terça-feira, 11 de agosto de 2009

Outra opção

Sentado: Sua Alteza Imperial e Real o Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil. Em pé: Sua Alteza Imperial e Real o Senhor Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil. São eles quem podem mudar nossa realidade. Conclamo a todos os Brasileiros, muito especialmente, os gaúchos a aclamar os Príncipes como Defensores Perpétuos do Brasil. Nossos Imperadores.



Enquanto isso...



Enquanto o Congresso e determinados deputados se preocupam em prolongar ainda mais o período de mandato de um candidato à presidência da república ou sua reeleição ou promover parentes à cargos públicos, os monarquistas, vanguardistas de um futuro esplêndido, agem de forma a angariar mais adeptos e tentando levar a cada canto, a cada local de cada estado, uma esperança, um resquício de que nem tudo está perdido. Alguém se arrisca a perguntar o que os monarquistas tentam levar ao povo? Que tipo de governo querem?


A pergunta já contem a resposta, o tipo de governo é a monarquia, a monarquia moderna, constitucional e parlamentar, que não envolva troca de favores, de interesses. Um regime digno do povo do Brasil, abrangente, representativo, tradicional, ético e profissional. Com uma Família que irá representar a verdadeira estirpe de um clã brasileiro, inspirando e dando exemplos a toda sociedade, esta, tão carente de bons modos, que precisa ser reeducada. É preciso estabelecer novos conceitos para a sociedade do Brasil. Muito mais do que sensualidade e erotismo, o Brasil deve ser reconhecido como uma nova opção cultural, a qual está presente nas diversas etnias que aqui habitam, nas várias modalidades de artes moldadas sobre o solo da pátria tropical. Índios, Negros, Brancos. Portugueses, africanos, alemães, italianos, chineses, e outras várias nacionalidades e etnias, que no Brasil encontraram terra fértil e um abrigo hospitaleiro. Por que não explorar as riquezas culturais? Por que incentivar o desrespeito, a imoralidade?


Alternativas sérias que devem partir de fontes idôneas são importantíssimas para a construção de um novo pensamento sobre o Brasil, sua cultura e seu povo. Em tal contexto surgem pessoas que são capazes de trazer uma opção valoroza que se mostrou aguerrida durante muito tempo no Brasil: a Monarquia. Representado a Redentora Dona Isabel do Brasil, que assinou a Lei Áurea em meio a tantos interesses contrários. Dando voz e vez a causa do negro com a Imperial Irmandade da Nossa Senhora dos Homens Pretos. Com o patrimônio familiar imposto pela figura de nossa Família Imperial. Com referências de ética e lisura como Dom Pedro Henrique e Dom Luiz de Orleans e Bragança. É com estes e com tais valores que os monarquistas estão preocupados. Não com salários ou com cargos.


Basta ver ou ler os meios de informação para constatar a mediocridade, a afanação do bem público, da arrecadação, um verdadeiro desplante com o cidadão. Quando a cada eleição espera-se que um novo candidato eleito vá realmente cumprir com as promessas de campanha, encontra-se nova problemática. Além de não cumprir com as promessas (que o fizeram eleito!), o candidato ainda surrupia a contribuição, os cofres públicos, a União e promove lobbies, conluios, acordos, trocas de favores, cargos. Então quando o candidato eleito encontra-se em tais meios, e o eleitor pode constatar, aí não se espera mais que ele vá cumprir suas velhas promessas e sim, encarecidamente os votantes pedem, para que cesse a roubalheira. VALE A PENA ELEGER CORRUPTOS POR QUATRO ANOS? Esses afanadores públicos são piores do que os criminosos que visitam as residências pela noite, os corruptos roubam continuamente e com direitos exclusivos, como viagens custeadas pelos cidadãos e o foro privilegiado, um grande resquício de impunidade.


Para quem acha que não vale a pena, existe a Monarquia. Os monarquistas resolveram dar um basta no sistema “beneficente” ao bolso do político. Assim estamos preocupados com a saúde, a educação, a moral, a cultura, o caráter, a segurança, tudo em prol do povo, por uma razão simples: o que se arrecada é do povo e deve voltar a ele!




Dionatan da Silveira Cunha
Foto 1: SS.AA.II.RR. Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e Imperador de direito do Brasil, acompanhado de Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil. Divulgação da Casa Imperial do Brasil. Arquivo digital pessoal.

Foto 2: Folheto da Campanha Monarquista no plebiscito de 1993. Arquivo digital pessoal.

4 comentários :

Sara Rozante 11 de agosto de 2009 22:15  

Caro Dionatan, ainda somos mal vistos por grande parte da população. Mas com muito esforço poderemos mudar essa concepção que o povo tem sobre a monarquia.

Sara Rozante

. 12 de agosto de 2009 01:26  

Essa visão é arcaica e a rÉpública ajudou a construí-la, assim como construiu o mensalão, os desvios de verbas públicas, são golpes sujos. Mas, a população não é burra. Já estão começando a nos perceber de modo diferente.

Obrigado,
Diontan da Silveira Cunha

Ramsés Magno 1 de outubro de 2009 11:25  

Caríssimos,

Mesmo vocês achando que a visão da sociedade brasilira é arcaica!
Não é a monarquia quem vai curar as mazelas da nossa política corrupta!
Não esqueçam da velha frase do Segundo Reinado: "Nada mais conservador que um liberl no poder, e nada mais liberal que um conservador na oposição!"
E isso, sem ser apelativo quanto a outras situações que poderíamos aqui muito bem ilustrar!

Ramsés Magno

Dionatan da Silveira Cunha 1 de outubro de 2009 12:47  

Sr. Ramsés

Primeiramente, obrigado por seu comentário.

Sobre suas afirmações, digo-lhe que a luta por um Brasil melhor, não é apenas minha, mas de todos que lutam por uma monarquia moderna, constitucional e parlamentar. Lutamos pela mudança, ou acaso o Sr. julga estar bom assim?

No texto acima não disse que temos a pretensão de sanar a corrupção do Brasil ou as “mazelas” do povo, mas sim que a monarquia é uma opção valorosa PARA TRABALHARMOS POR ISSO [pois a “Répública cai de podre”].

Quanto ao Segundo Reinado, justamente, queremos um Brasil próspero e majestoso como nos tempos de Dom Pedro II. Onde o povo tinha voz e vez. Num tempo em que assistencialismo [como o da répública] não existia, mas mesmo assim, o povo era assistido e auxiliado.

Queremos políticos honestos e idôneos, com um Imperador que os inspire e os imponha respeito.

Queremos um país com altos índices de qualidade de vida, o Sr. já comparou nosso IDH com o da Espanha, Noruega, Dinamarca e outras monarquias? Estes são países que nem tem tantos recursos financeiros quanto o Brasil, mas que tem uma economia, uma política, uma sociedade e uma cultura, muito desenvolvidas, portanto, servindo-nos de exemplo. E é isso que queremos para nosso Brasil. A implantação do que há de melhor: A MONARQUIA.

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