segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Comunicado de Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, sobre a tragédia na Serra do Rio de Janeiro

Ainda estão gravadas na memória de todos nós as imagens de devastação e pavor causadas pelos deslizamentos, enxurradas e enchentes que flagelaram particularmente a região serrana do Rio de Janeiro.

A dor e a desolação de nossos irmãos, que assim perderam seus entes mais queridos, suas residências e seus bens, suscitaram em nossas almas esse sentimento tão brasileiro de comiseração, de piedade e de ajuda. De todo o Brasil, começaram a afluir para a região sinistrada auxílios dos mais diversos.

Nos primeiros momentos desta tragédia, o anseio veemente de meu coração pesaroso era poder de alguma forma levar a todos esses atingidos o consolo material e sobretudo espiritual de que mais necessitavam naqueles instantes, mitigando de alguma forma a dor que em diversos modos e graus os atingia. Motivo pelo qual, antes de mais, devotei minhas preces a Deus Nosso Senhor a rogar pelo eterno descanso dos falecidos e pelo conforto de todas as vítimas desta catástrofe natural, potencializada infelizmente por certo descaso humano. Seguindo o exemplo de meus maiores – e recordo aqui com afável emoção a figura determinada e bondosa de minha bisavó a Princesa Isabel – era também meu desejo poder fazer chegar a esses brasileiros uma ajuda material que de alguma forma lhes servisse de amparo e lhes proporcionasse ânimo para um reerguimento.

Ao comunicar estes meus anseios aos que comigo convivem mais de perto, foi possível, graças à diligência e operosidade de devotados monarquistas, organizar a coleta de alimentos, roupas e bens de primeira necessidade. Desde já, um caminhão com três toneladas destes bens, fruto da generosidade desprendida de tantos, partirá do interior do Estado de São Paulo, no próximo dia 31 de janeiro, rumo à região atingida. Meu irmão, o Príncipe Dom Antonio – diante da impossibilidade de eu o fazer pessoalmente – se encarregará, em nome da Família Imperial, de liderar o grupo de voluntários que fará a entrega desses bens. Nesta hora, a Família Imperial sente-se especialmente unida no sofrimento, mas também no cristão sentimento de esperança, a todos aqueles física ou moralmente feridos por tão calamitosos eventos.

Rogo, pois, a Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira de nossa Nação, que vele por todos maternalmente e faça o Brasil reerguer-se do impacto destes flagelos naturais que o atingiram, bem como dos flagelos morais que vão dilacerando nossa sofrida sociedade.



Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil

sábado, 29 de janeiro de 2011

S.A.I.R. PRÍNCIPE DOM ANTÔNIO DE ORLEANS E BRAGANÇA COMPARECE A PASSAGEM DE COMANDO NO BATALHÃO DOM PEDRO II - PETRÓPOLIS




Dom Antonio acompanhado dos gestores do Diretório Monárquico do Brasil


 









Casamento de Dona Maria Elisabeth de Orleans e Bragança com Pablo Trindade de Souza

Está sendo noticiado para o dia 6 de agosto de 2011, o casamento da filha do Príncipe Dom Francisco e de Dona Claudia de Orleans e Bragança, a Princesa Dona Maria Elisabeth.

Noiva do médico Pablo Trindade de Souza, Dona Maria Elisabeth sobe ao altar na Igreja de Nossa Senhora da Gloria do Outeiro, com festa na casa de seus avôs, Sr. Eurico e Sra. Nilza Godinho, no Alto da Boa Vista.

Dona Maria Elisabeth Josefa Angela Michaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orleans e Bragança nasceu em 1º de março de 1982, no Rio de Janeiro. Seu pai é de Dom Francisco de Orleans e Bragança, nono filho e sétimo varão do Príncipe Senhor Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 a 1981, sendo, Dom Francisco, portanto, irmão de Dom Luiz de Orleans e Bragança, atual Chefe da Casa Imperial. Sua mãe é Dona Claudia de Orleans e Bragança, nascida Sra. Claudia Regina Godinho. Dona Maria Elisabeth é formada em medicina, atuando na área de pediatria. A Princesa é membro da equipe de profissionais voluntários da ONG Médicos Sem Fronteira, já atuou em Moçambique, na África, e também na América Central. Pós-graduou-se recentemente na área de infectologia na Antuérpia.

Sites brasileiros e europeus já noticiam a celebração.

