sábado, 28 de fevereiro de 2015

Governo Dilma Rousseff: síntese da república

Dilma e Lula fingem que não exite crise
Foto: divulgação


Depois de aumentar o preço do combustível, da energia elétrica, de aumentar a taxa de juros, alterar direitos trabalhistas, onerando toda a população brasileira, em uma das piores crises da república, a gestão de Dilma Rousseff  - que não cessa de surpreender o mundo com seu desgoverno, aumenta ainda mais o seu descrédito.

Capa da revista "The Economist"
Foto: Globo


A famosa revista americana "The Economist" dedicou sua ultima capa a este estrondoso fracasso, na qual qualifica que o país está no "atoleiro", afirmando ainda que os brasileiros "estão percebendo que compraram falsas promessas", referindo-se a reeleição de Dilma. Na Europa, o jornal britânico "Financial Times", em artigo do dia 25 de fevereiro, enumera 10 motivos pelos quais Dilma deve sofrer o impeachment, são eles: perda de apoio no Congresso, escândalo da Petrobras, queda na confiança do consumidor, aumento da inflação, aumento do desemprego, queda na confiança do investidor, déficit orçamentário, problemas econômicos no geral, falta d’água e possíveis apagões elétricos. Está sendo organizada uma grande manifestação no dia 15 de março, em todo o Brasil, que visa a impugnação do mandato da presidente.

O ex-presidente Lula, em evento no Rio de Janeiro afirmou que pretende combater e silenciar a manifestação popular de 15 de março, que segundo ele é manobra das "elites que não suportam ver a ascensão dos mais pobres". Em seu discurso Lula disse: "também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas", referindo-se ao integrantes do MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. De fato, pelo aparelhamento de sindicados, associações operárias, movimentos sociais, todos subordinados ao governo federal, Lula e Dilma possuem uma legião a disposição, verdadeira milícia que se obriga a combater para continuar beneficiada com verbas e favores da situação. O Clube Militar, em nota de repúdio as declarações de Lula, afirmou que "esta postura incitadora de discórdia não pode ser de quem se considera estadista, mas sim de um agitador de rua qualquer. É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na Nação. Não cabem arrebatamentos típicos de líder sindical que ataca patrões na busca de objetivos classistas".

Lula e Stédile: companheiros de ideologia
Foto: divulgação

Enquanto Lula discursava e ameaçava ataques, na rua, a milícia vermelha atacava manifestantes que protestavam contra Dilma Rousseff
Foto: divulgação


O governo de Dilma Rousseff ilustra bem a república. Tradicionalmente envolta em corrupções e na desordem, evolui para o caos absoluto, prejudicando todos os brasileiros e, consequentemente, o país. Os conluios partidários obrigam o voto em candidatos despreparados e sem formação moral e intelectual para o governo, situação que se repete no Congresso Federal. Somente a monarquia legou ao Brasil a estabilidade política mais duradoura de sua história. Afinal, que estadistas da república se equiparam a Dom Pedro II? Que parlamentares atuais podem ser comparados a Joaquim Nabuco, Afonso Celso de Assis Figueiredo, Visconde de Ouro Preto ou João Alfredo Correia de Oliveira?   

Campanha da internet mostra o desgoverno de Dilma Rousseff
Foto: coelho voador    


Para ler: 

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