terça-feira, 22 de maio de 2012

Dom Bertrand de Orleans e Bragança recebe o idealizador do Blog Monarquia Já

Na última quarta-feira, 16/05, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, recebeu em audiência privada, em São Paulo, o idealizador do Blog Monarquia Já, Dionatan S. Cunha. Durante o encontro foram discutidos assuntos referentes a Causa Monárquica no Brasil, as ações do blog, bem como a situação atual do movimento monarquista e suas diretrizes com relação a atuação da entidades organizadas.

S.A.I.R., Dom Bertrand de Orleans e Bragança, trineto do
Imperador Dom Pedro II, Príncipe Imperial do Brasil,
recebe Dionatan S. Cunha em São Paulo

Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança lança livro "A Intriga" no Rio de Janeiro

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Documentos sobre a Princesa Isabel confirmam sinais de santidade

Arquidiocese do Rio de Janeiro intensifica estudos com objetivo de abrir processo de beatificação da Princesa Isabel

Equipe do Arquivo Histórico do Museu Imperial disponibiliza documentos para a pesquisa sobre a princesa Isabel. A partir da esquerda: Alessandra Fraguar, Thaís Cardoso, Neibe Machado, Hermes Rodrigues Nery e Athos Barbosa.

Cerca de 80.000 documentos começaram a ser analisados numa pesquisa que visa oferecer à Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, subsídios para a abertura do processo de beatificação da Princesa Isabel (1846-1921). De acordo com o professor Hermes Rodrigues Nery, propositor do pedido feito a Dom Orani João Tempesta, em outubro do ano passado, os documentos pesquisados até o momento confirmam os sinais de santidade da princesa, que foi três vezes regente do Brasil, associando-se de modo ativo no movimento abolicionista, tendo protagonizado a libertação dos escravos no Brasil, há exatos 124 anos.

Na semana passada o professor esteve em Petrópolis, para aprofundar os estudos da vasta documentação existente no Arquivo Histórico do Museu Imperial. Ele afirmou ao Instituto Cultural Dona Isabel I a Redentora que “escritos da Princesa D. Isabel (cartas, diários e apontamentos) dão uma dimensão exata da sua fé católica solidíssima, e de como viveu de modo exemplar a coerência dos princípios e valores do Evangelho, tanto na vida pessoal quanto pública. Suas opções e decisões estavam pautadas no humanismo integral, e deixou a melhor impressão de sua vida virtuosa em todos que conviveram com ela, tendo o respeito inclusive de seus adversários.”

A Princesa Isabel se correspondia constantemente com Papa de sua época, Leão XIII, e com São João Bosco, a quem ela encontrou pessoalmente em Milão, em 1880. Pela amizade com o fundador dos Salesianos, ela auxiliou na construção do Liceu Coração de Jesus, em São Paulo, construído em 1885, com objetivo de oferecer aos negros libertos a oportunidade de estudar lá, gratuitamente.

“Escritos de intelectuais e autoridades da época e mesmo durante o século XX (apesar do patrulhamento ideológico e da conspiração do silêncio que sofreu), atestam suas inúmeras qualidades e virtudes, e o quanto a sua firme adesão à fé foi um dos elementos que fizeram tantos temerem o 3º Reinado. Há relatos também do povo, de quem conheceu D. Isabel e recebeu dela acolhida e apoio, e muitos gestos concretos de quem s oube exercer com elevada consciência a caridade cristã”, acrescentou o professor em rentrevista ao Instituto.

A vida da princesa é muito bem documentada, desde seu nascimento até sua morte (no exílio em Paris), daí a riqueza de informações que estão ajudando os especialistas a reverem inclusive aspectos da história brasileira, e a atuação da princesa Isabel enquanto modelo de fé e política, a partir dos princípios e valores cristãos.

A admiração pela história da princesa contagiou o bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias Duarte que, em entrevista ao site da Arquidiocese, conta que “conhecendo com mais detalhes a vida dessa regente do Império brasileiro e conversando com várias pessoas sobre a sua possível beatificação e canonização num futuro próximo, fico admirado com suas qualidades humanas e sua atuação política, sempre inspirada pelos princípios do catolicismo, e, paralelamente, chama-me atenção o desconhecim ento que há no nosso meio cultural e universitário sobre a personalidade dessa princesa brasileira.”

Dom Antonio continua, afirmando que “inseparáveis no coração de mulher, de mãe e de regente, esses amores, vividos com fidelidade e heroísmo, constituíram o núcleo mais profundo de seu caráter feminino, sempre presente na presença régia dessa mulher – esposa, mãe, filha, irmã, cidadã – e, sobretudo, na sua função de uma governante incansável na consecução de uma causa que se arrastava lentamente no Império desde 1810: a libertação dos escravos pela via institucional, sem derramamento de sangue.”