Dom Pedro II e os dias atuais



Por Sonia Rabello

"O sistema ainda não funciona a contento. Saber as causas é fundamental para sua solução. Mas seria esta uma causa basicamente cultural ?"

Na interessante biografia de D. Pedro II , escrita pelo grande historiador brasileiro José Murilo de Carvalho, encontramos considerações atualíssimas sobre política e administração pública feitas pelo Imperador, e relatadas pelo Professor José Murilo.

No capítulo relativo ao “Auto-Retrato”, uma das revelações feitas refere-se à Administração Pública. “Menor centralização administrativa também é urgente, assim como melhor divisão das rendas em geral, provincial e municipal, convindo vigorar este último elemento”. Com a conhecida crise nos exames universitários nacionais de avaliação feitos pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), seria interessante dar mais ouvidos aos “conselhos” do Imperador. Assim como aplicá-lo à infindável disputa entre Municípios e Estados pelas rendas tributárias, e pelos royalties do petróleo. Velha questão esta, a da centralização administrativa dos serviços públicos que não funcionam!

Aliás, o autor nos reporta que o Imperador se impacientava com a “morosidade da burocracia”: “Tudo o que não é rotina encontra mil tropeços entre nós”, dizia. Hoje, até a rotina (...).
Sobre os Ministros de Estado, e sobre a Magistratura disse: “A primeira necessidade da magistratura é a responsabilidade eficaz”(...). Aplicável às decisões tardias, ou aos processos infindos...(ver post do dia 21/01).

Acho muito prejudicial ao serviço da Nação a mudança repetida de ministros; o que sempre procuro evitar, e menos se daria se as eleições fossem feitas como desejo; a opinião se firmaria, e o procedimento dos ministros seria mais conforme a seus deveres, reputando eu um dos nossos grandes males a falta geral de responsabilidade efetiva” (...)!!!

E não é que ainda não conseguimos solucionar a questão da responsabilidade ? Nem a do Estado , nem a dos agentes públicos e dos políticos. O sistema ainda não funciona a contento. Saber as causas é fundamental para sua solução. Mas seria esta uma causa basicamente cultural?
Finalizo com um trecho que deveria ser exemplo para os políticos, (felizmente, para alguns o é, crendo na reportagem sobre o ex-ministro Patrus Ananias - link):

Que medo poderia ter? De que me tirassem o poder? Muitos melhores reis do que eu o têm perdido, e eu não lhe acho senão um peso duma cruz que carrego por dever. Tenho ambição de servir ao meu país, mas quem sabe não o serviria melhor noutra posição? Em todo caso, jamais deixarei de cumprir meus deveres de cidadão brasileiro


Nota: A biografia citada é da Coleção Perfis Brasileiros, Ed. Cia das Letras: D. Pedro II , por José Murilo de Carvalho.

Casamento Imperial na Alemanha


Foi anunciado oficialmente na sexta-feira, 21 de janeiro, o noivado do Chefe da Casa Imperial da Alemanha, Príncipe Jorge Frederico da Prússia, com a Princesa Sofia de Isenburg, filha de Francisco Alexandre, Príncipe de Isenburg e da Condessa Cristina de Saurma, Baronesa de Jeltsch.

Os Isenburg constituem uma grande família da nobreza alemã, família conhecida desde o século X, tendo já sido soberana. Foi  mediatizada no século XIX, ou seja, considerada igual de nascença às famílias reais e outras famílias soberanas. O pai da princesa Sofia é o chefe da I linha da família, residindo no castelo em Birstein, Hesse.    O príncipe Jorge Frederico da Prússia, que está com 34 anos, é filho do príncipe Luis Ferdinando da Prússia (1944-1977) e da condessa Donata de Castel-Rudenhausen, tendo sucedido ao avô, também príncipe Luis Ferdinando (1907-1994), como Herdeiro do Trono Imperial da Alemanha. É tataraneto do imperador Guilherme II, deposto em 1918 com a proclamação da República na Alemanha.

A notícia alegra naturalmente os monarquistas alemães, mas também todos os admiradores das Famílias Reais européias e de suas tradições de casamentos Reais ou Principescos. É cada vez mais raro, tanto nas Famílias Reinantes, como nas não Reinantes, as alianças matrimoniais com outras Famílias Reais ou Principescas ou mesmo com Famílias da Nobreza.

