domingo, 2 de setembro de 2012

Franca terá uma frente de defesa da monarquia


Reunião da Frente em defesa da Monarquia
Uma boa notícia ao Movimento Monárquico do Brasil acaba de ser veiculada pelo jornal Diário da Franca: Franca terá um frente em defesa da monarquia. Segundo o jornal, o Grupo que já conta com mais de 40 pessoas quer a volta do império para acabar com a corrupção.  

O jornal traz ainda a confusão causada pelos baderneiros do campus da UNESP naquela cidade, no dia 28 de agosto último, apontando ainda que outro palestrante e intelectual de renome, Ibsen Noronha, professor da Universidade de Coimbra, ficou perplexo com os acontecimentos. "Após 25 anos de vida universitária vi, com tristeza, cenas de grande barbárie, dignas de regimes totalitários como o comunista ou o fascista", afirmou o professor, que completa: "Parece-me inadmissível que seja proibida a palavra a uma personalidade de relevo na cultura brasileira como é o Príncipe Dom Bertrand. Tive a honra de ouvir suas palavras na Universidade de Brasília e na Universidade de Coimbra, onde foi recebido com dignidade por aqueles que provavelmente discordam das suas ideias". Na UNESP, Ibsen Noronha conta ter visto agitadores que gritavam slogans sem substância intelectual. "E apenas confirmam a convicção da tirada do filósofo: o gosto pelo barulho é inversamente proporcional à inteligência. Por isso reitero o meu repúdio ao ocorrido sabendo que a Vila Franca do Imperador é absolutamente outra".   

A baderna provocada pela meia dúzia de jovens trouxe várias consequências negativas ao ambiente acadêmico, sendo noticiada a selvageria em grande parte dos meios de comunicação local e, até mesmo, nacional. Dentre estes aspectos estão à violência, que ultrapassou a agressão verbal, chegando a tronar-se física. Marcus Falleiros, estudante da Faculdade de Direito de Franca e integrante da nova Frente em defesa da Monarquia, relatou ainda no jornal que foi agredido por um estudante do campus que o acertou com o cabo de uma bandeira do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Comprovando, portanto, a inconsistência dos argumentos dos revoltosos, aplicando-se, pelas atitudes demonstradas, todos os insultos a eles próprios.  

A Frente em defesa da Monarquia surge em Franca como solução para a população, indignada pelos atos socialistas – comunistas da minoria barulhenta. No interior paulista, assim como em diversos recantos do Brasil, a forma monárquica de governo é cada vez mais seguida e ganha cada vez mais lutadores.

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