terça-feira, 30 de abril de 2013

Festival Amaryllis: os Príncipes de Ligne abrem as portas do Castelo de Beloeil para celebrar a chegada da primavera


Detalhe de um dos muitos arranjos florais espalhados pelo Castelo: designers renomados deixam ainda mais belas as dependências de Beloiel


De 27 de abril a 5 de maio de 2013, o Príncipe Michel e Princesa Dona Eleonora de Ligne abrem as portas do Castelo de Beloeil, em Hainaut, Bélgica, para celebrar a chegada da primavera. O tradicional Festival Amaryllis ocorre há 25 anos, trazendo mais de 6.000 flores harmoniosamente distribuídas no interior do castelo. Devido ao grande sucesso de 2012, neste ano o concurso de decoração floral, que visa premiar o mais criativo designer, foi realizado sob o patrocínio da Princesa Claire da Bélgica.  

A Princesa Dona Eleonora de Ligne acompanha a Princesa Claire da Bélgica durante o concurso no Castelo de Beloeil
Foto: Vers l’Avenir
 

O Castelo de Beloeil é residência da Princesa Dona Eleonora de Orleans e Bragança, atual Princesa Titular de Ligne, irmã do Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz. No Castelo também nasceu e foi criada a Princesa Dona Christine, esposa do Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança. 


Acesse o site do Castelo de Beloeil

domingo, 21 de abril de 2013

20 anos da farsa do plebiscito

Completa 20 anos, no dia 21 de abril de 2013, uma das maiores farsas da república no Brasil: o plebiscito ocorrido em 1993, que possibilitava aos Brasileiros, escolher o sistema (parlamentarismo ou presidencialismo) e a forma de governo (monarquia ou república). O engodo planejava legitimar o golpe de governo ocorrido em 1889, quando a população foi obrigada a aceitar a república. 
 
Depois de longos anos de injustiça republicana, em 1993, o Deputado Cunha Bueno conseguiu a façanha histórica de reavivar a discussão entre os parlamentares sobre a forma de governo adotada.  Por que o Brasil era e continua sendo uma república, se esta forma de governo não foi a escolhida pelo povo? Os Deputados então decidiriam convocar um plebiscito para que o povo pudesse escolher o sistema de governo (parlamentarismo ou presidencialismo) e a forma de governo (monarquia ou república).   

Após mais de 100 anos, a república queria se retratar. Era hora de manifestar-se democrática e justa. A ocasião era propícia. Depois de um século, quando todas as gerações remanescentes do Império já haviam desaparecido, restava apenas a história (mal contada pelos livros das escolas) para relembrar o verdadeiro Brasil. Depois de 100 anos, quando então todas as lembranças já se haviam acabado e tudo não passava de um conto, era hora da república aceitar os apelos feitos ao longo daqueles últimos 99 anos do regime golpista. Aos monarquistas, desde o início da república, havia sido negado o direito a propagar seus ideais através de movimentos organizados. Somente em 1988, quando votada a nova Constituição, a cláusula, chamada pétrea, foi extinta, dando direito “a livre expressão” dos monarquistas.  

Em 1993, a divulgação dos ideais monarquistas e as ações em prol do regime tinham apenas 5 anos, pois até 1988 – ano da nova Constituição, havia a Clausula Pétrea que impedia a propaganda monarquista . O plebiscito Planejado para acontecer em outubro de 1993, foi antecipado para 21 de abril, feriado nacional de Tiradentes, numa clara alusão a este heroí inventado pela república para substituir Dom Pedro I.  Disputas infundadas na Família Imperial foram alimentadas por pessoas de quem se esperava o contrário, desrespeitando os fundamentos básicos da Monarquia – respeito as tradições e as leis. Os parcos recursos dos monarquistas, notado, muito especialmente, através das propagandas televisivas e pelo marketing pouco moderno, contrastavam com o da república, que tinha amplos meios de divulgação, vultosas quantias em dinheiro e poderosos mecanismos de persuasão. 