Em dezembro de 2011, assessores do Vaticano estiveram com o Vigário Episcopal para a Vida Religiosa da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Roberto Lopes, OSB, o professor Hermes Rodrigues Nery e dom Antonio de Orleans e Bragança, e receberam dados sobre a vida da princesa Isabel a justificar a abertura do processo de dua beatificação.

Na época eles solicitaram um primeiro retrato biográfico para viabilizar os procedimentos visando oficializar o processo. O estudo ficou ao encargo do professor Hermes Rodrigues Nery.

Homenagem na Catedral de Petrópolis


13 de maio: José Paulino Barbosa, Pe. Jaque, Hermes Nery e sua mãe, Idalina

No domingo, 13 de maio, após a celebração do dia das mães, às 11h30, houve uma homenagem no Mausoléu que abrigam os corpos de D. Pedro II, D. Thereza Cristina, D. Isabel e o Conde D’Eu, entre outros.

O evento contou com a presença do pároco da Catedral, padre Jaque, e um descendente de escravos, José Paulino Barbosa (lavrador e compositor), que trouxe de sua cidade, Desterro do Mello – MG, 124 rosas doadas por ele e que foram depositadas no túmulo da princesa Isabel. A seguir, na íntegra, o pronunciamento do professor Hermes Rodrigues Nery, que também é coordenador do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté.
Caríssimos amigos,

Com alegria cumprimento a todos que neste feliz domingo, dia das Mães, nos reunimos para esta celebração na Catedral de Petrópolis, onde repousam os corpos dos imperadores D. Pedro II e D. Thereza Cristina, e também o da diletíssima princesa Isabel e de seu esposo o conde d’Eu. E de modo ainda muito mais especial o dia de hoje, 13 de maio, recorda o momento magno da vida de d. Isabel, quando há exatos 124 anos, assinou a Lei Áurea com a pena de ouro que se encontra aqui próximo, no Museu Imperial. Abolida definitivamente a abolição da escravatura, coroou um capítulo excelso da nossa história, cujo êxito foi possível com a vitória do abolicionismo católico defendido pela princesa Isabel, visando a emancipação dos negros num processo gradual e pacífico, evitando portanto a via da violência. Os dias festivos que sucederam em todo o país, com a assinatu ra da Lei Áurea, foram de celebrações inesquecíveis, legitimando o título justíssimo que ela recebeu, em vida, de A Redentora.

Ainda naqueles dias, em 20 de maio de 1888, em missa para celebrar o grande feito, expressou em pronunciamento profético o Barão de Paranapiacaba: “Oxalá veja um dia o mundo católico a vossa beatificação e a Igreja acolha também em seu seio a Santa Izabel brasileira”. E lembrou naquela mesma ocasião de que o júbilo não era completo, pois que seu pai, o Imperador d. Pedro II encontrava-se muito enfermo, em Milão. “Mas senhora, quando não fossem vossas virtudes que fazem de vosso coração um sacrário a grandiosa obra da redenção, com que vos imortalizastes na terra, dar-vos-ia direito a serem vossas orações atendidas”. Ao que, quando d. Pedro II recebera em seu leito, o telegrama anunciando a libertação dos escravos, por decisão de sua filha, teve súbita melhora, podendo ainda retornar ao Brasil e constatar o amor e a devoção do povo brasileiro àquela q ue por fidelidade à Igreja perdeu o trono e sofreu as dores de seu longo exílio.

Em 1857, escreveu sua mãe, D. Thereza Cristina, à filha Isabel: Muito rezei a Deus e a SS. Virgem para que te conserve com boa saúde sempre e te faça feliz como uma mãe pode desejar a seus filhos que tanto ama”. As orações constantes de sua mãe, o modelo de fidelidade e sentido de família, fez da princesa Isabel muito mais do que a filha, irmã, esposa, mãe, amiga e avó exemplar; como ainda um modelo de fé e política como governante cristã. Pela sua coerência de vida e adesão efetiva ao Evangelho, é possível que num futuro próximo, os brasileiros poderão honrá-la no altares. Que a Virgem Maria Santíssima, mãe de Deus, e juntamente com Santa Isabel de Portugal e Santa Isabel da Hungria, a quem ela tinha profunda devoção, intercedam para que a Igreja reconheça suas virtudes e muito proximamente possamos chamá-la Santa Isabel do Brasil.

No Mausoléu da Família Imperial, ladeando o túmulo da Princesa Dona Isabel,
o Professor Hermes Rodrigues Nery em discurso

A REPERCUSSÃO NOS DIVERSOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO


Pesquisa sobre Princesa Isabel e suas virtudes heróicas

Canção Nova

Cerca de 80 mil documentos começaram a ser analisados, numa pesquisa que visa oferecer à Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro subsídios para a abertura do processo de beatificação da Princesa Isabel (1846-1921).

O Arcebispo Metropolitano do Rio, Dom Orani João Tempesta, encarregou o professor Hermes Rodrigues Nery da tarefa de traçar um primeiro perfil biográfico da princesa.

