domingo, 31 de outubro de 2010

Pioneirismo feminino da Chefia de Estado Brasileiro

Imperatriz Dona Leopoldina e Princesa Dona Isabel.
As primeiras duas mulheres a comandar o Brasil Independente


A Imperatriz Dona Leopoldina, Regente em nome de Sua Alteza Real, o Príncipe Senhor Dom Pedro, à época do Grito do Ipiranga, na Independência do Brasil.

A Princesa Dona Isabel, comandou por três vezes o Império em nome de Sua Majestade, o Imperador Senhor Dom Pedro II. Primeira Chefe de Estado das Américas, sendo uma das nove mulheres a governar uma nação no século XIX.


ESTE É O PIONEIRISMO MONÁRQUICO
FEMININO DA CHEFIA DE ESTADO BRASILEIRO

No Brasil, a Festa da DEMAGOGIA

Acabou-se as eleições do ano de 2010 no Brasil. Temos novos governantes e representantes no parlamento. Tiririca, Sergio Moraes, Dilma Rouseff e outras figuras grotescas foram eleitos neste processo eleitoreiro. Dilma devera arcar com a árdua tarefa de compensar aqueles que a apoiaram, terá 4 anos inteiros para isso, tendo também 3.330 pessoas diretamente a sua disposição e mais de 380 milhões na conta para efetuar este pagamento.

Os brasileiros precisam se preparar para mais 4 anos de amadoris-mo, inexperiência, esquerdismo...

Mais 4 anos de depreciação, de ilusão, de roubo, de corrupção. O mal não está nos eleitores, na política, no Brasil. O mal está nos políticos, no sistema, na república. 

Convite

(Clique para ampliar)

domingo, 24 de outubro de 2010

Encontro Monárquico em Sergipe

C  O  N  V  I  T  E
1º Encontro Monárquico do IBI em Sergipe
Dias 11 e 12 de Novembro de 2010
DIA: 11 DE NOVEMBRO DE 2010  – LARANJEIRAS - SERGIPE
08h40 – Chegada de S.A.I.R. Príncipe Imperial do Brasil Dom Bertrand Maria José Pio Januário Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans Bragança e Wittelsbach, do Comendador Antonyo da Cruz – Presidente Nacional do IBI e Comitiva.
Local: Igreja do Sagrado Coração de Jesus – Laranjeiras - Sergipe
09 horasSolene Missa em Ação de Graças pela visita do Príncipe e sua comitiva a cidade de Laranjeiras.
Participação Especial: Coral da Igreja Matriz e acompanhamento pelo Órgão de Tubos Seculares.
10 horas – Acolhimento ao Príncipe e sua Comitiva frente a Câmara de Vereadores de Laranjeiras pela Filarmônica do Sagrado Coração de Jesus, quando será executado o Hino Nacional Brasileiro e o Hino de Laranjeiras.
10h20 - Abertura do 1º Encontro Monárquico de Sergipe e Posse dos Coordenadores Municipais do IBI de Laranjeiras, Aracaju e Muribeca/Se.
Local: Palácio José de Faro Sobral (Sede da Câmara de Vereadores de Laranjeiras).

DIA: 12 DE NOVEMBRO DE 2010 – ARACAJÚ - SERGIPE
09 horas – Recepção aos Monarquistas e Participantes no Espaço de Eventos do San Manuel Praia Hotel;
10 horas – Tema: “A Influencia Imperial na Historia de Sergipe Província
Palestrante: Prof. Luiz Fernando Ribeiro Soutelo
Membro do Conselho Estadual de Cultura de Sergipe;
11 horas - Tema: “Objetivo Nacional do Instituto Brasil Imperial
Palestrante: Comendador Antonyo da Cruz
Presidente Nacional do Instituto Brasil Imperial;
11h30     - Tema: “Plebiscito e o Movimento de 1993 em Aracajú
Palestrante: Dr. Walbert Martins
Past - Presidente do Circulo Monárquico de Aracajú;
12 horas – ALMOÇO NO RESTAURANTE DO HOTEL