A república saiu vencedora através de suas propagandas falsas e mentirosas e o dia 21 de abril de 1993 entrou para história como o dia em que ocorreu a maior farsa da história do Brasil, pela qual os Brasileiros pagam até hoje. 

Dom Bertrand é condecorado pela república brasileira pelos relevantes serviços prestados à nação


No dia 19 de abril de 2013, o Comando Militar do Sudeste, São Paulo, em cerimônia alusiva ao Dia do Soldado, homenageou o Príncipe Imperial do Brasil, S.A.I.R. Dom Bertrand de Orleans e Bragança com a medalha da Ordem do Mérito Militar no grau de Comendador.
 
 
Dom Bertrand é reconhecido pela república como personalidade que prestou relevantes serviços a nação brasileira
Foto: Comando Militar do Sudeste | Concessão de Rodrigo Ryu à ACI
 
 
A Ordem, criada em 1934, é uma condecoração que, através do reconhecimento da república Brasileira, visa agraciar militares, civis e instituições nacionais ou estrangeiras, que tenham prestado serviços relevantes à nação. Seu desenho faz referência à antiga Imperial Ordem de São Bento de Avis, também destinada a militares. Juntamente com Dom Bertrand, foram agraciados militares de altas patentes e outras personalidades civis. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança comparece a ação solidária em Orfanato do Rio de Janeiro


Foi um grande sucesso a ação solidária no Orfanato Santa Rita de Cássia, Rio de Janeiro, no último dia 6 de abril. Luiz Mantovani, o Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança e voluntários, fizeram a felicidade das 80 meninas assistidas pelas Irmãs Franciscanas da Congregação de Nossa Senhora do Bom Conselho.

Como já noticiado no Blog Monarquia Já, o objetivo da ação era compartilhar momentos de alegria e solidariedade, distribuindo chocolates, alimentos e material de higiene pessoal para as crianças

Confira as imagens de Luiz Mantovani:  

A mesa preparada para a ação solidária
 
 
O Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança, representando a Família Imperial do Brasil, abraça as crianças na celebração que antecedeu a ação
 
 
Caixas de chocolates foram distribuidas
 
 
Dom Antonio em meio aos organizadores, dentre eles Luiz Mantovani e uma das Irmãs que cuidam do Orfanto

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cuidado com o que você lê!


A revista Veja São Paulo, 08/04/2013, apresenta esta semana o perfil do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança.
A "apresentação" do perfil de Dom Bertrand pela revista Veja: uma reportagem tendenciosa
 
De maneira jocosa e desrespeitosa, a revista apresenta a monarquia, justifica a luta pelo regime, apresentando Dom Bertrand como o mais combativo membro da Casa Imperial. A reportagem, que poderia ser boa, isenta e informativa, transformou-se em mais um desserviço oferecido pela revista, já conhecida pela falta de imparcialidade e idoneidade – práticas consideradas essenciais para o jornalismo.
Dom Bertrand é sim, junto com seu irmão, o Chefe da Imperial, Príncipe Dom Luiz, um dos mais combativos membros da Casa Imperial do Brasil. Tem o dever de representar os ideais de milhares de verdadeiros brasileiros, na busca por um país melhor, sendo a chama viva das tradições de nossos heróis pátrios.
Fica a lição para os leitores: deve-se cuidar de onde vêm as informações, quais os objetivos daqueles que passam estas informações e, principalmente, se as informações passadas, são verdadeiras. Matérias como estas, são a certeza de que a monarquia, que, como cita a publicação, “soa deslocada no espaço e na época”, ainda incomoda muita gente.
Fica também a lição para a revista Veja: deve-se ter compromisso com a verdade e respeito pelo leitor. Não se pode confundir liberdade de expressão com libertinagem de expressão.  

ATENÇÃO


Em caso de cópia do material exposto: considerando a lei 9610/98, o plágio é crime. As obras literárias e fotográficas existentes neste espaço são de uso exclusivo do Blog Monarquia Já. Ao copiar qualquer artigo, texto, fotografia ou assemelhado, o Blog Monarquia Já deve, obrigatoriamente, ser citado.

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