sexta-feira, 29 de abril de 2011

Casamento do Príncipe William de Gales e Catherine Middleton: britânicos em dias de grande festa

RECEPÇÃO PARA A REALEZA

Na quinta-feira a noite, no Hotel Mandarin Oriental de Londres, a Rainha Elisabeth II e o Duque de Edimburgo receberam para o tradicional jantar que antecede os grandes casamentos Reais, Imperais e Principescos. Para a noite de festa, compareceram somente membros da Realeza que já se achavam em Londres às vésperas do casamento do Príncipe Willian de Gales com Catherine Middleton.

A Rainha Elisabeth II

O Conde e a Condessa de Wessex

A Duquesa da Cornualha eo Príncipe Charles de Gales

Príncipe Paulo e Princesa Maria Chantal da Grécia

Príncipe Nocolas e Princesa Tatiana da Grécia

Principe Alexandre e Princesa Catarina da Sérvia

O Grão-Duque e a Grã-Duquesa do Luxemburgo

A Rainha Margareth da Dinamarca

Princesa Beatriz de York

O Rei Constantino da Grécia e a Princesa Maria Cristina de Kent

Os Príncipes das Ásturias e a Rainha Sofia de Espanha


Princesa Alexandra de Kent

Princesa Victória da Suécia e seu esposo

O Príncipe Phillipe e a Princesa Mathilde da Bélgica



O CASAMENTO

Na sexta-feira pela manhã, o rígido protocolo monárquico foi seguido pela Família Real Britânica na emblemática e bela cerimônia de casamento. A Abadia de Westminster recebeu 1900 pessoas. As ruas de Londres foram inundadas por mais de 2 milhões e 500 mil pessoas. Ao término da cerimônia, oficiada pelo Deão da Abadia, pelo Arcebispo da Cantuaria e pelo Bispo de Londres, saíram do templo em quatro carruagens distintas, os noivos, seguidos pelos padrinhos Príncipe Harry e Tiara (irmã de Catherine) com os pajens e damas de honra, o Príncipe Charles de Gales e a Duquesa da Cornualha – Camila Parker-Bowles acompanhados de Carole e Michael Middleton, e na última carruagem a Rainha e o Duque de Edimburgo.




  






Na avenida de acesso ao Palácio de Buckingham, uma multidão de cerca de 150 mil pessoas se encaminhava para parte frontal da residência Real, aglomerando-se finalmente para assistir a aparição da Família Real e, em especial, a dos noivos no balcão central do Palácio, onde então o Príncipe e sua esposa deram um beijo, e os demais membros da Família acenaram à população e aos turistas. A população foi presenteada, juntamente com a aparição dos recém casados, com uma apresentação de acrobacias aéreas.

A Rainha ofereceu uma recepção no Palácio para 600 pessoas. O Príncipe Charles oferece na residência oficial Clarence House, na noite de sexta-feira, um jantar para 300 pessoas.

O casamento Real atraiu para a capital do Reino Unido duas vezes mais turistas do que nas altas temporadas turísticas londrinas. Tendo o governo declarado feriado nacional pela data, a Prefeitura de Londres recebeu cadastro de 55 mil festas que homenagearam o novo casal Real.

Com o consórcio o Príncipe William foi agraciado com o título de Duque de Cambridge. Catherine Middleton foi estilizada com o tratamento de Sua Alteza Real e com a distinção de Duquesa de Cambridge. A Duquesa não tem ascendência em nenhuma Casa Principesca, Real ou Imperial, sendo inclusive intitulada pela mídia como plebéia. Este casamento suscita a questão do casamento com igualdade de nascimento, tão apreciado pelos monarquistas, pela realeza e fundamental para continuidade da monarquia. Considera-se adequado um casamento com égalité de naissanse porque a esposa ou esposo pode assim melhor coadjuvar com a posição do Príncipe ou da Princesa. As Famílias da Realeza guardam em si o conjunto das tradições e a identidade nacional, nada melhor que um enlace entre os pares para que seja conservado este espírito sublime e majestoso. Os súditos britânicos receberam muito bem a Duquesa, homenageando de várias formas o casal.

Atualmente, apenas 13% dos britânicos são a favor da troca de sistema de governo, sendo que 2,4% destes 13% são a favor da república presidencialista, forma de governo adotada pelo Brasil após a queda da Monarquia no país. Não é por acaso que a milenar Monarquia Inglesa os faz potência ininterruptamente há mais de dois séculos.                    