Professor Nery passou a semana de 7 a 13 de maio em Petrópolis, para aprofundar os estudos da vasta documentação do Arquivo Histórico do Museu Imperial.

Segundo ele, os documentos pesquisados até o momento confirmam os sinais de santidade da princesa, que foi três vezes regente do Brasil, associando-se de modo ativo no movimento abolicionista, tendo protagonizado a libertação dos escravos no Brasil, há 124 anos.

O Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, fala sobre o assunto:

— Conhecendo com mais detalhes a vida dessa regente do Império brasileiro e conversando com várias pessoas sobre a sua possível beatificação e canonização num futuro próximo, fico admirado com suas qualidades humanas e sua atuação política, sempre inspirada pelos princípios do catolicismo, disse.

Dom Antonio destacou ainda a falta de conhecimento destes aspectos da vida da princesa assim como a "presença régia dessa mulher – esposa, mãe, filha, irmã, cidadã", sobretudo, "na sua função de uma governante incansável na consecução de uma causa que se arrastava lentamente no Império desde 1810: a libertação dos escravos pela via institucional, sem derramamento de sangue".

Vida virtuosa
A vida da Princesa Isabel surpreende os atuais estudiosos que, a cada dia, vão descobrindo fatos e feitos pouco conhecidos pelos brasileiros. Em uma recente entrevista professor Nery explicava que "escritos da Princesa D. Isabel (cartas, diários e apontamentos) dão uma dimensão exata da sua fé católica solidíssima, e de como viveu de modo exemplar a coerência dos princípios e valores do Evangelho, tanto na vida pessoal quanto pública".


— Suas opções e decisões estavam pautadas no humanismo integral, e deixou a melhor impressão de sua vida virtuosa em todos que conviveram com ela, tendo o respeito inclusive de seus adversários. (...) Escritos de intelectuais e autoridades da época e mesmo durante o século XX (apesar do patrulhamento ideológico e da conspiração do silêncio que sofreu), atestam suas inúmeras qualidades e virtudes, e o quanto a sua firme adesão à fé foi um dos elementos que fizeram tantos temerem o 3º Reinado, destacou o estudioso.

Há relatos também do povo, de pessoas que conheceram a Princesa e receberam dela acolhida e apoio, e gestos concretos de quem soube exercer com elevada consciência a caridade cristã. Professor Rodrigues Nery ressaltou ainda:

— Lembro-me, por exemplo, como ex-salesiano que sou, de que o Liceu Coração de Jesus, em São Paulo, foi construído em 1885, com auxílio da Princesa, com objetivo de oferecer aos negros libertos a oportunidade de estudar lá gratuitamente.

"Houve na Princesa D. Isabel uma grande sintonia com a doutrina moral e social da Igreja, tão bem expressa pelo Papa Leão XIII, com quem ela se correspondia. E como São João Bosco (com quem ela se encontrou pessoalmente em Milão, em 1880), um dos sinais evidentes de sua santidade foi como suas ações estiveram tão de acordo com o que a Igreja expõe em seu Magistério, e como as consequências destas ações foram tão benéficas para toda a sociedade."

Em dezembro de 2011, assessores do Vaticano estiveram com o Vigário Episcopal para a Vida Religiosa da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Roberto Lopes, professor Nery e Dom Antonio de Orleans e Bragança, membro da Família Real, receberam dados sobre a vida da Princesa Isabel que justificariam a abertura do processo em prol de sua beatificação. Foi solicitado então um primeiro retrato biográfico para viabilizar os procedimentos visando oficializar o processo.

* Imagem: Arquivo Canção Nova

SITE DA ACI DIGITAL - Agência Católica de notícias

Documentos confirmam sinais de santidade na vida da Princesa Isabel

Cerca de 80.000 documentos começaram a ser analisados numa pesquisa que visa oferecer à Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, subsídios para a abertura do processo de beatificação da Princesa Isabel (1846-1921). Dom Orani João Tempesta, arcebispo Metropolitano do Rio encarregou a tarefa de traçar um primeiro perfil biográfico da piedosa e caridosa vida da princesa ao o Prof. Hermes Rodrigues Nery, quem enviou um artigo à nossa redação contando as suas descobertas.

O prof. Nery, que também é coordenador do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté e propositor do pedido feito a Dom Orani João Tempesta, em outubro do ano passado, passou a semana do 7 a 13 de maio em Petrópolis, para aprofundar os estudos da vasta documentação do Arquivo Histórico do Museu Imperial

Segundo o Prof. Rodrigues Nery, os documentos pesquisados até o momento confirmam os sinais de santidade da princesa, que foi três vezes regente do Brasil, associando-se de modo ativo no movimento abolicionista, tendo protagonizado a libertação dos escravos no Brasil, há 124 anos.

O bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias Duarte contou anteriormente em nota recolhida pelo portal da arquidiocese que "conhecendo com mais detalhes a vida dessa regente do Império brasileiro e conversando com várias pessoas sobre a sua possível beatificação e canonização num futuro próximo, fico admirado com suas qualidades humanas e sua atuação política, sempre inspirada pelos princípios do catolicismo".

Dom Antonio destacou ainda a falta de conhecimento destes aspectos da vida da princesa assim como a "presença régia dessa mulher – esposa, mãe, filha, irmã, cidadã" sobretudo, "na sua função de uma governante incansável na consecução de uma causa que se arrastava lentamente no Império desde 1810: a libertação dos escravos pela via institucional, sem derramamento de sangue".

A vida da princesa Isabel surpreende os atuais estudiosos que, a cada dia, vão descobrindo fatos e feitos pouco conhecidos pelos brasileiros. Em uma recente entrevista o Prof. Hermes Nery explicava que "escritos da Princesa D. Isabel (cartas, diários e apontamentos) dão uma dimensão exata da sua fé católica solidíssima, e de como viveu de modo exemplar a coerência dos princípios e valores do Evangelho, tanto na vida pessoal quanto pública".

"Suas opções e decisões estavam pautadas no humanismo integral, e deixou a melhor impressão de sua vida virtuosa em todos que conviveram com ela, tendo o respeito inclusive de seus adversários", afirmou o Prof. Nery.

"Escritos de intelectuais e autoridades da época e mesmo durante o século XX (apesar do patrulhamento ideológico e da conspiração do silêncio que sofreu), atestam suas inúmeras qualidades e virtudes, e o quanto a sua firme adesão à fé foi um dos elementos que fizeram tantos temerem o 3º Reinado”, destacou também.

Há relatos também do povo, de pessoas que conheceram a Princesa e receberam dela acolhida e apoio, e gestos concretos de quem soube exercer com elevada consciência a caridade cristã.

Prof. Rodrigues Nery ressaltou ainda: "Lembro-me, por exemplo, como ex-salesiano que sou, de que o Liceu Coração de Jesus, em São Paulo, foi construído em 1885, com auxílio da Princesa, com objetivo de oferecer aos negros libertos a oportunidade de estudar lá gratuitamente".

"Houve na Princesa D. Isabel uma grande sintonia com a doutrina moral e social da
Igreja, tão bem expressa pelo Papa Leão XIII, com quem ela se correspondia. E como São João Bosco (com quem ela se encontrou pessoalmente em Milão, em 1880), um dos sinais evidentes de sua santidade foi como suas ações estiveram tão de acordo com o que a Igreja expõe em seu Magistério, e como as consequências destas ações foram tão benéficas para toda a sociedade."

Em dezembro de 2011, assessores do Vaticano estiveram com o Vigário Episcopal para a Vida Religiosa da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Roberto Lopes, OSB, o prof. Hermes Rodrigues Nery e dom Antonio de Orleans e Bragança, membro da
Família Real, e receberam dados sobre a vida da princesa Isabel que justificariam a abertura do processo de sua beatificação.

Foi solicitado então um primeiro retrato biográfico para viabilizar os procedimentos visando oficializar o processo. O estudo ficou ao encargo do prof. Hermes Rodrigues Nery, que esteve em Petrópolis, na semana de 7 a 13 de maio de 2012, fazendo pesquisas no Arquivo Histórico do Museu Imperial, cujo acervo abriga cerca de 80.000 documentos referentes ao estudo em questão.

Trata-se de uma vida muito bem documentada, desde seu nascimento até sua morte (no exílio em Paris), daí a riqueza de informações que estão ajudando os especialistas a reverem inclusive aspectos da história brasileira, e a atuação da princesa Isabel enquanto modelo de fé e política, a partir dos princípios e valores cristãos.

No domingo, 13 de maio, após a celebração do dia das mães, às 11h30, houve uma homenagem no Mausoléu que abrigam os corpos de D. Pedro II, D. Thereza Cristina, D. Isabel e o Conde D'Eu, entre outros. O evento contou com a presença do pároco da Catedral, Padre José Augusto Carneiro, e um descendente de escravos, José Paulino Barbosa (lavrador e compositor), que trouxe de sua cidade, Desterro do Mello - MG), 124 rosas doadas por ele e que foram depositadas no túmulo da princesa Isabel.

Em seu discurso na catedral de Petrópolis o Prof. Hermes citou um dos primeiros e mais claros testemunhos da vida de santidade de princesa, recordando que em 20 de maio de 1888, no contexto de uma
missa para celebrar a abolição da escravatura , o Barão de Paranapiacaba expressou publicamente: "Oxalá veja um dia o mundo católico a vossa beatificação e a Igreja acolha também em seu seio a Santa Izabel brasileira".

Sucesso de Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança em sessão de autográfo do livro "A Intriga"

No dia 16 de maio de 2012, na livraria Cultura do Conjunto Nacional de São Paulo, Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança lançou seu mais recente livro A Intriga, ocasião em que recebeu grande público em sessão de autógrafo.

