domingo, 15 de janeiro de 2012

Santa Princesa Isabel

Em mais um brilhante artigo, o jornalista e apresentador Aristóteles Drummond, grande amigo da Família Imperial e dos monarquistas do Brasil, divulga no jornal O Dia a proposição de beatificação da Princesa Dona Isabel. Confira:

Aristóteles Drummond: Santa Princesa Isabel


Rio - Nada mais apropriado do que comentar que já se encontra com o arcebispo do Rio, D. Orani João Tempesta, o pedido de abertura de processo no Vaticano visando à beatificação da Princesa Isabel do Brasil, a Redentora. O que é o primeiro passo para sua santificação.

O processo não se baseia apenas na decisiva participação na Abolição da Escravatura — que ela iniciou em 1871, com a Lei do Ventre Livre, e terminou com a Lei Áurea, de 1888, o que por si só justificaria o pedido —, mas pela sua intensa vida religiosa e fé integral. É sabido que, com dificuldades para conceber, foi a Caxambu tentar um tratamento, com muita fé e oração, onde obteve o dom da maternidade. E deixou na
cidade uma capela dedicada a Santa Isabel. Curioso é que, antes, duas rainhas com o mesmo nome foram beatificadas e santificadas: em Portugal e na Hungria.

A Princesa Isabel criou
filhos e netos no catolicismo no Brasil, primeiro, e no exílio, depois — aliás, os Orleans e Bragança mantêm até hoje inquebrantável fé.

O Brasil muito deve aos 49 anos do Segundo Reinado, que contou com diversas regências da princesa, herdeira do trono brasileiro, que viveu na França por 33 anos com o coração voltado para a pátria. E jamais reclamou da forma com que se deu a mudança do regime e, especialmente, a maneira com que a
Família Imperial foi embarcada para o exílio, sem o conhecimento do povo, que amava o Imperador.

Certamente o ano marcará intensa mobilização de católicos, muitos de irmandades criadas por antigos escravos e seus descendentes, na busca de sinais que permitam o bom andamento do oportuno pedido. A Princesa Isabel foi criada dentro dos princípios éticos e morais de seu pai, o Imperador, que morreu no exílio modestamente, tendo se recusado a receber uma soma que lhe fora oferecida pela constrangida República.

Até hoje, em largas faixas da população, a princesa no Brasil e condessa na França é lembrada com o título de ‘Mãe dos Brasileiros’. Que a igreja, sempre criteriosa nesses casos, faça da grande brasileira a cristã beata, uma vez que fundamentos não faltam. Um belo legado de bondade, simplicidade e correção, em que nunca faltou a fé.

Aristóteles Drummond é jornalista

1 comentários :

Jose Fernando C. de Barros 21 de fevereiro de 2012 08:12  

O Brasil seria maravilhoso com a Dinastia Bragantina no governo de nossa pátria. No entanto, ao invés de uma Princesa, o que temos? Temos nossa nação governada por um bando de corruptos guerrilheiros, chefiados por uma adepta da morte infantil no ventre materno. Que Santa Izabel nos proteja!

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