quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Como explicar...

Será?

Os comentários são muitos. As certezas poucas.

Quando a um brasileiro faz-se a pergunta: em qual regime se gasta mais, na monarquia ou na república? A resposta é clara, rápida e concisa: na monarquia. Por quê? Todos dizem: “são muitos gastos com a realeza e ainda com a nobreza, um bando de gente desocupada, além do que é muito luxo, palácios, festa, roupas, imagine só. Na república não. Lá é só o presidente e sua esposa, em geral gente que veio do povo, sabe o valor do dinheiro, e na república ninguém tem nobreza pra ser sustentado”.


Essa é a idéia da maioria das pessoas, porque foi incutida tal opinião na cabeça do povo, porem é preciso saber alguns fatos, antes é preciso ser dito que os dados a seguir estão no Diário Oficial da União: em primeiro lugar as despesas do Gabinete Presidencial em1995 com FHC = R$ 38,4 milhões em 2003 com Lula = R$ 318,6 milhões, 2004 com Lula = R$ 372,8 milhões (R$ 1,5 milhões por dia útil de trabalho). É importante também saber o número de funcionários no Palácio do Planalto: com Itamar Franco = 1,8 mil, com FHC = 1,1 mil, com Lula = 3,3 mil pessoas trabalhando para o presidente do Brasil! Detalhe importante é que no palácio da Alvorada existem 75 empregados e no ano passado Lula assinou o decreto de nº.: 5.087 aumentando de 27 para 55 seus assessores especiais diretos, afinal são muitos afazeres só 27 não iriam agüentar.


Desde sempre na contramão da fome, como o Programa “Fome Zero”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu aplica-lo em seus domínios particulares. O Programa Social lá se chama “Fome e Sede Zero”, basta ver o número do processo de licitação e conferir, e de assustar, mas é verdade. O processo de licitação de número 00140.000226/2003-67, publicado, é claro, no Diário Oficial da União previu a compra de 149 itens para o palácio, são eles:


sete toneladas de açúcar;
duas toneladas e meia de arroz;
400 latas de azeitona;
600 quilos de bombons;
800 latas de castanhas de caju;
900 latas de leite condensado.
dois mil vidros de pimenta;
dois mil e quinhentos rolos de papel alumínio;
quatrocentos vidros de vinagre;
quatrocentos e sessenta pacotes de sal grosso e ainda
seis mil barras de chocolate.
22 quilos de arroz;
50 barras de chocolate;
15 vidros de pimenta... Pimenta?



Calculo simples e fácil, usando a lógica, usa-se por dia 58 quilos de açúcar no palácio de Lula. Numa jogada esperta, pois a repercussão dessa compra se tornou negativa, foi retirado do site oficial do governo o processo de licitação, porem já havia sido publicado no Diário Oficial, numero 463. Pela data da licitação os produtos deveriam ser consumidos em no máximo 120 dias.


E pra piorar a situação de quem só agora começa a conhecer a faceta da república de Marechal Deodoro da Fonseca e Benjamim Constant, há outra licitação que deve ser mencionada, a de número 00140.000217/2003-36, insinua inclusive uma festa, veja:


129 mil litros de água mineral (consumo: mais de mil litros por dia);
duas mil latas de cerveja;
35 mil latas de refrigerante;
1344 garrafas de sucos naturais;
610 garrafas de vinho (consumo de cinco por dia);
50 garrafas de licor;


Em outra licitação o governo Lula da exemplo! Exemplo de desperdício e de descaramento. É possível constar na licitação 00140.000228/2003-56:


495 litros de suco de uva;
390 litros de suco de acerola;
390 litros de maracujá e igual porção de laranja, tangerina e manga;
2.250 quilos de pó de café.


Quanto à comida, mais comida, mais e mais, é o que confirma a licitação 00140.000126/2003-31:


três toneladas e meia de batata;
duas mil dúzias de ovos;
duas toneladas de cebola e
uma tonelada de alho porró.
2400 abacaxis;
uma tonelada e meia de banana;
uma tonelada de ameixa;
uma tonelada de caqui.


E como se já não bastasse há uma compra inacreditável, realmente para dar certeza de qual regime gasta mais. É a compra de número 0014000227/2003-10, tudo para consumo em 120 dias:


dez botijões de gás de dois quilos;
170 botijões de 13 quilos;
20 cilindros de 45 quilos;
45 toneladas de gás a granel.


Sobre os botijões de gás explica-se que são gastos 24 deles por dia em 120 dias. Revoltante é saber o que fazem com tantos materiais desse tipo que será listado abaixo:


dois mil CDs para gravação, com as respectivas caixinhas;
20 mil disquetes.


São encaminhadas a uma lavanderia a cada 120 dias: 54 toneladas, ou 13 toneladas e meia por mês, ou ainda, 450 quilos de roupa por dia. Pudera, pois a compra 00140.000143/2003-78 talvez seja o motivo de tanto volume de roupa suja:


300 colchas;
330 lençóis;
300 fronhas;
50 travesseiros;
66 cobertores;
15 roupões;
20 jogos de toalha;
20 toalhas de banho e
120 colchões.