Dom Carlos atende o público presente
©Foto/Blog Monarquia Já

Dom Carlos atende admiradores. Na foto o ex-deputado
federal Cunha Bueno e o repórter Fernando Girão
©Foto/Blog Monarquia Já

Dona Walburga, esposa de Dom Carlos, recebe a todos com especial atenção.
Nascida Arquiduquesa da Áustria, fala diversos idiomas, destacando-se o português
©Foto/Blog Monarquia Já


Dom Carlos é reconhecido pelo amor e dedicação à história e as tradições brasileiras. Descendente da segunda filha do Imperador Dom Pedro II, a Princesa Dona Leopoldina (casada com o Príncipe Luiz Augusto, Duque de Saxe), Dom Carlos é autor de vários livros e artigos sobre o passado e o futuro do Brasil. Dedica sua vida a pesquisa da História do Brasil, tendo inúmeros trabalhos publicados, segundo conta na publicação do Instituto Histórico de Petrópolis, são eles: 
     
LIVROS

“Vultos do Brasil Imperial na Ordem Ernestina da Saxônia”
Anais do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, vol. XII, 1961

“O Ramo Brasileiro da Casa de Bragança”
Anais do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, vol. XVIII, 1868

“O Imperador e a Atriz” – Dom Pedro II e Adelaide Ristori
Editora Universidade de Caxias do Sul, 2007

“A Princesa Flor” – Dona Maria Amélia, a filha mais linda de D. Pedro I do Brasil e IV do Nome de Portugal
Edição Direção Regional Assuntos Culturais, Funchal, Madeira, 2009
Prêmio “8º Conde dos Arcos“ da Academia Portuguesa da História, no ano de 2010

“Dom Pedro II em Viena 1871-1877”
Editora Insular, I.H.G.S.C., Florianópolis, 2010

“Dona Maria Amélia de Bragança”
Academia Portuguesa da História
Ed. e Conteudos S.A., Aveleda, Portugal, 2011

“A Intriga” – Retrospecto de Intricados Acontecimentos Históricos e suas Consequências no Brasil Imperial
Editora Senac, São Paulo, 2011

Discurso de Paraninfo

Pronunciado na formatura da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bento da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, no Teatro Colombo, a 7 de janeiro de 1953
“Jornal do Commércio”, Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 1953
“Jornal de Petrópolis”, 11 de janeiro de 1953
“Reconquista”, Revista Trimestral, São Paulo, Janeiro-Março de 1953
“Revista da Universidade Católica de São Paulo”, vol. III, fasc. 5, 1953

ENSAIOS

“Precioso Achado”
A aliança nupcial de Dom Pedro I na Suécia
“O Jornal”, Rio de Janeiro, 29 de novembro de 1953
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 224, p. 316, ano 1954

“Pio XII e a Redentora”
“O Jornal”, Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 1953
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 225, p. 267, ano 1955

“Poesias de Além Mar”
Uma desconhecida glória do Brasil.
“O Jornal”, Rio de Janeiro, 21 de fevereiro de 1954
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 226, p. 267, ano 1955

“Joaquim Caetano da Silva”
Contactos com D. Pedro II
“O Jornal”, Rio de Janeiro, 6 de abril de 1958
“Diario de São Paulo”, 20 de abril de 1958
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 240, p. 84, ano 1958
“Rev. I.H.G.e A.”, do Ceará – LXXIII 1959

“Os Taunay e a Família Imperial do Brasil”
Palavras pronunciadas no Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, no dia 22 de maio de 1958, na sessão solene em memória do Dr. Afonso de E. Taunay.
“Correio Paulistano”, 3 de junho de 1958
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 241, p. 191, ano 1958

“Cartas do Príncipe D. Pedro Augusto”
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 238, p. 442, ano 1958

“A Princesa Dona Leopoldina”
“O Jornal”, Rio de Janeiro, 23 de maio de 1954
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 243, p. 72, ano 1959

“A formação artística da Imperatriz Dona Leopoldina"
“Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional”, vol. XV, 1961

“O Barão de Japurá”
Suas missões no exterior e a Convenção Matrimonial da Princesa Dona Leopoldina
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 255, 1962

“As visítas de Dom Pedro II a Coburgo”
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 272, 1966

“Dom Pedro II Peregrino na Terra Santa”
“Digesto Econômico”, São Paulo, n.º 190, Julho/Agosto 1966
“Vozes”, Petrópolis, 8 de agosto de 1966
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 271, 1966

“Dom Pedro Augusto e Orville Derby”
“Rev. I.H.G.B.”, vol.277, 1967

“São Pedro, uma Igreja do Brasil no Egito”
Anais do Museu Histórico Nacional, vol. XXI
“Revista de História” n.º 66, vol. XXXII, São Paulo, 1966

“Documentos Imperiais”
Todas as certidões de nascimento, casamento e falecimento da Família Imperial desde Dom João VI,
entregues ao Arquivo do I.H.G.B. para serem ali conservadas.