14 horas – Tema: “O Brasil hoje e a Família Imperial Brasileira
Palestrante: S.A.I.R. Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança
15 horas – Tema: “A Influencia da Monarquia Brasileira na Cultura Popular Sergipana
Palestrante: Historiadora e Profª. Izaura Julia Ramos
Técnica do Museu Palácio Olimpio Campos
15h40         Coffee Break
16 horas – Tema: “Retrospectiva histórica da Visita de S.A.I.R. o Imperador e a Imperatriz a Laranjeiras
Palestrante: Monarquista João Francisco dos Santos
Coordenador de Desenvolvimento do IBI em Sergipe.
17 horas – Sessão de Encerramento por S.A.I.R o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança e o Comendador Antonyo da Cruz – Presidente do Instituto Brasil Imperial.
Entrega de Certificados aos participantes.
INSCRIÇÃO
As inscrições deverão ser efetuadas pelo e-mail presidencia@brasilimperial.org.br , anexando cópia do comprovante de depósito ou informando o nome do banco, agencia, cidade onde efetuou o depósito e o nome do depositante;
O depósito bancário deverá ser efetuado em nome de Brasil Imperial, no Banco Bradesco, Agencia 0134, conta 71785-1.
Valor da Inscrição para o encontro com almoço incluso R$ 70,00
Valor da Inscrição só para o encontro R$ 50,00
LOCAL DO ENCONTRO

San Manuel Praia Hotel, Rua Niceu Dantas, nº 75, Atalaia -  Aracajú-SE, CEP: 49037-470

RESERVAS
Preço especial para o IBI,  Apartamento Single ou Duplo R$ 126,00, o triplo R$ 157,50.
Reservas: (79) 3218 5200 / 3243 3404 ou e-mail: reservas@sanmanuelpraiahotel.com.br

20 horas – Jantar com o Príncipe Dom Bertrand de Orleans – Por adesão.

sábado, 16 de outubro de 2010

Casamento de Dona Isabel de Orleans e Bragança com o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg: UM ANO



Há um ano precisamente, na cidade do Rio de Janeiro, casava Dona Isabel de Orleans e Bragança com o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg. Ela, filha do Príncipe Dom Fernando e de Dona Maria da Graça de Orleans e Bragança, neta do Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1922 a 1981, Dom Pedro Henrique e de Dona Maria de Orleans e Bragança, sendo bisneta, por isso, de Dom Luiz de Bragança e trineta da Redentora, a Princesa Dona Isabel. Ele, de Família Condal mediatizada da Alemanha, filho do Conde Franz Joseph e da Condessa Jacqueline de Stolberg-Stolberg, tendo antepassados que já permeavam a história desde 1200.

O casamento, marcado para 16 de outubro de 2009, trouxe ao Rio grande número de estrangeiros, nobres e aristocratas da Europa. Destacava-se ainda a presença de Dom Duarte Pio, Duque da Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa (primo da noiva), do Duque de Vendôme, o Príncipe Jean de Orleans, Herdeiro do atual Chefe da Casa Real de França (primo da noiva e grande amigo do noivo), o Príncipe Jost Cristian, 4º Príncipe e Conde de Stolberg-Stolberg, Chefe Casa de Stolberg-Stolberg, que vieram exclusivamente para a data. Compareceram também os Príncipes de Bourbon Duas-Sícilias, notadamente os filhos de Dom Casimiro, entre eles o concelebrante, Padre Alessandro, da Ordem de Cristo, e, também membros da Família dos Condes de Nicolay, dos Condes de Gambá, dos Conde d’Ursel, da Família Principesca de Merode, de Arenberg, de Looz-Corwaren e de Erbach-Fürstenau. Em evidência, é claro, os Príncipes de Ligne, tios da noiva, e os Príncipes da Baviera, primos de Dona Isabel. Os dias que antecederam o casamento, em que os convidados europeus chegavam ao Brasil, foram de grande festa, oscilando entre passeios por pontos turísticos e históricos, como o Mosteiro de São Bento, e jantares e festas, como a agradável reunião nos salões do Copacabana Palace, oferecida pelo Conde Franz e o jantar na casa de Dom Alberto no Itanhangá, oferecido por aquele Príncipe.