Casamento do Príncipe William de Gales e Catherine Middleton


Casam-se no dia 29 de abril de 2011, o Príncipe William de Gales e Catherine Middleton.


Ele, nascido Sua Alteza Real, o Príncipe William Arthur Philip Louis de Gales, a 21 de junho de 1982 em Londres, é o segundo na linha de sucessão ao Trono Real Britânico. Filho do Herdeiro do Trono, o Príncipe Charles, Príncipe de Gales, e de Lady Diana Spencer (falecida em 1997), irmã do 8º Conde de Spencer, o Príncipe William é irmão do Príncipe Harry e neto da Rainha Elisabeth II do Reino Unido da Grã-Bretanha e do Príncipe Philip Mountbatten, Duque de Edimburgo.

Ela, nascida Catherine Elisabeth Middleton à 9 de janeiro de 1982 em Reading, Berkshire, Inglaterra. Filha de Michael Francis Middleton e de Carole Elizabeth Middleton (nascida Goldsmith), proprietários da famosa empresa Party Pieces.

O Príncipe William e Catherine encontraram-se pela primeira vez nas aulas do curso de História da Arte na Universidade de Saint Andrews. O Príncipe e Catherine se tornaram amigos e logo, 2003, namorados. Em novembro de 2010, o Palácio de Buckingham anunciou o noivado do Príncipe.

O casamento ocorrerá às 11h (horário de Londres), na Abadia de Westminster, com presença de 1900 convidados. Será transmitido ao vivo para mais de 2,5 bilhões de pessoas. No Brasil, o casamento vem sendo alvo de inúmeras reportagens desde fevereiro de 2011, tendo Catherine e o Príncipe William, sido capas de mais de 45 publicações brasileiras. Durante todo o mês de abril as principais redes de televisão do país, apresentaram especiais sobre a Monarquia Britânica e sobre a vida do Príncipe e sua futura esposa. Rede Globo, Rede Record, SBT, Rede Bandeirantes e outras empresas televisivas apresentarão o casamento Real ao vivo no Brasil. Prova do fascínio e admiração que a Monarquia e a Realeza mantém sobre o povo brasileiro.      

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Missa por Dona Teresa de Orleans e Bragança, no Rio de Janeiro

A missa em homenagem a Princesa Dona Teresa, na Antiga Sé Catedral, no Rio, contou com a presença de grandes amigos da Princesa falecida e da Família Imperial. Os Príncipes Dom Antonio e Dona Christine de Orleans e Bragança, acompanhados da Princesa Dona Cristina de Bourbon e Orleans e Bragança participaram da emocionante missa solene presidida por Sua Paternidade, o Reverendíssimo Senhor Dom José Palmeiro Mendes, OSB, Abade Emérito do Mosteiro de São Bento.

Transcrevemos integralmente a homilia de Sua Paternidade, o Reverendíssimo Senhor Dom José na missa em sufrágio da alma da tão querida Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança:


 MISSA PELA ALMA DE DONA TERESA
DE ORLEANS E BRAGANÇA


Estamos aqui reunidos para celebrar o sacrifício eucarístico em sufrágio da alma da Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança, Senhora Martorell. Ela estava numa idade respeitável, em junho próximo faria 92 anos.  Os amigos e admiradores da Família Imperial Brasileira a veneravam como a última neta viva da Princesa Dona Isabel e do Conde d´Eu. A Redentora, de fato, teve 8 netos, três sendo filhos do Príncipe Imperial Dom Luiz e cinco do Príncipe Dom Pedro de Alcântara, nascidos entre 1909 (D. Pedro Henrique) e 1919 (justamente D. Teresa). É toda uma geração que desaparece, pois, com D. Teresa.