“A Imperatriz Dona Leopoldina”
Sua correspondência com Maria Luisa de Parma
Rev. do Livro n.º 26, Setembro de 1964, Rio de Janeiro
“Rev. I.H.G.de São Paulo”, Edição Comemorativa da Independência, 1972

“Nascita e Sviluppo delle Poste Tassiane”
“Realtà Nuova” Istituto Culturale Studi Rotariani, 1/2 – 1984 Milano

“L’Arcipelago di Madeira”
Bollettino Rotary Udine Nord, Italia, -5 – 1997

“Príncipe Dom Pedro Augusto de Saxe-Coburgo e Bragança”
Leilão em Viena
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 422 , 2004

“As Confidências do Visconde de Itaúna a Dom Pedro II”
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 424 – 2004 – vol. 429 – 2005. – vol. 430 – 2006

“Dom Pedro I à procura de uma noiva”
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 435 - 2007
“Rev. I.H.G.R.S.”, vol. 141 - 2006/7

“Dom Pedro Augusto e seus contactos com a avó, Clementina Duquesa de Saxe”
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 440 - 2008

“Palácio Leopoldina”
“Rev. I.H.G.B.”, vol. 438 - 2008

“A Imperatriz Dona Leopoldina”
- Sua presença nos Jornais de Viena entre 1797 e 1826 e a sua renúncia à Coroa Imperial da Áustria.
Anais do Museu Histórico Nacional, n.º 40 – 2008

“O Duque de Santa Cruz”
Contribuição à sua biografia
texto integral no site do Instituto Histórico de Petrópolis, www.ihp.org.br , palestra a 27/10/2008 ao ser empossado como associado correspondente.

“Augusto de Leuchtenberg”
Duque de Santa Cruz e Príncipe Consorte
Conferência pronunciada na Academia Portuguesa da História em Lisboa, 2009

“Uma Visitante Ilustre na Madeira. Sisi a Imperatriz da Áustria” (1860/61 – 1893/94)
ISLENIA, Ed. DRAC, Funchal, Madeira, 2011


No dia 23 de maio de 2012, Dom Carlos lançará o livro A Intriga no Rio de Janeiro, onde às 19h, na Livraria Timbre do Shopping da Gávea, à Rua Marquês de São Vicente, 55 - 221, ocasião em que os leitores serão recebidos em nova sessão de autógrafos.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Lançamento: Livro A Intriga, de Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança em São Paulo

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No dia 16 de maio de 2012, ÀS 19h, Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança fará o lançamento oficial de seu mais recente livro, A Intriga, na Livraria Cultura da Avenida Paulista, 2073, em São Paulo. Na ocasião os convidados e amigos serão recebidos em sessão de autógrafos.

SINOPSE DO LIVRO:

Uma intriga é um enredo oculto, uma maquinação secreta para obter alguma vantagem ou prejudicar alguém.

Este livro põe à luz as intrigas internacionais e os acontecimentos que envolveram d. Pedro II por ocasião dos casamentos das filhas, Isabel e Leopoldina, restabelece a verdade sobre esse episódio e, de maneira objetiva, aponta sua relação com os fatores que acarretaram, em parte, o enfraquecimento da monarquia brasileira e a queda do Império.


Uma vastíssima documentação inédita, fruto de longas pesquisas, devidamente acompanhada por oportunos comentários, abre novos horizontes sobre nosso passado, estabelecendo uma nova dimensão histórica da dinastia nacional.

As mais destacadas personalidades da época desfilam diante do leitor, permitindo que este siga suas pegadas.


A intriga não constitui somente uma revelação importante para os estudiosos da história do Brasil, mas também uma narrativa cheia de interesse para o grande público.

G1: Vestido que Princesa Isabel utilizou para assinar a Lei Áurea está na Bahia

vestido que a princesa isabel assinou lei áurea (Foto: Ingrid Maria Machado/G1)
Vestido foi utilizado pela Princesa Isabel em dois momentos históricos. (Foto: Ingrid Maria Machado/G1)

Na década de 60, o Instituto Feminino da Bahia recebeu através da Família Orleans e Bragança um vestido produzido em tafetá de seda pura. O fato recebe grau de importância porque o vestido doado foi usado pela Princesa Isabel para assinar a Lei Áurea em 13 de maio de 1888. Independentemente do reconhecimento histórico da data, o vestido é considerado o mais emblemático no Museu do Traje e do Têxtil, que fica localizado no Instituto Feminino e está exposto para visitação gratuita em Salvador.
“Esse vestido a Princesa Isabel utilizou primeiramente para prestar juramento como Regente do Império do Brasil em 1871 e depois foi utilizado para a assinatura da Lei Áurea em 1888. A Família Real mantinha relações de amizade com a família de Henriqueta Catharino, então o neto da princesa resolveu doar para o Instituto, porque sabia que seria preservado. Ele sabia que em algum momento o vestido seria exposto a visitação, como está hoje em dia”, contou a museóloga Ana Maria Azevedo.