Neste primeiro ano do casamento, é de se relembrar com intensa saudade daquela data tão representativa, que contou com uma cerimônia belíssima, na não menos representativa, na Igreja de Nossa Senhora da Gloria, naquele Outeiro Imperial em que os nobres europeus, monarquistas de toda parte e a Família Imperial se reuniram para assistir a celebração presidida pelo Abade Emérito do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Dom José Palmeiro Mendes OSB, concelebrada pelo primo da noiva, o Padre Alessandro e também pelo Capelão daquele templo, Monsenhor Sergio da Costa Couto e pelo Padre Jorjão. O outeiro abarrotado de amigos da Família Imperial, todos cuidadosos ao andamento da cerimônia. Já passavam das 19h30mim quando a Princesa Dona Ana Teresa, filha de Dom Alberto, adentrou a Igreja acompanhada de pequenos Principezinhos de Orleans e Bragança, pajeando a noiva, esta, no esplendor de seu vestido, portando o rosário, tão característico nos casamentos da Família Imperial. Os noivos e padrinhos, todos a postos, aguardavam Dom Fernando levar a Princesa Dona Isabel ao altar, quando isso ocorreu, uma chuva de rosas inundou aquele lugar e prosseguiu-se o ritual, onde todos podiam acompanhar com seus missais especialmente compostos para a data. Textos em português, latim, alemão inglês e francês. Uma cerimônia belíssima que ocupou mais de 2 horas.

A festa que se precedeu no Paço Imperial, onde a Redentora havia assinado a Lei Áurea, onde Dom Pedro I foi aclamado como primeiro Imperador do Brasil, onde a história da Família da noiva havia sido exaltada, foi majestosa. A decoração, as mesas, o rico coquetel e o fino jantar oferecido colaboraram para que os convidados tivessem as melhores impressões da estada que tiveram no Brasil. Muitíssimas pessoas, que pela primeira vez estiveram no Brasil, vindo então exclusivamente para casamento, confessaram que iriam retomar ao nosso país.

A festa estendeu-se pela madrugada.

Depois de 1 ano, o casal morando na Bélgica, onde trabalham e desenvolvem suas vidas, pode-se dizer o quanto foi importante e representativo este casamento, tendo dele, os monarquistas, grande orgulho. Este grande orgulho não deriva apenas do admirado casamento em igualdade (que por si só já basta), mas também pela integridade do noivo, que desde sempre atendeu com a máxima atenção os monarquistas brasileiros, manifestando amplo respeitando a nossa tradição e História. Por isso os Condes de Stolberg, SS. AA. II. a Condessa Isabel e o Conde Alexander, são muito queridos por todos no Brasil.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pronunciamento de S.A.I.R., o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança


São Paulo, 12 de outubro de 2010


FESTA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL 


Caro Monarquista,


Nesta hora em que, no Brasil, estão em jogo os valores fundamentais de nossa civilização cristã, julgo ser da maior importância a ampla divulgação das corajosas palavras de alerta do Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Di Cillo Pagotto ( link no final ). Peço portanto aos nossos caros amigos que não apenas tomem conhecimento desse pronunciamento, mas procurem também difundi-lo junto a todas as pessoas de suas relações.


Estamos assistindo nesse momento histórico algo sem precedentes: o povo brasileiro - independentemente dos partidos políticos, poderíamos até dizer, apesar dos partidos políticos - despertando frente à mais grave ameaça que paira sobre o nosso futuro, mobiliza-se através da internet e outros meios a seu alcance na defesa de valores morais e religiosos que são a garantia irrenunciável da autêntica liberdade dos filhos de Deus em nossa Pátria.


A Divina Providência nos recompensará com superabundância por tudo que fizermos nesta decisiva hora pelo nosso grande, querido e tão sofrido Brasil.


Rogando a Nossa Senhora Aparecida, cuja coroa de ouro cravejada de brilhantes que lhe orna a fronte foi doada pela Princesa Isabel, que os abençoe a todos, com grande apreço subscreve-se



Dom Bertrand de Orleans e Bragança,
Príncipe Imperial do Brasil.


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Pronunciamento de Dom Aldo Di Cillo Pagotto,
Arcebispo da Paraíba


Livro "Dom Luís de Orleans e Bragança – Peregrino de impérios"



Livro: Dom Luís de Orleans e Bragança: peregrino de impérios
Autor: Teresa Malatian
Edição: Alameda (11 3012-2400)
ISBN: 978-85-98325-96-5
Formato: 16 x 23 – brochura –pólen – 0, 370 kg – 270 páginas
  Aos monarquistas, enfim, uma boa notícia, já está à venda o livro “Dom Luís de Orleans e Bragança – Peregrino de impérios” da escritora Teresa Malatian.

De acordo com o press release da editora Alameda, responsável pela publicação, “a historiadora Teresa Malatian coloca em pauta a vida e a atuação política de D. Luís, numa retomada do tema do monarquismo durante a Primeira República, pouco estudado pela escassa historiografia sobre o assunto. Objeto de diversos artigos publicados em jornais e revistas, nunca D. Luís havia sido biografado na extensão de toda sua vida como foi agora, neste volume.