A Princesa Sofia de Isenburg tem 32 anos. Possui cinco irmãos, sendo a Princesa Catarina casada com o Arquiduque Martinho da Áustria-Este e a princesa Isabela casada com o Príncipe Carlos de Wied. É de se observar que sua família é católica, sendo inimaginável há algum tempo atrás que um Hohenzollern, luterano, casasse com uma Princesa Católica. É de se imaginar que a princesa Sofia tenha dispensa para poder casar seguindo os ritos da Igreja Luterana. É de se notar também que a mãe do Príncipe Jorge Frederico da Prússia, a Princesa Donata, viúva, casou em segundas núpcias com o Duque Frederico Augusto de Oldenburgo, pai (pelo seu primeiro casamento com a Princesa Maria Cecília da Prússia) do Duque Paul de Oldenburg, que converteu-se ao catolicismo, sendo um dos dirigentes da TFP alemã, muito amigo dos Príncipes Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil e de Dom Bertrand de Orléans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil.

Os Isenburg eram protestantes, tendo se convertido ao catolicismo em 1861 o tataravô da Princesa Sofia, o Príncipe Carlos, que casou quatro anos depois com a Arquiduquesa Maria Luisa da Áustria, filha do Grão-Duque Leopoldo II de Toscana e da Grã-Duquesa Maria Antonia, nascida Princesa de Bourbon das Duas-Sicílias, irmã da Imperatriz do Brasil, Dona Teresa Cristina.

Ao que se informa, o casamento será realizado este ano em Potsdam. A data exata ainda não foi anunciada.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Documentos históricos do Imperador Dom Pedro II se tornarão patrimônio da Humanidade


Em 2003 mais de 21 mil fotografias, a Coleção intitula Teresa Cristina Maria, que o Imperador Dom Pedro II doou a Biblioteca Nacional, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO, agora, em 2011, um acervo com cerca de 900 documentos referentes as impressões de viagens de Dom Pedro II, está prestes a receber a mesma titulação.


Este acervo de 900 documentos faz parte de um montante de 50 mil itens, o Arquivo da Casa Imperial do Brasil, mantido em consignação pelo Museu Imperial de Petrópolis e pertencente à Família Imperial brasileira. Este Arquivo é composto por documentos, fotos, diários, cartas e outros itens que contam a História do Brasil, foram amealhados durante os anos da Monarquia no Brasil, levados em 1889, no exílio da Família Imperial, para a França, e, trazidos para o Brasil após a revogação da Lei de Banimento, entre os anos de 1922 e 1945.

Estima-se que no ano de 2012 o acervo receberá a titulação oficial de Patrimônio Mundial pela UNESCO.  

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Anuário Monarquia Já: o anuário dos monarquistas do Brasil



Caros leitores.

Acaba de ser lançada a 1ª Edição do "Anuário Monarquia Já", que pretende condensar em suas páginas o ano monárquico de 2010.

O Anuário surge com base no Blog, tendo como tema o que foi noticiado durante o ano passado. Eventos como o centenário de morte de Joaquim Nabuco, o 90º Aniversario de falecimento de Dom Luiz de Bragança, a exposição sobre a Imperatriz Dona Amélia em Munique, a investidura de Dom Antonio como Cavaleiro de Honra e Devoção da Ordem de Malta, as viagens de nossos Príncipes pelo Brasil e pelo mundo, entre outros artigos inéditos e de considerável valor histórico, fazem parte desta 1ª Edição.

A 1ª Edição do “Anuário Monarquia Já” é simples, não é feita com grandes recursos de edição, montagem e revisão, mas carrega em seu ideal, suas melhores intenções de contribuir com a Causa Monárquica, incentivando e apoiando os Monarquistas, levando a diante o nome de nossa Família Imperial.      

Para acessar o “Anuário Monarquia Já” é necessário fazer um rápido download no site da Megaupload, pelo link: http://www.megaupload.com/?d=E9UII96K . O site Matutando também divulga o Anuário através do link: http://www.matutando.com/wp-content/uploads/2011/01/Anuário-Monarquia-Já.pdf .   
 

Dúvidas, dificuldades em efetuar o download, sugestões, críticas e elogios, devem ser enviadas ao e-mail do Anuário: anuariomj@gmail.com.


Dionatan da Silveira Cunha.

ATENÇÃO


Em caso de cópia do material exposto: considerando a lei 9610/98, o plágio é crime. As obras literárias e fotográficas existentes neste espaço são de uso exclusivo do Blog Monarquia Já. Ao copiar qualquer artigo, texto, fotografia ou assemelhado, o Blog Monarquia Já deve, obrigatoriamente, ser citado.

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