Henriqueta Catharino recebe em doação da Família Real, vestido utilizado pela Princesa Isabel. (Foto: Reprodução/Ingrid Maria Machado)
Henriqueta Catharino recebe em doação da Família Real, vestido utilizado pela Princesa Isabel. (Foto: Reprodução/Ingrid Maria Machado)

Recebido em uma solenidade especial com a presença de Henriqueta Catharino e do neto da princesa, Dom Pedro de Orleans e Bragança, o vestido chegou à Bahia na década de 60. Assim que chegou, a peça passou por uma restauração. Não foi possível recuperar o busto, por isso a restauradora Cláudia Nunes criou outro busto, cópia autêntica do original. A saia e a cauda foram originalmente recuperadas e são os destaques do traje. A museóloga conta ainda que a razão do vestido ter sido doado a casa, foi por conta de uma solenidade realizada por Henriqueta Catharino e que comemorava o centenário da Princesa Isabel.

"Dona Henriqueta comemorou solenemente o centenário da Princesa Isabel. Creio que outros estados tenham feito outras comemorações. A partir daí a família Orleans e Bragança encaminha uma carta a Henriqueta Catharino, dizendo que a comemoração feita por ela tinha sido a que mais tinha tocado a alma da família. Quando o afeto fala, as coisas ficam mais bonitas. Anos depois o vestido veio para o Instituto", disse.
“A peça é um gorgorão de seda, todo bordado em fios de ouro e prata com os ramos de café desenhado na cauda. Os ramos de café estão representados no traje para ostentar e mostrar a grande riqueza da época. O manto é feito em veludo e todo bordado com fios de ouro. O verde do veludo representa o verde da bandeira do Brasil”, afirmou Azevedo.

vestido que a princesa isabel utilizou para assinar a Lei áurea (Foto: Ingrid Maria Machado/G1)
Vestido possui bordados de ouro e prata na saia e
na cauda. (Foto: Ingrid Maria Machado/G1)
Logo após a restauração ele foi exposto na sala da Princesa Isabel, mas com a criação do Museu do Traje ele passou a ser a peça mais importante do acervo. "Temos o cuidado e estamos sempre verificando o vestido, vendo se é preciso fazer alguns ajustes, lavar", complementou.
Cuidados

Para lavar um vestido como esse, há todo um processo especial. Primeiro o vestido é levado para uma sala onde há uma grande bacia feita de aço inox. A peça é submersa na água e depois uma restauradora limpa o tecido com um pano. Não é utilizado nenhum tipo de produto químico. Logo após, ele é levado para outra mesa e é colocado para secar sob toalhas brancas. O vestido seca ao natural.

A museóloga conta que há uma réplica do vestido no Museu Nacional.

Museu do Traje e do Têxtil

A história do Museu do Traje e do Têxtil se confunde com uma parte da história do Insituto Feminino da Bahia. Henriqueta Martins Catharino, descendente de uma das famílias mais ricas do interior da Bahia, é responsável por grande parte do acervo. Foi ela quem comprou em leilão diversos trajes ou recebeu como presente, como é o caso do vestido da Princesa Isabel.


Localizado no centro antigo de Salvador, em um casarão com 5 mil m2, o Instituto Feminino abriga o Museu do Traje no último andar. Entre as roupas em exposição, estão trajes de baile, festas e passeio, roupas de cama e mesa, acessórios femininos, além de vestes eclesiásticas. Há vestidos datados de 1840, 1850 e 1860, indumentárias de algumas escravas, um acervo especial com 14 modelos de noivas de épocas diferentes, além de diversos outros vestidos. Há ainda um acervo composto com adereços para cabelos, sapatos, bolsas, leques e joias.
Serviço
Instituto Feminino da Bahia | Museu do Traje e do Têxtil

Rua Monsenhor Flaviano, nº 02 - Politeama
Horário de Funcionamento:
Segunda, das 14h às 17h; terça a sexta, das 10h às 11h30 e das 14h às 17h30; sábado e domingo a instituição não funciona.


Por G1: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/05/vestido-que-princesa-isabel-utilizou-para-assinar-lei-aurea-esta-na-bahia.html

Convite: Princesa Isabel - A Redentora de Carne e Osso

Biblioteca Fazendo História discute as várias facetas da Princesa Isabel

DEBATE PROMOVIDO PELA REVISTA DE HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL SERÁ NO DIA 15 DE MAIO

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Robert Daibert Júnior, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora, e a historiadora Maria de Fátima Moraes Argon estarão juntos no evento Biblioteca Fazendo História, cujo tema será “Princesa Isabel: a redentora de carne e osso”. O debate, promovido pela Revista de História da Biblioteca Nacional, acontece no próximo dia 15, às 16h. Os estudiosos vão discutir a vida da herdeira do trono de D. Pedro II.
Autor do livro “Isabel, a ‘redentora’ dos escravos: Uma história da princesa entre olhares negros e brancos”, Daibert Júnior convida os participantes a mergulharem nos meandros que envolveram a formação da princesa, desde sua infância, passando pelo casamento e por suas regências. Estudiosa de retratos fotográficos de D. Isabel, Maria de Fátima Moraes Argon é profunda conhecedora do maior acervo de objetos da monarquia brasileira, o Museu Imperial, em Petrópolis, Rio de Janeiro.

