sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Centenário de nascimento de Dom Pedro Gastão de Orleans e Bragança

 
Dona Esperanza de Bourbon Duas-Sicílias e Dom Pedro Gastão de Orleans e Bragança: foto oficial do noivado
 
No dia 19 de fevereiro de 2013, completou-se 100 anos do nascimento de Dom Pedro Gastão de Orleans e Bragança. Nascido na França, era filho do Príncipe Dom Pedro de Alcântara - filho primogênito da Princesa Dona Isabel e do Conde d’Eu - e da Baronesa, depois Condessa tcheca, Dona Elizabeth Dobrzensky de Dobrzenicz. Casou-se em Sevilha, com a Princesa Dona Esperanza de Bourbon Duas-Sicílias, com quem teve 6 filhos.
 
Dom Pedro Gastão ficou conhecido como o "Príncipe de Petrópolis", título este que embora não tenha valor dinástico, foi-lhe atribuído em consideração aos longos anos em que viveu naquela cidade. O jornal Tribuna de Petrópolis, de propriedade do filho de Dom Pedro Gastão, Dom Francisco, fez uma homenagem ao centenário de seu nascimento, que segue abaixo:
 
 
Missa marca centenário de Dom Pedro Gastão de Orleans e Bragança

Além de Dom Pedro Carlos, estavam presentes à solenidade comemorativa promovida pelo Instituto Histórico de Petrópolis -IHP os seguintes membros da Família Imperial - Dom Afonso de Orleans e Bragança, Dona Silvia de Orleans e Bragança, Dom Manuel de Orleans e Bragança, Dom Manuel de Orleans e Bragança (filho), Dona Cristina de Orleans e Bragança, Dom Francisco de Orleans e Bragança, Dona Rita de Orleans e Bragança e Manuela de Orleans e Bragança. A missa presidida por Dom Gregório Paixão e concelebrada pelo padre José Augusto Carneiro, Pe. Jac, pároco da Catedral, e pelo padre Moisés Fragoso, vigário paroquial da Catedral, contou com a presença de diversas personalidades, entre elas o prefeito Rubens Bomtempo e a primeira-dama Luciane Bomtempo, e o diretor-presidente do Diário de Petrópolis, Paulo Antônio Carneiro Dias.
 
A Câmara Municipal foi representada por seu presidente, vereador Paulo Igor, e a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro -Alerj pelo deputado estadual Bernardo Rossi. Em sua homilia, o bispo diocesano ressaltou algumas das qualidades de Dom Pedro Gastão, entre elas o amor à esposa, Dona Esperanza, aos filhos e à Petrópolis. O bispo lembrou que alguns dos gestos de Dom Pedro, como tirar o chapéu quando encontrava uma pessoa, mostravam o respeito que tinha por cada ser humano, frisando que este exemplo deixou para seus herdeiros e para todos que o conheceram.
 
O presidente do Instituto Histórico de Petrópolis IHP, professor Luis Carlos Gomes, abriu a solenidade comemorativa ao centenário de Dom Pedro Gastão ressaltando que “esta noite é toda de Dom Pedro, pois ele é o grande homenageado desta noite”. Entre os muitos comentários feitos pelos participantes da solenidade comemorativa ao centenário de Dom Pedro Gastão está o de Plácido Rocha Miranda, que considerou boa a palestra e a forma natural como Dom Pedro Carlos falou sobre o pai. “Dom Pedro Gastão era uma pessoa simpática, muito popular e conversava sempre com os petropolitanos”, comentou.
 
Além dele, também estavam presentes, entre outras personalidades petropolitanas, o diretor do Museu Imperial, professor Maurício Vicente Ferreira Júnior, Paulo César Guimarães, representante a Faculdade de Medicina de Petrópolis -FMP, o professor Jerônimo Ferreira, representando o reitor da Universidade Católica de Petrópolis -UCP, padre Pedro Paulo, o tenente-coronel Ribeiro Neto, comandante do 32º Batalhão de Infantaria Motorizado de Petrópolis e a esposa, Dona Erika, e o advogado Fernando Costa, membro do Instituto Histórico de Petrópolis e representante da presidência da Academia Brasileira de Poesia Raul de Leoni.
 
Redação Tribuna
 
 
Dom Pedro Gastão também era conhecido por suas polêmicas. Uma delas, talvez a mais desventurosa, foi a tentativa de reaver os direitos dinásticos que nunca teve, ignorando a renúncia que seu pai havia feito em 1908, para se casar com a sua mãe. Seus direitos nunca foram reconhecidos e suas reivindicações eram tidas como infundadas.
 
Dom Pedro Gastão faleceu e foi sepultado em Sevilha, em 2007, onde morou nos últimos anos de vida. Além da missa, uma palestra foi organizada pelo Instituto Histórico de Petrópolis, ocasião em que Dom Pedro Carlos, filho de Dom Gastão, pode falar sobre a vida do “Príncipe de Petrópolis”.   

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