Cada um dos presentes terá suas recordações da Princesa.  Várias notícias a seu respeito por ocasião de sua morte referem como era uma mulher de forte caráter e grande referência da família. Uma das últimas grandes damas da velha geração da realeza européia. Alta, extremamente elegante, muito distinta, com um grande senso de humor. Depois da revogação da lei do banimento da Família Imperial, no início dos anos 30, ou seja, bastante jovem, veio morar definitivamente no Brasil –  no Palácio Grão-Pará, em Petrópolis – com os pais e irmãos. Viajou com o pai por muitos lugares do Brasil (em 1939, p. ex., estiveram no Rio Grande do Sul). Falecido o pai em 1940, estabeleceu-se no início dos anos 50 em Portugal, onde residia sua irmã D. Maria Francisca, duquesa de Bragança, tendo também lá uma propriedade a outra irmã, Dona Isabel, condessa de Paris. Em Portugal em 1951 faleceu sua mãe, Dona Elisabeth. Em 1957 ali casou com o industrial Ernesto Martorell y Calderó, português, mas de origem espanhola, de quem terá duas filhas. Voltou várias vezes a seu país. Em 1971 para o sepultamento definitivo dos avós, na Catedral de Petrópolis. Em 1972, único membro da Família Imperial presente, presidiu, ao lado do Presidente de Portugal, almirante Américo Tomás, a  cerimônia de retirada dos restos de D. Pedro I do panteon de São Vicente de Fora, e seu traslado até o navio “Funchal”, que o trouxe ao Brasil. Ela mesma para cá viajou. Enfim, em 2008 fez sua última viagem ao Brasil, ocasião em que a conheci: para as comemorações pelo 2º centenário da chegada da Família Real Portuguesa.

Quero, porém, assinalar aqui o mais importante: os sentimentos cristãos, a fé de Dona Teresa. Várias noticias a seu respeito destacaram as palavras que disse ao fazer 90 anos: “O segredo para se chegar a esta idade é ser feliz e uma boa cristã, amar a Deus e acreditar sempre”. Foi sem dúvida um belo testemunho, extremamente valioso no momento de deixar esta vida.   Uma de suas últimas saídas foi para comparecer na missa celebrada pelo Papa Bento XVI em Lisboa em sua visita a Portugal em maio do ano passado.

Dona Teresa partiu em uma época do ano particularmente expressiva: a Semana Santa, na segunda-feira da Semana Santa. Ou seja, na semana em que recordamos de forma especial os dias em que Jesus nosso Salvador sofreu sua paixão. Agora rezamos esta santa missa na Oitava da Páscoa, isto é, na semana que se segue à Páscoa, a festa das festas, em que recordamos a Ressurreição do Senhor. O júbilo da Igreja pela Ressurreição do Senhor é tão grande que celebramos estes oito dias como um único dia, o Domingo da Páscoa. A oitava da Páscoa tem precedência sobre quaisquer outras celebrações. Pode-se, é claro, rezar pelos mortos, mas não se podem usar os formulários das missas pelos defuntos, a não ser no caso de missas de exéquias, missas antecedendo um sepultamento.

Sim, penso ser belo rezar por Dona Teresa, pelo repouso de sua alma, tendo como pano de fundo a Ressurreição do Senhor. “Irmãos – diz S. Paulo – nós não queremos que ignoreis o que se passa com aqueles que adormeceram na morte, a fim de que não vos entristeçais como os outros, que não têm esperança. Pois se Jesus, como nós cremos, morreu e ressuscitou, também aqueles que adormeceram em Jesus, Deus os tomará com ele” (1 Ts 4,13s).

É expressivo sobretudo o relato da aparição de Cristo ressuscitado aos discípulos de Emaús. Este texto é muito conhecido para que seja necessário descrever toda a sua riqueza; sua tonalidade, muito humana, ressoa profundamente nos corações de todos os que escutam tal episódio, que um comentário arrisca alterar sua excepcional transparência. Digamos apenas que o episódio aparece como a celebração da renovação que a ressurreição de Jesus traz naqueles que aceitam sua mensagem. No fim de sua longa caminhada, os dois discípulos são renovados totalmente. Sua compreensão da vida, da morte igualmente, tornou-se outra. Até então viam na morte o fracasso último da humanidade. A seus olhos, mesmo um grande profeta, poderoso em obras e palavras, se condenado à morte e crucificado, conclui sua vida por um fracasso radical, que destrói todo o seu sentido. Ora, tal idéia, agora modifica-se. Eis que Jesus, após ter passado pelos sofrimentos preditos pelos profetas, entra em sua glória. As palavras do Senhor despertam nos dois peregrinos de Emaús e em nós um grande desejo da vida, despertam esperança e alegria.