 “Em 26 de janeiro de 1878 nascia em Petrópolis D. Luís, segundo filho da princesa Isabel e Gastão d’Orléans, conde d’Eu. Após a proclamação da República, grandes transformações atingiram a família imperial brasileira, que passou a residir na França. Nesse contexto, D. Luís acabou por assumir a posição de príncipe imperial e manifestou-se publicamente no Brasil, ao longo de vários anos, em favor da restauração do trono.

No ano seguinte, assumiu o papel de príncipe imperial, em decorrência da renúncia do irmão mais velho, D. Pedro de Alcântara, à posição dinástica. Sua figura jovem, com formação militar, seu interesse pelo Brasil e pela política valeram-lhe ser apontado por Martim Francisco Ribeiro de Andrada como o “príncipe perfeito”, o primeiro desde a queda da monarquia a declarar-se pretendente ao trono”, completa o release.

Para além destas informações, aposta-se que o livro, tão aguardado pelos interessados em história, mas principalmente interessados em  Dom Luiz, trará novos detalhes sobre a vida do Príncipe Perfeito.

A autora Teresa Malatian é professora titular da UNESP, unidade de Franca, escreveu entre outras obras “Os Cruzados do Império” (Contexto), “Império e missão: um novo monarquismo brasileiro” (Companhia Editora Nacional). Dedica-se ao estuda da História do Brasil, muito especialmente da época do Império, inclusive, sendo amiga de muitos monarquistas. 

Aguarda-se para novembro o lançamento, no Rio de Janeiro e São Paulo, do livro.


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Visite o site da Editora Alameda

terça-feira, 12 de outubro de 2010

12 de outubro

 FERIADO NACIONAL




Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida


Dia de todas as crianças

 



212º aniversário de nascimento do Imperador Dom Pedro I





188 anos da Aclamação do S. M. Dom Pedro I
como Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Theatro Pedro II celebra 80 anos de história em Ribeirão Preto

Representante da Coroa esteve na solenidade pelo aniversário do prédio histórico

09/10/2010 - 13:09


Os 80 anos do Theatro Pedro II, uma das maiores referências culturais da cidade e do país, foram celebrados na noite de sexta-feira (8), em Ribeirão Preto. Além de autoridades políticas e militares, e de convidados, a Sala dos Espelhos recebeu a presença do conselheiro da Casa Imperial do Brasil e da fundação Pró-Monarquia, Ciro Moss Davino, representante do Príncipe Bertrand de Orleans e Bragança (trineto do Imperador Dom Pedro II), que não pode comparecer à solenidade por motivo de saúde.

Em seu discurso, Davino parabenizou a todos aqueles que, ao longo desses anos, contribuíram para a manutenção do prédio, um dos mais belos do país. “Manifesto uma enorme satisfação pelo cuidado que Ribeirão Preto tem com esse patrimônio. O agradecimento vai em nome da perseverança de todos que de uma forma ou de outra abraçaram o Theatro Pedro II", disse.

Segundo o presidente da Fundação Dom Pedro II, Josué de Lima Peixoto, o prédio foi batizado com o nome do imperador depois que uma pesquisa feita em 1930 apontou o nome do monarca como o preferido entre os ribeirãopretanos.

Para Davino, a homenagem é justa, já que Pedro II foi um grande incentivador da arte. “O povo gentilmente escolheu o nome do imperador para batizar a maior joia da cidade, um justo tributo ao homem que por 49 anos esteve à frente do Brasil. Dom Pedro II foi um grande mecenas e tutor das artes. Foi amigo de Victor Hugo, Thomas Edson, Charcot...e financiou estudos de vários artistas, entre eles o pintor Pedro Américo. Enfim, sua vida sempre esteve voltada ao campo das artes”, afirma.

A prefeita Dárcy Vera lembrou que o Theatro Pedro II é o cartão-postal de Ribeirão Preto, o maior símbolo da cidade. Ela disse ainda que o prédio imponente localizado no coração de Ribeirão mexe com a curiosidade das pessoas, tamanha a sua imponência.

Ao final da cerimônia, vários convidados foram homenageados com uma edição comemorativa dos 80 anos do Theatro. O gerente regional da EPTV, Marcos Frateschi, recebeu o presente em nome do fundador da emissora, José Bonifácio Coutinho Nogueira, ex-presidente da Fundação Dom Pedro II.