Quando Luis Inácio Lula da Silva foi empossado presidente da República Federativa do Brasil tratou de prover o conforto necessário, no seu ponto de vista, então, foi licitado para o Gabinete da Presidência:


dois fogões;
duas cafeteiras;
quarto fornos de microondas;
quatro geladeiras;
oito ventiladores;
seis aparelhos de ar condicionado;
dois bebedouros;
sete televisores;
dois aparelhos de CDs;
três liquidificadores;
uma sanduicheira;
um frigobar.


Está mais do que na hora de rever seus conceitos políticos, a mudança só virá quando de fato for tomada uma iniciativa de força, quando for emitido um grito de basta! Todas as licitações foram feitas para o Gabinete da Presidência, Palácio da Alvorada ou Palácio do Planalto. Tudo isso com o dinheiro do contribuinte. A pergunta agora é: Por que isso não chega ao conhecimento do público em geral, por que a mídia não vincula nos meios de informação? O caso da mídia é bem simples, é aquele usado já há muito pela república: a troca de favores. Mas, e quem não tem hábito de ler ou tem acesso ao Diário Oficial da União, como ficara sabendo das licitações do governo? Por que só são do conhecimento do público Programas Sociais assistencialistas, como a Bolsa-Família, que nada mais é do que a compra de um voto disfarçado? Adianta assalariar periodicamente com quantias módicas o cidadão pobre, que no governo seguinte não terá a certeza do recebimento do auxílio, quanto na verdade os desprivilegiados querem um emprego para ver brotar de seu suor o sustento de sua família? São pessoas que muito mais do que comida, querem o resgate de sua dignidade, ter o prazer de se sentir útil, capacitado para desenvolver alguma atividade, com qualificação para alçar um vôo próprio e sem ajuda. Além do que, os Programas assistencialistas criam uma dependência do auxiliado em relação ao auxiliador, obrigando covardemente o auxiliado a votar pela permanência do auxiliador, no caso o presidente, para manter o auxílio. Isso é honesto? De fato os autores de tais Programas Sociais não são bons, como querem transparecer (e enganam a população humilde que sofre pela falta de conhecimento e pela falta de tato com tais pessoas), são de todo espertalhões, que se aproveitam da herança da república: a pobreza, com ela a falta de conhecimento, o baixo nível de instrução e alto potencial ilusório. Combinação perigosa para as mentes políticas, sagazes por alvos que compõem a maioria brasileira.


Por outro lado há importantes revelações que se precisa saber, algo que não é contado nas escolas e nem é visto nos livros didáticos apresentados por elas, pois os livros são disponibilizados pelo Ministério da Educação, portanto, órgão do governo federal interessado na permanência do regime republicano, como uma censura aos assuntos, não se pode proibir e nem oferecê-lo. É a verdadeira história que não é contada, mais que é de fácil constatação via internet, bons livros e historiadores. A corte de Dom Pedro I e Dom Pedro II eram as mais desvalidas e humildes de todas, os palácios nunca foram suntuosos, basta ir a Quinta da Boa Vista e conferir. O Imperador não possuía Castelos e Palácio por todo o território, apenas três existiram, todos com a máxima simplicidade. Os filhos da Redentora Dona Isabel do Brasil estudavam em escolas públicas de Petrópolis e foram educados de forma simples o que não impediu todo o rigor educacional ao qual se submeteram. Até nas roupas Dom Pedro II economizava, quando lhe davam conselhos sobre a necessidade de se vestir com pompa, ele destacava que o que vestia era digno e desnecessário seria um fausto maior, lhe caia como insulto ao cidadão. Atos que só cultos de nascimento, como Dom Pedro II, são capazes. O próprio Imperador encabeçou uma lista celebre das 10 maiores figuras da intelectualidade e relevância cultural do século XIX. Orgulho do Brasil. Em suas sessões de atendimento ao popular, fazia questão de ouvir e entender a problemática de cada um. Na Quinta da Boa Vista ou na Fazenda Corego Seco nunca foram sustentados nobres, até porque estes possuíam residência e fonte de lucro razoável para o sustento pessoal e dos seus. Não existiam conluios, acordos duvidosos, pois tudo estava sob a égide de nosso Imperador, e quem ousa duvidar do caráter dele? Outros tempos, que foram conservados por pessoas que lutam pela diferente ordem do que já está estabelecido, para mudar o que não está bom, não podendo ficar parados, só restou à ação!


Seja você também um monarquista. Lute Pelo Certo!

Dionatan da Silveira Cunha

Informações concedidas por amigos.

Dados disponíveis: http://www.bf2brasil.com/forum/showthread.php?t=41259.

Dados semelhantes: http://www.faced.ufba.br/rascunho_digital/textos/431.htm.

Foto: Bandeira do Império do Brasil.

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