viva o Brasil Monárquico. Monarquia Já.

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