80 anos de história

Inaugurado em 8 de outubro de 1930, na Praça XV de Novembro, o Theatro Pedro II vem encantando plateias de todas as partes do Brasil e do mundo.

Diante de sua arquitetura, é difícil passar pelo prédio sem deixar de contemplá-lo por alguns instantes. “Passo por aqui todos os dias, e não deixo de olhar e admirar o prédio. Para mim é o lugar mais exuberante da cidade”, diz a empresária Sara Lima.

Mais à frente, um grupo de universitários faz fotos em frente ao prédio. “Somos de São Paulo e não há vir a Ribeirão e não conhecer o Pinguim, famoso pelo chope, e o Theatro Pedro II, pela sua importância cultural”, diz Luciano Cavalcanti, estudante de psicologia.

No banco da praça, o aposentado Júlio Casagrande, de 68 anos, contempla o prédio. “Venho aqui todos os dias e não me canso de fitar o "Pedrão". Sua presença nos dá uma sensação de força. É um orgulho para a cidade ter algo tão belo e de tamanha importância para o Brasil”, afirma.

O projeto original do arquiteto Hypoólito Gustavo Pujol Junior foi inspirado no Teatro de Ópera de Paris. Idealizado e construído pelo empresário João Meira Júnior, o prédio foi um presente dado por ele à cidade na época de ouro do café. O interior do prédio apresenta características do Iluminismo francês e do Art déco; na fachada fortes influências do Barroco italiano.

Incêndio

Um dos episódios mais marcantes da história do Theatro é o incêndio ocorrido em 1980, que "calou" o prédio por 16 anos. A cobertura, o forro do palco e o interior do Pedro II foram destruídos pelas chamas que começaram na exibição do filme “Os Três Mosqueteiros Trapalhões”.

Antes disso, desde 1970, o interior do Theatro já havia perdido grande parte de seus elementos, sendo descaracterizado para abrigar o cinema. Segundo o presidente da Fundação, Josué de Lima Peixoto, a grande mobilização de artistas da cidade e de todo o país foi o que deu início à luta pela recuperação do patrimônio.

Em maio de 1982, o prédio foi tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo).

Restauração

Milhares de profissionais de várias áreas contribuíram na reconstrução do Theatro, que começou em 1991. Atualmente, o Pedro II ostenta o título de 2º maior teatro de ópera do Brasil, ficando atrás apenas do Municipal de São Paulo.

Na época da restauração, pessoas do Brasil inteiro participaram dos trabalhos, pois não havia profissionais de restauro suficientes apenas em Ribeirão Preto. O teto construído em forma de ondas foi desenvolvido pela artista plástica Tomie Ohtake, que lhe deu um ar contemporâneo. “Havia gente que saía daqui de Ribeirão e ia para São Paulo trabalhar com Tomie Ohtake para desenvolver o projeto do teto”, conta Peixoto. “No centro há uma luminária em forma de pingo, que pesa 1,5 tonelada, e é retirada manualmente uma vez por ano para passar por manutenção.”

Espetáculos

Peças e orquestras do Brasil e do mundo passaram pelo Pedro II. Ao longo de sua trajetória, o palco recebeu nomes como Tarcísio Meira, Paulo Goulart, Glória Menezes, Juca de Oliveira, Ney Matogrosso, Marisa Monte, Filarmônica de Israel, entre outros. Em 1998, o bailarino Mikhail Baryshnikov se apresentou no Theatro e, como recordação, deixou uma de suas sapatilhas no local. Junto dela, um registro com os dizeres ‘Muito obrigado pela hospitalidade’.

“Hoje, recebemos ligações de todos os lugares de artistas que querem se apresentar aqui. É uma satisfação muito grande, porque isso é fruto do trabalho desenvolvido pelas pessoas envolvidas na manutenção do patrimônio”, diz o presidente.

Popular

A agenda dos espetáculos é cuidadosamente preparada para oferecer atrações de qualidade e a fundação tem parte na arrecadação da bilheteria. “A renda é destinada ao pagamento das despesas e também aos projetos, entre eles o Amigos da Casa, que contempla os artistas de Ribeirão Preto. Eles agora têm a oportunidade de se apresentar no palco do Theatro”, explica Peixoto.