 
O evento integra a programação da série de debates Biblioteca Fazendo História, que acontece todo mês no auditório Machado de Assis da Biblioteca Nacional. A entrada é gratuita, sem necessidade de inscrição prévia. A presença no evento dá direito a certificado de participação, que pode ser utilizado por alunos e professores como horas de atividades complementares. O debate também pode ser acompanhado em tempo real pelo site www.institutoembratel.org.br e pelo twitter da revista (@rhbn).

Os palestrantes
Robert Daibert Júnior é professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e autor de “Isabel, a ‘redentora’ dos escravos: uma história da princesa entre olhares negros e brancos”. Robert assina o artigo ‘Entre o trono e o altar’, que integra o dossiê da edição de maio da Revista de História da Biblioteca Nacional.

Maria de Fátima Moraes Argon é historiadora, arquivista e pesquisadora do Instituto Histórico de Petrópolis.
O evento
Biblioteca Fazendo História é uma série de debates mensal realizada pela Revista de História da Biblioteca Nacional, cujo objetivo é discutir temas relevantes da História do Brasil abordados em cada edição da revista.

A revista
Lançada em 2005, a Revista de História da Biblioteca Nacional é a única em seu segmento editorial especializada em História do Brasil e traz, a cada mês, reportagens e artigos assinados por importantes historiadores e sociólogos. A publicação, que tem patrocínio da Petrobras, é mensal e vendida em bancas de todo o país. Seu conselho editorial é formado por Alberto da Costa e Silva, Caio César Boschi, João José Reis, José Murilo de Carvalho, Laura de Mello e Souza, Lilia Schwarcz, Marieta de Moraes Ferreira, Ricardo Benzaquen e Ronaldo Vainfas.

 
Serviço
Biblioteca Fazendo História. Auditório Machado de Assis, Fundação Biblioteca Nacional (Rua México s/nº, Centro, Rio de Janeiro). Dia 15 de maio, às 16h. Informações: (21) 2220-4300, ramal 215. Inscrições no próprio local. Entrada franca, com direito a certificado de participação.

Para mais informações entre em contato com Luana Rocha luana.rocha@belemcom.com.br ou Marlene Duarte marlene.duarte@belemcom.com.br, ou ligue para (21) 2555 8926. Siga-nos no Twitter @belemcom e no facebook.com/belemcom.

domingo, 13 de maio de 2012

Imperatriz Dona Maria: um ano de falecimento


S.A.I.R., Senhora Dona Maria,
de jure Imperatriz do Brasil
1 ANO DE FALECIMENTO
1914 - 2011

Seus exemplos e suas atitudes são eternas

Usamos a mensagem de seu cartão fúnebre para muito bem traduzir o momento:  
A Morte não é Nada

"A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.

Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?

Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi." 

Santo Agostinho

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Dom Antonio e Dom Rafael: reabilitação e inclusão social

Os Príncipes Dom Antonio e Dom Rafael de Orleans e Bragança, em visita a Juiz de Fora - Minas Gerais para evento monárquico, estarão presentes, no dia 12 de maio de 2012, à mostra de trabalho realizado por detentos da Penitenciária Professor Ariosvaldo Campos Pires. Veja a notícia do site “Tribuna de Minas”:

Membros da família real brasileira irão conhecer, na tarde deste sábado (12), trabalhos escolares desenvolvidos pelos detentos da Penitenciária Professor Ariosvaldo Campos Pires, em Juiz de Fora. Três presos realizarão a apresentação para os príncipes Dom Antônio e Dom Rafael de Orleans e Bragança, bisneto e trineto da princesa Izabel. Os trabalhos têm como tema "Ainda hoje, Escravidão" e foram produzidos por 20 detentos que estudam na escola estadual da unidade.
Serviço:
Mostra de trabalhos escolares de presos para família real
Data: Sábado, 12/05 - véspera do dia da abolição, às 14h
Local: Fórum Benjamin Colucci, Juiz de Fora

ATENÇÃO


Em caso de cópia do material exposto: considerando a lei 9610/98, o plágio é crime. As obras literárias e fotográficas existentes neste espaço são de uso exclusivo do Blog Monarquia Já. Ao copiar qualquer artigo, texto, fotografia ou assemelhado, o Blog Monarquia Já deve, obrigatoriamente, ser citado.

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