Dona Teresa teve em sua vida, sem dúvida, ao lado de momentos de alegria, outros difíceis, de sofrimento. Mas à luz da paixão e da ressurreição de Cristo, vê-se um sentido, embora misterioso, para tais momentos. Que ela agora descanse em paz. “O Deus e Pai todo-poderoso, nós cremos que o vosso Filho morreu e ressuscitou por nós. Concedei que vossa filha, Dona Teresa, adormecida em Cristo, que em Cristo também ressuscite para a alegria eterna”. E que nós, que aqui estamos, sejamos fortificados em nossa fé pelos mistérios pascais e procuremos servir a Deus com amor e fidelidade.

Amém.”

"A última vontade da princesa!"

Por Bruno Astuto, no Jornal "O Dia" em 24 de abril de 2011.

"A última vontade da princesa!

A última vontade de Dona Thereza de Orléans e Bragança Martorell y Calderó, última neta da Princesa Isabel, que morreu semana passada no Estoril, em Portugal, foi que suas cinzas repousassem em seu amado Brasil, em Petrópolis, na Catedral que abriga os restos mortais de seus pais. Seu procurador no Brasil já agendou uma visita ao Bispo de Petrópolis para comunicar o desejo de Sua Alteza, que acumula histórias deliciosas de amor ao País, embora tenha nascido na França.

Quem visitava a casa de D. Thereza em Estoril achava engraçado como a construção era diferente de todas as demais da rua — é que ela pediu que seu lar fosse erguido  virado em direção ao Brasil, dando as costas para a calçada. Em outra ocasião, a embaixatriz da Rússia em Portugal a convidou para uma visita à terra dos czares, com tudo pago, mas a princesa declinou gentilmente, pedindo que o dinheiro fosse revertido para obras de caridade no Rio.

Aí vai a dica para a Prefeitura de Petrópolis, que cuida tão bem da memória do Brasil Imperial: que tal construir uma cripta no adro da Catedral, que reuniria restos mortais de príncipes brasileiros espalhados mundo afora? Túmulos da realeza são atração turística na Europa e recebem visitantes interessados em História e em prestar seu respeito, depositando flores e
mensagens.É assim com o da Princesa Diana, em Althorp, na Inglaterra, com o da Imperatriz Sissi, em Viena, com o da Rainha Maria Antonieta em Saint Denis, Paris, e com a romântica capela de Dreux, onde estão sepultados os Orléans franceses e os brasileiros D. Luiz e D. Antonio, filhos da Princesa Isabel. E entre as grandes atrações da Abadia de Westminster, em Londres, onde será celebrado amanhã o casamento do ano, figuram os túmulos de 17 reis ingleses, motivo de grande orgulho para a população."

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Com os agradecimentos ao amigo Jean Menezes do Carmo.

sábado, 23 de abril de 2011

Missas no Brasil e Portugal homenageiam a Princesa brasileira Dona Teresa de Orleans e Bragança

Em Portugal, dia 25 de janeiro, às 19h, na Igreja de Santo António do Estoril ocorrerá a missa de sétimo dia de falecimento da Princesa Dona Teresa. O Rei de Espanha, Dom Juan Carlos I, e os Duques de Bragança já confirmaram presença.

Muito pranteada no Brasil, os monarquistas amigos da Família Imperial, sob recomendação das filhas de S.A. a Princesa Dona Teresa, Senhora Dona Elisabeth e Senhora Dona Nuria, mandam celebrar missa na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, antiga Capela Real e Imperial, templo histórico da Família, dia 27 de abril, às 18h. O celebrante será Sua Paternidade, o Reverendíssimo Senhor Dom José Palmeiro Mendes, OSB, Abade Emérito do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Repercussão do falecimento da neta da Princesa Isabel, S.A. a Princesa Senhora Dona Teresa de Orleans e Bragança

As revistas portuguesas estão noticiando amplamente o falecimento da Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança. Com a colaboração de Maria Menezes do Blog Família Real Portuguesa, acompanhe logo abaixo as reportagens:

Revista NOVA GENTE, Portugal, de 24 de abril a 1º de maio de 2011 
(Clique para ampliar)


Revista LUX, Portugal, 25 de abril de 2011
(Clique para ampliar)


Em postagem do dia dia 20 de abril é possivel ler a reportagem que a Revista CARAS Portugal publicou a respeito de S.A. a Senhora Dona Teresa (Revista CARAS Portugal: falecimento da Princesa Dona Teresa).