“Temos democratizado o Theatro, mas sem perder o glamour e a beleza. A visitação pública e os espetáculos com preços mais acessíveis têm contribuído para trazer o público ao local, desvencilhando-se um pouco da sua imagem elitizada. Com isso, mais pessoas têm a chance de conhecer o Pedro II.”
 
Mitos

A história de que existe uma passagem secreta dentro do prédio é uma verdade. “Os barões do café vinham assistir aos espetáculos acompanhados de suas esposas, mas sorrateiramente, saíam do prédio por essa passagem que dá acesso ao Palace e iam ao encontro das hóspedes, que eram dançarinas francesas”, diz Peixoto.

A passagem foi fechada, mas a porta foi mantida no corredor. Quanto à lenda de que existiria também uma passagem do Theatro para o prédio onde fica o Pinguim, o presidente desmente.

Peixoto foi um frequentador da famosa “Caverna do Diabo”, que funcionou no subsolo do Theatro entre 1959 e 1970 e, que, hoje, dá espaço ao auditório Meira Júnior. A área abrigava um cassino e grandes bailes de carnaval. Na entrada havia, de fato, uma figura que representava a cara do diabo.

Futuro

Toda a documentação referente ao Theatro Pedro II passará por um processo de informatização. De acordo com Peixoto, em breve, todas as informações referentes à história do prédio estarão disponíveis na internet para que a população possa ter acesso a esses dados e fique cada vez mais próxima desse patrimônio.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Trechos do livro de Aristóteles Drummond: Um Conservador Integral



O jornalista Aristóteles Drummond é personalidade conhecida nos meios sociais,  culturais e empresariais do Rio de Janeiro.É bisneto de Augusto de Lima, presidente do Estado de Minas Gerais em 1891, poeta, membro da Academia Brasileira de Letras Interessado na política desde menino,  simpatizou inicialmente com o PSP de Adhemar de Barros. Universitário, participou do movimento Grupo de Ação Patriótica (GAP), que se opunha à esquerdista UNE. Anti-comunista, apoiou sempre a Revolução de 1964, que continua defendendo, embora critico do presidente Ernesto Geisel. Foi presidente da COHAB no governo Negrão de Lima, exerceu funções no Banco Nacional e na Associação Comercial do Rio, foi assessor do Ministro das Minas e Energia César Cals, diretor da Light no final do governo Figueiredo. Católico, tem um programa na Rede Vida de Televisão. Teve sempre simpatia pela monarquia.

Agora, chegando aos 65 anos, publicou uma interessante obra, “Um Conservador Integral - Relatos da Vida - Ensaios sobre economia, política e personalidades” (Armazém de Idéias, Belo Horizonte, 462 pp),  lançado há poucos meses. Aí faz algumas referências interessantes à Família Imperial.
 
“Meu respeito por Portugal pode ser facilmente comprovado. Na convicção da importância da CPLP, por exemplo, ou no culto aos Bragança. D. João VI , que fez o Brasil ser Reino Unido, em 1815, e praticamente criou o país; o legado de Pedro I e os 49 anos de Pedro II. Exemplos de gerações de Orleans e Bragança preparados para servir ao Brasil, desde D. Luis, o príncipe perfeito, filho da Princesa Isabel, passando por D. Pedro Henrique e agora D. Luis, D. Bertrand, D. Antonio, e demais irmãos e irmãs. Eleonora, nossa madrinha de casamento, inclusive. Todos impecáveis na disponibilidade para servir ao Brasil.” (pp 92-93).

Elogiando o livro de José Murilo de Carvalho sobre D. Pedro II (“livro que deveria ser distribuído e discutido nos colégios brasileiros”), diz: “Vale a pena conhecer a história. D. Pedro II foi um brasileiro exemplar e nossa Casa Imperial, na sua descendência, é admirável até os dias de hoje. Merece, portanto ser conhecida a vida de amor ao Brasil de seu neto D. Luiz, o Príncipe Perfeito, e seu bisneto D. Pedro Henrique, mostrando que a falta de perspectiva de poder nunca influiu na disposição de amar e de dedicar ao bem do Brasil, no mais absoluto desinteresse.” (pp 196-197).

Falando na presença militar na história do Brasil, nota: “A República, que não foi um movimento militar igual a todos os que tivemos na história, pois não estava afinado cm a vontade popular, que, de certa forma, foi surpreendida, revelou uma figura que impressiona pela capacidade de articular e usar de um imenso e justificado conceito entre seus pares: o general Benjamin Constant. Sem ele não teria havido República, pelo menos naquele momento, e dificilmente depois, dado o prestígio da Princesa Isabel e a personalidade daquele que seria seu sucessor, o segundo filho, D. Luis, cuja imagem que nos chega é de uma personalidade dotada de sabedoria, cultural e simplicidade” (pp 291-292). Enfim, uma revelação importante, no sentido que pensou-se em 1961 nos meios governamentais, numa restauração da monarquia.


Relata Aristóteles Drummond: “Quando quase tivemos um D. João I tive informações privilegiadas pelo mesmo deputado José Maria Alkmin, com quem muito privei em função de minha amizade com o filho Leonardo e por laços dos Augustos de Lima, já que éramos todos reconhecidos ao discurso que ele fizera, em 1934, no enterro de nosso antepassado ilustre, colega dele na bancada mineira. Fiquei sabendo, por exemplo, que, na crise da renúncia de Jânio e posse de Jango, antes do parlamentarismo que triunfou, pensou-se na restauração da monarquia. O que, diga-se de passagem, teria sido uma maravilha para o Brasil. Quando o tema foi lançado logo se colocou a barreira de que D. Pedro Henrique, o legítimo herdeiro do trono brasileiro, era contestado por seu primo Pedro Gastão. Este não aceitava a renúncia do pai, feita, antes de se casar, em documento manuscrito, de conhecimento público e aceita pela Princesa Isabel. Mas Pedro Gastão cultivava a imprensa, freqüentava a sociedade e desfilava montado em seus belos cavalos por Petrópolis. Tinha, portanto, menos ou nenhuma legitimidade, mas grande visibilidade. O brigadeiro Grüm Moss, Ministro da Aeronáutica, então, tomou a palavra e disse: ‘Não seja por isso, temos um terceiro, D. João, que é oficial da Aeronáutica e serviu na II Guerra Mundial, transportando aeronaves dos EUA para o Brasil’. Mas, infelizmente, a situação se precipitou e os políticos deram a solução que levou a uma crise, que dividiu e empobreceu o Brasil, até o 31 de março de 1964. Este fato eu contei a José Alberto Gueiros, e está em seu livro ‘História de um Príncipe’, sobre D. João, que teria sido um grande imperador” (pp 79-80).

Haverão outros testemunhos sobre este episódio?

"Fórum desqualifica o III Programa Nacional dos Direitos Humanos"

O Deputado Federal Paes de Lira presente a mesa de debates


Por IPCO e Revista Catolicismo | Hélio Dias Viana

No dia 26 de agosto, mais de 300 pessoas lotaram o auditório do Golden Tulip Hotel, próximo da Avenida Paulista, para somar seus esforços aos dos patrocinadores do Painel sobre o III Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH-3).


O evento foi promovido pela coalizão de três organizações, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, o Instituto Millenium e a campanha Pela Legítima Defesa. Além disso, contou com o apoio de 14 outras associações.


A presidência coube ao renomado engenheiro Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Abrilhantou-o a presença do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e do sobrinho deste, o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança.

Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil, com o sobrinho, Dom Gabriel de Orleans e Bragança



Como moderador do Painel, o Dr. Mário Navarro da Costa, diretor do Bureau de Washington da American Society for the Defense of Tradition, Family and Property (TFP), explicou inicialmente a importância decisiva que tiveram as coalizões para o alçamento do movimento conservador norte-americano ao incontestável prestígio de nossos dias, incitando os presentes a atuar no mesmo sentido no Brasil.


O Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, saudou os presentes com breves palavras e declarou aberta a sessão.


“Não há nada a salvar-se deste plano”

A brilhante exposição do primeiro orador, o conhecido jurista Prof. Ives Gandra da Silva Martins, foi acompanhadapor todos com o mais vivo interesse. Discorreu sobre as inconstitucionalidades do PNDH-3, apontando para um cenário “apocalíptico” se ele entrar em vigor no Brasil.


Segundo ele, o PNDH-3 inspira-se na mesma linha-mestra das “constituições bolivarianas” da Venezuela, Bolívia e Equador. Em outros termos, extingue o equilíbrio atualmente existente entre Legislativo, Executivo e Judiciário, sendo que a balança penderá fortemente a favor do Executivo.