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Funeral da Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança

O funeral da Princesa Dona Teresa foi marcado pela presença dos grandes amigos e dos parentes queridos.

A Princesa foi velada em sua residência, um palacete em Estoril, onde desde sempre morou, durante o velório foram realizadas duas missas.

Compareceram ao funeral os Duques de Bragança, os Infantes Dom Henrique e Dom Manuel de Bragança, as Infantas de Espanha; Dona Pilar e Dona Margarida – irmãs do Rei Juan Carlos I, também o Arquiduque Josef Arpad de Habsburgo, bem como o Príncipe Charles Philippe d’Orleans acompanhado das Duquesas Claudine e Diana do Cadaval. Comparecem também a Condessa de Albuquerque e a Marquesa do Lavradio, grandes amigas da Princesa, entre inúmeras pessoas que foram prestar sua última homenagem a S.A. Dona Teresa.

Fotos do jornal Correio da Manhã, gentil contribuição de Maria Menezes do Blog Família Real Portuguesa:       

Dona Elisabeth, filha mais velha da Princesa Dona Teresa


Dona Nuria, filha mais nova da Princesa Dona Teresa


Os Duques de Bragança e a neta mais nova da Princesa Dona Teresa


Dom Duarte de Bragança


As Infantas Pilar e Margarida de Espanha acompanhadas da neta mais velha de Dona Teresa 

  
A Duquesa de Bragança


Os Infantes Dom Henrique e Dom Miguel de Bragança 
  

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Revista CARAS Portugal: falecimento da Princesa Dona Teresa


(Clique para ampliar)
Revista CARAS Portugal em 20 de abril de 2011.

terça-feira, 19 de abril de 2011

FALLECE EN ESTORIL LA PRINCESA TERESA DE ORLEANS-BRAGANZA, TÍA DEL REY JUAN CARLOS E BISNIETA DEL ÚLTIMO EMPERADOR DEL BRASIL

A imprensa internacional divulga a morte da Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança.

"FALLECE EN ESTORIL LA PRINCESA TERESA DE ORLEANS-BRAGANZA, TÍA DEL REY JUAN CARLOS E BISNIETA DEL ÚLTIMO EMPERADOR DEL BRASIL

Por Ricardo Mateos de Extra Confidencial


Aunque la noticia parece haber pasado por el momento inadvertida, ayer día 18 falleció en su residencia de Estoril, en Portugal, la Princesa Teresa de Orleáns-Braganza personaje singularísimo de la realeza europea y una de las últimas grandes damas de la vieja generación de princesas europeas. Su fallecimiento, a los 91 años, tuvo lugar en su propia casa de la rua D. Afonso Henriques, una hermosa villa casi colindante con la vecina “Villa Giralda” en la que los Condes de Barcelona, el Rey don Juan Carlos y sus hermanos pasaron sus años de exilio en Estoril Bisnieta de don Pedro II, el último emperador del Brasil, la Princesa Teresa era la decana tanto de la casa imperial del Brasil como de la casa real de Francia, y tía del Rey don Juan Carlos que siempre mostró un marcado afecto por ella a quien trató íntimamente durante aquellos largos años de exilio portugués.

Alta, extremadamente elegante, distinguida y singular, Teresa de Orleáns-Braganza era una princesa poco convencional con un notable temperamento y poseía un espíritu libre que siempre le permitió vivir de acuerdo a sus criterios personales, aunado a un excelente sentido del humor que sabía ganarse todos los afectos. Nacida en la villa de sus padres, los príncipes Pedro e Isabel de Orleans-Braganza, en la localidad francesa de Boulogne-Billancourt, su vida transcurrió principalmente entre Francia, el Brasil de sus antepasados y Portugal. Muchos fueron los proyectos matrimoniales de los que se habló para ella (al Archiduque Otto de Austria, el Príncipe Carlos de Bélgica, el Duque de Braganza, o el Príncipe Constantino de Baviera), pero el único que estuvo a punto de concluirse fue con su primo el príncipe español Carlos de Borbón y Orleáns, el hermano de la Condesa de Barcelona fallecido en acto de combate durante la guerra civil española.
Íntima de la familia real española

Establecida en Portugal a comienzos de los años 50 la Princesa Teresa fue, además de prima y concuñada, una de las más grandes amigas de la Condesa de Barcelona a quien dio apoyo en sus momentos más difíciles, y una de las personas más habituales de “Villa Giralda” en aquellos años en los que también se hacían presentes en Portugal sus hermanos la Duquesa de Braganza, la Condesa de París, y el Príncipe Pedro de Orleáns-Braganza, cuñado de los Condes de Barcelona.