Mas destacou uma importante característica: o poder fica nas mãos de pequenos conselhos “comunitários” (leia-se “sovietes”) vinculados à Secretaria de Direitos Humanos (leia-se “soviete supremo”), como na Rússia comunista. Este é um caminho para a instalação da ditadura em moldes socialistas, como ocorreu em Cuba. Finalizando a exposição, afirmou: “Não há nada a salvar-se deste plano”.


PNDH-3: o “monstrengo jurídico”


Em seguida falou o deputado federal Jairo Paes de Lira, coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo, corajoso defensor dos valores morais e da família, que vem se notabilizando por tenaz oposição ao aborto e ao dito “casamento” homossexual, bem como por suas atitudes em prol dos direitos do cidadão honesto à autodefesa.


Qualificou o PNDH-3 de “monstrengo jurídico”, ressaltando que não passa de uma carta revolucionária e totalitária a fim de controlar a sociedade brasileira.


Declarou-se admirado ao ver o Estado propor um Programa que propugna a “desconfiguração” da família, promove a chacina de inocentes indefesos por meio do aborto e apóia a “desconstrução da heteronormatividade”, ou seja, as distinções entre o feminino e o masculino, que não serão levadas mais em conta nem mesmo nas cartilhas escolares. Cada um, seja homem ou mulher, poderá “escolher o que quiser”. E concluiu que o destino deste absurdo Programa deve ser a lata de lixo.


O PNDH-3 “distorce conceitos e inverte valores”,


Como terceiro conferencista, o dinâmico presidente do Instituto Millenium, Dr. Paulo Uebel, discorreu sobre o caráter socializante do PNDH-3. Enriqueceu a exposição com gráficos demonstrativos de sua tese, e foi enfático ao afirmar que ele “distorce conceitos e inverte valores”, proporcionando privilégios escusos para baderneiros e “camaradas” e perseguindo a virtude e o mérito.


Confronto entre o Brasil de superfície e o Brasil real


Deveria pronunciar a última conferência o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, cujocomparecimento foi impedido por uma contusão muscular. Substituiu-o o perspicaz analista político José Carlos Sepúlveda da Fonseca, destacando certas características do Brasil verdadeiro – o Brasil cristão, real e profundo, tão diverso de sua caricatura ostentada pelas correntes de esquerda.

Expôs sinteticamente a doutrina social da Igreja sobre os fundamentos da livre iniciativa, do direito de propriedade e do princípio de subsidiariedade, em franca oposição ao estipulado no PNDH-3.

José Carlos Sepúlveda da Fonseca crítica a esquerda


Após afirmar que a tarefa de governar não é principalmente administrar, mas sim orientar, cuidar e prover, mostrou que a mentalidade comunista, da qual provém o ataque à livre iniciativa e à propriedade privada, está presente no Programa do governo Lula.

Além disso, sustenta-o uma mentalidade atéia, que pretende substituir Deus pelo “deus” Estado. Dessa mentalidade comunista provém o ataque à propriedade rural a fim de implantar a Reforma Agrária e extinguir a propriedade privada. Tão aclamada pelo atual governo, ela “só tem promovido miséria e favelas rurais”.

Encerrou com as seguintes considerações: “O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sempre afirmou em seus escritos que há dois tipos de Brasil: o Brasil de superfície e o Brasil real. O Brasil real, aqui tão bem representado, vai acordando de seu letargo. Este Fórum traz uma nota de esperança: Se o Brasil real se levantar e der um brado de alerta, grandes possibilidades há de que o PNDH-3 seja derrotado”.


E-mail para o autor: catolicismo@terra.com.br

Casamento reúne membros da Família Imperial

Hildegard Angel traz em seu blog belíssimas fotos de Sebastião Marinho, do casamento de Maria Rita Drummond e Rodolfo Aranha Barreto, com presença de vários membros da Família Imperial Brasileira.

Maria Rita é filha de Aristóteles Drummond, destacado intelectual monarquista e amigo dos Príncipes brasileiros.

O casamento ocorreu na Antiga Sé Catedral e a festa foi no Paço Imperial. 


Dom Antonio e Dona Christine na cerimônia religiosa na Antiga Sé


Dom Alberto de Orleans e Bragança entre Antonio Alberto Gouvêa Vieira e William Prettyman



Aristóteles e Teresa Drummond com os noivos Maria Rita e Rodolfo

Dona Eleonora, Princesa de Ligne, com Kitty e Jonja Assis


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Todas as fotos são de Sebastião Marinho para o blog de Hildegard Angel

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