En 1957 contrajo matrimonio en Sintra con Ernesto Martorell Calderó, un industrial de origen catalán establecido en Lisboa con quien fue madre de dos hijas: Elisabeth (ahijada del Rey don Juan Carlos) y Nuria. Viuda desde 1985 su figura continuó imprimiendo carácter en Estoril donde casi todos los veranos recibía la visita de la Infanta doña Margarita, y donde era fácil encontrarse con ella en distintos lugares siempre haciendo gala de su carácter jovial y socarrón y de su sentido del humor.

La vimos por última vez en un acto público en España asistiendo la boda del Príncipe de Asturias y es muy probable que el rey Don Juan Carlos y las Infantas Doña Pilar y Doña Margarita decidan viajar a Portugal para asistir a su sepelio. Última gran dama de los tiempos dorados del Estoril de los reyes y los príncipes, su muerte ha sido muy sentida por los miembros de las familias reales de España, Francia, Brasil y las Dos Sicilias que pierden con ella a una de las más singulares princesas de otro tiempo."

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Também disponível no blog Família Real Portuguesa. Acesse.

Falecimento da Princesa Dona Teresa de Orleans e Bragança: fotobiografia ajuda relembrar quem foi esta grande mulher

Acompanhe as fotografias que retratam diversos momentos da vida de S.A. a Princesa Senhora Dona Teresa de Orleans e Bragança.

Com os pais, Dom Pedro e Dona Elisabeth, e os irmãos, Dom João, Pedro Gastão, Dona Isabel - Condessa de Paris e Dona Maria Francisca - Duquesa de Bragança. Dona Teresa aparece junto a mãe com três anos de idade



Dom Pedro de Alcâtara e sua família em foto de jornal da época

 
A família mais uma vez reunida no Castelo d'Eu



No Brasil, a família reunida. Dom Pedro já havia casado duas filhas, a Condessa de Paris e a Duquesa de Bragança, já possuia 5 netos. Dona Teresa aparece ao fundo, sendo a primeira da esquerda para a direita, em pé.


Após a morte de Dom Pedro de Alcântara a família se reúne para a foto


Nos 70 anos da Condessa de Paris. Dona Teresa e a irmã aparecem sentadas



Em 1995, Dona Teresa e o irmão, Dom Pedro Gastão no casamento do sobrinho, Dom Duarte de Bragança



Em 1998, os irmaõs mais uma vez reunidos para o aniversário de 90 anos do cunhado, o Conde de Paris




Em Portugal, reunida com o Chefe da Casa Imperial do Brasil, o primo Dom Luiz de Orleans e Bragança




Em outra ocasião, também em Portugal, como o Chefe da Casa Real daquele país, o sobrinho Dom Duarte e ,com o Chefe da Imperial do Brasil, o primo Dom Luiz de Orleans e Bragança


Em 2008, depois de muito tempo sem vir ao Brasil, Dona Teresa é recepcionada com grandes honras pelas comemorações do bicentenário da vinda da Família Real Portuguesa ao Brasil



Ainda em 2008, celebração na Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos acompanhada dos Herdeiros do Trono do Brasil e de Portugal






Dona Teresa e o Rei da Espanha, Dom Juan Carlos I, no funeral do irmão, Dom Pedro Gastão em 2007



Foulques d'Orléans e Dona Teresa no casamento do Duque e da Duquesa de Vendôme


Ainda na mesma ocasião o conde Luís de Limburg-Stirum ao lado de sua esposa, e de D. Thereza Martorell e sua filha D. Núria


Em maio de 2011, a Família Real Portuguesa e a Princesa Dona Teresa participaram da recepção a S.S. o Papa Bento XVI, no Terreiro do Paço, em Lisboa


Em uma das últimas aparições públicas, Dona Teresa é fotografada na companhia de amigos, em frente da Fundação Mario Soares, em Lisboa, falando do Brasil Império


A Família segue com o funeral da Princesa na casa onde ela residiu por anos, ao longo do dia foram realizadas missas e aguarda-se notícias sobre onde será sepultada.

ATENÇÃO


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